quarta-feira, 10 de agosto de 2016

A Igreja como Organização: Uma Exposição de 1 Timóteo

Comente Aqui

Sermões pregados por mim na Primeira Carta de Paulo a Timóteo, na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI.

1. 1Tm 1.1,2: A Igreja é uma organização e um organismo (01/05/2016)
2. 1Tm 1.3-7: O verdadeiro ensino, ao contrário do falso, é proveitoso (08/05/2016) - Indisponível
3. 1Tm 1.8-11: A lei está em harmonia com o evangelho (15/05/2016)
4. 1Tm 1.12-17: Onde abundou o pecado, superabundou a graça (22/05/2016)
5. 1Tm 1.18-20: Nós devemos combater o bom combate (29/05/2016)
6. 1Tm 2.1-7: Nós devemos orar por todas as classes de pessoas no culto público (05/06/2016)
7. 1Tm 2.8-15: Homens e mulheres devem ter atitudes apropriadas no culto público (12/06/2016) - Indisponível
8. 1Tm 3.1-7: O presbítero deve cumprir certos requisitos para ocupar o ofício (19/06/2016) - Indisponível
9. 1Tm 3.8-13: O diácono deve cumprir certos requisitos para ocupar o ofício (26/06/2016)
10. 1Tm 3.14-16: A Igreja é uma organização importantíssima (03/07/2016) - Indisponível
11. 1Tm 4.1-5: Cinco questões sobre a apostasia (10/07/2016) - Indisponível
12. 1Tm 4.6-11: O ministro do evangelho deve ter a disciplina de um atleta (17/07/2016)
13. 1Tm 4.12-16: O ministro do evangelho deve exercer seu ministério com dedicação (24/07/2016)
14. 1Tm 5.1,2: O ministro do evangelho deve exortar os membros da Igreja como se exortasse os membros da sua família (31/07/2016)
15. 1Tm 5.3-16: A Igreja deve sustentar as viúvas de acordo com determinadas regras (14/08/2016)
16. 1Tm 5.17-25: Diretrizes a respeito dos presbíteros (21/08/2016)
17. 1Tm 6.1,2: O empregado deve respeitar o empregador (28/08/2016)
18. 1Tm 6.3-10: Os falsos mestres são conhecidos pelas especulações inúteis e pelo amor ao dinheiro (04/09/2016)
19. 1Tm 6.11-16: O homem de Deus deve viver de modo diferente dos falsos mestres (11/09/2016)
20. 1Tm 6.17-21: O cristão deve agir corretamente em relação às riquezas materiais e espirituais (18/09/2016)

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Como podemos ser saciados? Uma exposição de João 7.37-39

Comente Aqui

Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 07/08/2016.

Para baixar este sermão em áudio, clique aqui.

O Problema do Mal: Uma Exposição de Habacuque

Comente Aqui

Sermões pregados por mim no Livro de Habacuque, na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Paráfrase da Oração Dominical com as palavras do Breve Catecismo de Westminster

Comente Aqui

Por Matthew Henry
Pai nosso, que estás nos céus, nós vimos a ti como filhos a um Pai capaz e pronto para nos ajudar.

Nós te suplicamos, santificado seja o teu nome; habilita a nós e a outros a glorificar-te em tudo aquilo em que tu te dás a conhecer, e disponha tudo para a tua glória.

Venha o teu reino; que o reino de Satanás seja destruído e que o reino da graça seja adiantado; que nós e os outros a ele sejamos guiados e nele guardados, e que cedo venha o reino da glória.

Faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; torna-nos, pela tua graça, capazes e desejosos de conhecer a tua vontade, de obedecer e submeter-nos a ela em tudo, como fazem os anjos no céu.

O pão nosso de cada dia dá-nos hoje; que da tua livre dádiva recebamos uma porção suficiente das coisas boas desta vida, e que gozemos com elas das tuas bênçãos.

E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores. Nós oramos para que, por amor de Cristo, tu nos perdoes gratuitamente os nossos pecados, e que, pela tua graça, nos habilites a perdoar de coração ao nosso próximo.

E não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal. Guarda-nos, ó Senhor, de sermos tentados a pecar, ou preserva-nos e livra-nos, quando formos tentados.

Pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Senhor, na oração, nós confiamos somente em ti, e desejamos te louvar em nossas orações, atribuindo a ti reino, poder e glória; e em testemunho do nosso desejo e certeza de sermos ouvidos através de Jesus Cristo, nós dizemos: Amém.

Por: Matthew Henry. 
Fonte: Trecho do capítulo 9 do livro Method For Prayer
Tradução: André Aloísio Oliveira da Silva

As Doutrinas da Graça

Comente Aqui

Nós, reformados, cremos em certas doutrinas que enfatizam a soberania de Deus na salvação. Elas são conhecidas como “doutrinas da graça”, pois enfatizam que a salvação é pela graça de Deus e não pelas obras (Ef 2.8,9). Elas também são chamadas de “cinco pontos do calvinismo”. Elas são “do calvinismo”, porque são uma reafirmação da doutrina bíblica da salvação, conforme ensinada pelo reformador João Calvino no século XVI; elas são “cinco pontos”, porque consistem em cinco doutrinas declaradas em uma confissão chamada Cânones de Dort (1618-1619), em resposta às cinco doutrinas dos seguidores de Jacó Armínio, os “cinco pontos do arminianismo”. 

As doutrinas da graça, ou cinco pontos do calvinismo, são as seguintes:

1. Depravação Total: Todos os homens são pecadores (Rm 3.23; Sl 51.5), totalmente depravados em cada parte do seu ser (Jr 17.9; Mc 7.21-23; Rm 3.10-18; Ef 2.1-3): pensamentos, emoções e vontade (Gn 6.5,6; 1Co 2.14; Rm 8.7,8). Por tal motivo, ninguém pode fazer o bem aos olhos de Deus (Jr 13.23; Rm 3.12), ainda que algumas ações humanas possam parecer boas diante dos homens. Além disso, como a vontade humana também foi afetada, ninguém pode escolher ser salvo sem a graça de Deus (Jo 5.40; 6.44,65). O pecador não tem livre-arbítrio.

2. Eleição Incondicional: Deus escolheu em Cristo desde a eternidade, unicamente pelo Seu amor, graça e vontade, e para Sua própria glória, um número imenso e definido de pessoas para serem salvas dos seus pecados e terem a vida eterna (Ef 1.4-6,11). Essa eleição é chamada de incondicional porque ela não é baseada em nada presente nos próprios eleitos, como fé, boas obras ou perseverança que tenham sido previstas, mas é baseada totalmente na soberana vontade de Deus (Rm 9.11-18; 11.5,6; 2Tm 1.9). Deus não apenas escolheu os eleitos para a vida eterna, mas também preordenou todos os meios pelos quais isso seria possível (Rm 8.28-30). Deus não escolheu a todos e, também para Sua glória, Deus preordenou as demais pessoas para a condenação por causa dos seus pecados, o que é chamado de reprovação (Pv 16.4; Rm 9.17-22).

3. Expiação Limitada: Jesus se ofereceu na cruz como o único e perfeito sacrifício pelos pecados (Hb 10.12-14), para satisfazer a justiça de Deus (Rm 3.21-26), sofrendo a ira divina (Is 53.4-6), tornando-se maldição (Gl 3.13) e morrendo no lugar de pecadores (1Pe 3.18). Por ser verdadeiro Deus, tal sacrifício oferecido por Cristo é de valor e dignidade infinitos, plenamente suficiente para expiar os pecados do mundo inteiro. No entanto, esta expiação é limitada, no sentido de que o propósito de Deus com o sacrifício de Cristo foi expiar apenas os pecados dos eleitos (Mt 1.21; Jo 10.11,15,26-28; 17.6-9,19-21; At 20.28; Rm 8.31-34; Tt 2.14). Portanto, Jesus não morreu por todos os seres humanos literalmente, mas apenas pelos Seus escolhidos.

4. Graça Irresistível: Aqueles que Deus escolheu antes da fundação do mundo são chamados eficazmente por Sua Palavra e por Seu Espírito no tempo determinado por Ele (Rm 8.30; 2Tm 1.9), tendo suas mentes iluminadas para compreenderem o evangelho (1Co 2.12-16; Mt 11.25-27), nascendo de novo para que possam ver o reino de Deus (Jo 3.3,5; Tt 3.4,5) e tendo suas vontades renovadas (Ez 36.26,27) para que, livre e voluntariamente, venham a Cristo (Jo 6.37,44,65), através do arrependimento e fé, que são dons de Deus (At 11.18; Fp 1.29). Essa graça é chamada de irresistível porque é impossível a um eleito resistir ao chamado do Espírito Santo em seu coração, sendo ela o único motivo pelo qual alguns pecadores recebem o evangelho e outros não (Is 55.10,11; Jo 6.37,44,65). Mesmo que apenas os eleitos sejam chamados eficazmente, o evangelho deve ser pregado a todos os homens, para testemunho a todas as nações (Mt 28.18-20; Mc 16.15; Mt 22.14).

5. Perseverança dos Santos: Aqueles que foram eleitos e chamados por Deus não podem decair do estado de graça e perder a salvação; pelo contrário, eles estão eternamente salvos e perseverarão firmes até o fim (Jo 10.27-30; Fp 1.6; Rm 8.35-39). A perseverança deles não depende do seu próprio livre-arbítrio, mas da imutável eleição divina (Rm 8.29,30), da expiação realizada por Cristo que pagou todos os seus pecados (Rm 5.6-10), da atual intercessão de Cristo ao lado do Pai (Rm 8.31-34) e da permanência do Espírito Santo neles, que é o selo e penhor da sua herança (1Jo 3.9; Ef 1.13,14). Ainda que os eleitos não percam a salvação, eles podem cair em graves pecados, desagradando a Deus, entristecendo o Espírito Santo, escandalizando os outros e atraindo sobre si juízos temporais (Jo 18.15-18,25-27). Têm sua comunhão com Deus restaurada através do arrependimento e confissão (Jo 21.15-17).
 

Teologia e Vida © Revolution Two Church theme by Brian Gardner
Converted into Blogger Template by Bloganol and modified by Filipe Melo