quinta-feira, 30 de abril de 2015

Como posso ter segurança?

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Na madrugada desta quarta-feira, dia 29/04, nossa cidade de José de Freitas viveu momentos de terror. Um grupo fortemente armado arrombou o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal com bombas, levando uma grande soma de dinheiro. Houve tiroteio, foram metralhadas casas, viaturas e a sede da Guarda Municipal, e pessoas foram feitas de reféns. A população freitense está apavorada, pois nada semelhante havia ocorrido na cidade anteriormente. Numa situação como essa, é natural que perguntemos a nós mesmos: como posso ter segurança?

Primeiro, nós não teremos segurança simplesmente quando o número de policiais em José de Freitas aumentar. A Bíblia afirma: “Não confieis em príncipes, nem nos filhos dos homens, em quem não há salvação. Sai-lhes o espírito, e eles tornam ao pó; nesse mesmo dia, perecem todos os seus desígnios” (Sl 146.3). Ainda que precisemos de mais policiais na cidade, o que contribuiria para uma maior segurança, seres humanos são limitados, mortais, e não podemos fazer a nossa segurança depender totalmente deles.

Segundo, nós não teremos segurança simplesmente quando nos mudarmos para um local mais tranquilo. Temos a ilusão de que há algum lugar neste mundo onde poderíamos viver totalmente seguros, como uma comunidade do interior, um condomínio fechado ou até mesmo outro país. A verdade é que todo lugar apresenta os seus perigos, porque em todo lugar há pecadores. A Bíblia declara que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm 3.23) e que “não há quem faça o bem, não há nem um sequer” (Rm 3.12). Mesmo que você fugisse de tudo e de todos para viver sozinho em um local distante, ainda assim o mal te acompanharia, porque ele está no seu coração (Mc 7.20-23). Você seria o seu maior inimigo e não teria garantia alguma contra o suicídio.

Então, como ter segurança? Todos os perigos deste mundo são consequência do pecado (Gn 3 e 4) e só estaremos seguros contra eles quando estivermos seguros contra o pecado. Isso só é possível por meio do Senhor Jesus Cristo, que levou sobre si o pecado e todas as suas consequências (Is 53.4-6). Em Jesus podemos ter a verdadeira segurança; são “bem-aventurados todos os que nele se refugiam” (Sl 2.12). E aqueles que se refugiam em Cristo, refugiam-se no próprio Deus: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações” (Sl 46.1).

Busque a sua segurança em Deus, por meio de Cristo! Assim você será livre do medo da morte (Hb 2.14,15), que é a causa de todos os outros medos, e terá a promessa de viver, depois da ressurreição, em um mundo totalmente seguro (Ap 21.1-5).

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Exposição de Filipenses

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Sermões pregados por mim na Epístola de Paulo aos Filipenses, na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI.


1. Fp 1.1,2: A verdadeira alegria só pode ser encontrada em Deus (18/01/2015)
2. Fp 1.3-11: Nós podemos orar com alegria (25/01/2015)
3. Fp 1.12-18a: O progresso do Evangelho é motivo para nossa alegria (01/02/2015) - Indisponível
4. Fp 1.18b-26: A honra de Cristo é motivo para nossa alegria (08/02/2015)
5. Fp 1.27-30: Nós devemos exercer nossa cidadania de modo digno do Evangelho (22/02/2015)
6. Fp 2.1-11: Nós devemos viver a vida cristã imitando a humilhação de Cristo e sendo motivados pela Sua exaltação (01/03/2015)
7. Fp 2.12-18: Nós devemos desenvolver a nossa salvação (08/03/2015)
8. Fp 2.19-30: Nós devemos imitar e honrar os verdadeiros servos de Deus (15/03/2015)
9. Fp 3.1-11: Nossa alegria, orgulho e confiança devem estar somente na justiça de Cristo Jesus (22/03/2015)
10. Fp 3.12-16: A nossa santificação é um processo (29/03/2015)
11. Fp 3.17-21: Nós devemos andar em santidade (05/04/2015)
12. Fp 4.1-9: Nossa alegria depende das nossas atitudes nas mais diversas relações (12/04/2015)
13. Fp 4.10-20: A contribuição na Igreja é motivo para nossa alegria (19/04/2015)
14. Fp 4.21-23: Nós participamos da comunhão dos santos (26/04/2015) - Indisponível

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Peregrinos, vivam pela fé!

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“Todos estes morreram na fé, sem ter obtido as promessas; vendo-as, porém, de longe, e saudando-as, e confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra” (Hb 11.13). O autor aos Hebreus apresenta Abraão e sua família como peregrinos porque, apesar da fé que tiveram, não obtiveram as promessas de possuírem a terra de Canaã enquanto em vida (Hb 11.8-16). Mais adiante ele mostra que isso é verdade a respeito de todos os heróis da fé mencionados nesse capítulo (Hb 11.39,40). No capítulo 12, ele vai além ao mostrar que isso é verdade a respeito de todo cristão: somos peregrinos, pois temos uma corrida para correr neste mundo, e nessa corrida precisamos olhar com fé para o Autor e Consumador da fé: Jesus (Hb 12.1,2). Somos peregrinos e precisamos viver pela fé neste mundo para alcançar a promessa no mundo vindouro (Hb 10.36-39).

Essa perspectiva é totalmente contrária ao ensino de muitas falsas igrejas dos dias de hoje. Essas igrejas querem viver o céu na terra, como se a ressurreição já se tivesse realizado (2Tm 2.18). Elas ensinam que devemos comer o melhor desta terra (Is 1.19), como se a terra de Canaã, que manava leite e mel (Ex 3.8), fosse um tipo da vida cristã. Na verdade, Canaã é um tipo do céu (Gl 4.25,26; Hb 12.22; Ap 21.2) e a vida cristã tem o seu tipo na peregrinação do povo de Israel no deserto (1Co 10.1-13). Assim, neste mundo, nós não teremos perfeita saúde (Fp 2.25-27), mas a teremos no céu (Ap 21.3,4; 22.2). Neste mundo, nós não teremos muitas riquezas (Tg 2.5), mas no céu seremos muito ricos, porque teremos o maior tesouro: o próprio Deus (Mt 6.19-21; Sl 73.25,26). Neste mundo, nós não teremos uma santidade perfeita (1Jo 1.8; Tg 3.2), mas no céu seremos completamente livres do pecado (1Co 15.50-58; Ap 7.13-15). Neste mundo, nós somos peregrinos e a posse completa das promessas está reservada para o futuro. Nós ainda andamos pela fé e não pelo que vemos (2Co 5.7). A ressurreição ainda não se realizou (1Co 15.20-28).

Portanto, peregrinos, vivam pela fé! Vocês ainda não receberam muitas das promessas de Deus e nunca as receberão neste mundo. Perseverem com fé aqui para que possam gozar das promessas ali. “Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap 2.10).
 

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