sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Exposição de Daniel 8: A perseguição contra o povo de Deus promovida pelos inimigos de Deus terá um fim

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 29/12/2013.

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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

O fenômeno religioso no pentecostalismo brasileiro

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O pentecostalismo é a principal vertente do evangelicalismo no Brasil. Diante disso, este trabalho analisa o pentecostalismo como fenômeno religioso, examinando alguns dos seus conceitos, descrevendo algumas de suas crenças e práticas e, finalmente, confrontando-o biblicamente e reconhecendo-o como não bíblico.

Exposição de Daniel 7: Os santos possuirão o reino com o Filho do Homem para todo o sempre

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 22/12/2013.

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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Resenha: Livro O que é o Evangelho? (Greg Gilbert)

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O livro O que é o Evangelho, de Greg Gilbert, trata de forma clara e bíblica do assunto que parece ser tão óbvio para o cristão: o Evangelho. Porém, como Gilbert enfatiza na introdução, ainda que seja um assunto fundamental para o Cristianismo e pareça desnecessário tratar dele, a grande maioria dos cristãos não sabe dar uma resposta bíblica à pergunta: o que é o Evangelho? Greg Gilbert se propõe a responder essa pergunta em oito capítulos do seu livro.

No primeiro capítulo, Gilbert procura achar o Evangelho na Bíblia. Ele lembra a importância de se procurar o Evangelho na própria Bíblia, uma vez que ela é Palavra inerrante e infalível de Deus e, como tal, a fonte de autoridade dos cristãos. Ele inicia sua busca em Romanos 1 a 4, onde há uma apresentação sistemática do Evangelho. Paulo afirma quatro coisas nessa passagem: primeiro, os seus leitores são responsáveis para com Deus; segundo, o problema dos seus leitores é que se rebelaram contra Deus; terceiro, a solução para o pecado da humanidade é a morte sacrificial e a ressurreição de Jesus; quarto, os seus leitores podem ser incluídos nessa salvação por meio da fé em Cristo. A partir disso, Gilbert encontra respostas, no âmago da proclamação do Evangelho, a quatro perguntas cruciais: primeiro, quem nos fez e diante de quem somos responsáveis? Segundo, qual é o nosso problema? Terceiro, qual é a solução de Deus para esse problema? Quarto, como alguém pode ser incluído nessa salvação? Nos quatro capítulos seguintes, Gilbert trata da resposta a cada uma dessas questões.

O capítulo 2 trata de Deus como o Criador Justo. Greg Gilbert trata de cada um desses aspectos por vez. Primeiro, Deus é o criador de todo o mundo, inclusive do homem. E o fato de que somos criados e, portanto, não somos de nós mesmos, é o fundamento da nossa responsabilidade diante de Deus. Em segundo lugar, Deus é justo e santo. Isso significa que Deus não pode deixar o pecado impune, do contrário Ele seria um juiz injusto.

O capítulo 3 apresenta o homem como pecador. Isso é uma má notícia, porque já foi dito que Deus não inocenta o culpado. O pecado entrou na história humana quando o homem desobedeceu a ordem de Deus de não comer da árvore do conhecimento do bem e do mal. Pecado é justamente a desobediência às ordens de Deus, e o pecado trouxe consequências terríveis para o primeiro casal, para os seus descendentes e para toda a criação. A consequência mais terrível foi a morte, que inclui não apenas a morte física, mas também a espiritual, a perda de comunhão com Deus. Os seus descendentes também sofreram as consequências, porque eles também são pecadores, assim como seus antepassados mais antigos. As consequências do pecado não são fruto da ausência de Deus, mas de um julgamento ativo de Deus contra o pecado, pois Ele é um Deus justo. A manifestação final do juízo de Deus contra o pecado é chamada de inferno, um lugar de sofrimento consciente e eterno.

Mas há boas notícias para o homem. No capítulo 4, Greg Gilbert mostra que Jesus Cristo é o Salvador. Essa verdade já estava presente em Gn 3.15, quando Deus disse à serpente que o descendente da mulher feriria a cabeça da serpente. Todo o restante da Bíblia é um relato de como essa promessa se desenvolveu e se cumpriu, e ela se cumpriu em Jesus Cristo. Ele é o eterno Filho de Deus, mas se tornou homem, de modo que é agora totalmente Deus e totalmente homem. Em Seu ministério passou a anunciar a vinda do Reino de Deus Nele mesmo, que é o Messias prometido. No final da Sua vida foi crucificado, levando sobre Si os pecados de pecadores e a consequente ira de Deus contra eles. Assim, Jesus foi punido no lugar de pecadores, tornando possível o perdão deles. Deus é justo e não inocenta o culpado. Mas Deus puniu o pecado em Jesus. Graças a isso, Deus pode perdoar pecadores sem ser injusto, ou como Paulo coloca, Ele pode ser, ao mesmo tempo, “justo e justificador” (Rm 3.26). E Deus mostra a Sua aprovação ao que Cristo fez ressuscitando-O dentre os mortos.

Deus providenciou uma solução para o pecado em Cristo, mas Ele exige do homem uma resposta: fé e arrependimento. É disso que trata o capítulo 5. Fé é dependência, “é uma confiança firme e inabalável, alicerçada na verdade e fundamentada na promessa de Jesus ressuscitado de nos salvar do pecado”.[1] Essa confiança é colocada em Jesus para se obter um veredito de justo, a justificação. E é a fé somente, não obras ou méritos humanos, que funciona como meio de alcançar a salvação. O arrependimento é o outro lado da moeda. Enquanto a fé é um voltar da face para Jesus, o arrependimento é um voltar das costas para o pecado. Um não existe sem o outro. Portanto, não é possível aceitar Jesus como Salvador e não como Senhor.

Tendo tratado das respostas às quatro perguntas cruciais, Gilbert dedica os três últimos capítulos a alguns assuntos relacionados ao Evangelho. No capítulo 6 Gilbert trata do Reino de Deus em cinco pontos. Primeiro, esse Reino é o governo redentor de Deus sobre o Seu povo. Segundo, o Reino já está aqui, pois veio a este mundo na pessoa do Senhor Jesus, mas, terceiro, ainda não está completo, pois só o será quando Jesus retornar. Quarto, a inclusão neste reino depende da resposta dada ao Rei Jesus: quando Ele diz “segue-me”, deve-se segui-lo. E finalmente, ser cidadão desse reino significa viver a vida do Reino, de um modo que honre ao Rei Jesus.

O capítulo 7 fala sobre como manter a cruz no centro. Isso é importante porque nos dias atuais há pelo menos três “evangelhos” que tem se apresentado como substitutos da cruz de Cristo. O primeiro é a afirmação “Jesus é Senhor”, a qual, ainda que seja verdadeira, não é realmente boas-novas se for divorciada da afirmação “Jesus é Salvador”. O segundo “evangelho” substituto é o esquema criação-queda-redenção-consumação, o qual é um ótimo esboço para apresentar o Evangelho, mas se torna problemático se a ênfase recair na renovação do mundo e não na cruz de Cristo. O terceiro suposto “evangelho” é a transformação cultural. Nesse ponto, Gilbert parece discordar completamente da possibilidade ou da necessidade da busca de uma transformação cultural. Se isso é assim, não é possível concordar com ele nesse ponto, porque o mandato cultural dado antes da queda, mesmo que corrompido pela queda, ainda é válido. Mesmo assim, deve-se concordar com Gilbert que a transformação cultural não é o Evangelho. A cruz deve estar no centro da proclamação do Evangelho (1Co 1.23; 2.2).

Finalmente, no capítulo 8, Gilbert fala, sob o título de “o poder do Evangelho”, sobre como o Evangelho deve afetar a vida dos seus leitores. Primeiro, ele exorta os leitores não cristãos a se arrependerem e crerem. Depois, ele exorta os leitores cristãos a descansar e se regozijar nesse Evangelho, a amar o povo de Cristo (a Igreja), a pregar o Evangelho ao mundo e a anelar pelo retorno do Senhor Jesus.

Esse é um livro claro e simples na escrita, mas com um conteúdo profundo. O Evangelho é apresentado de modo bíblico, em um estilo que pode alcançar tanto o cristão quanto o não cristão. Certamente, esse será um daqueles livros de cabeceira para este autor.



[1] GILBERT, Greg. O que é o evangelho?. São José dos Campos, SP: Fiel, 2010, p.102.

Exposição de Daniel 6: O Deus soberano livra o Seu povo na perseguição

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 15/12/2013.

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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Resenha: Livro Alegrem-se os povos (John Piper)

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O livro Alegrem-se os povos, de John Piper, trata do assunto das missões de uma perspectiva incomum, mas bíblica. Todo o livro enfatiza a supremacia de Deus nas missões, ao invés de enfatizar a pessoa ou o povo não alcançado. Isso é assim porque tudo o que Deus faz tem em vista, em primeiro lugar, a Sua própria glória (Ez 34.22,32).

O livro contém sete capítulos onde a supremacia de Deus nas missões é demonstrada por meio de vários temas. O capítulo 1 trata de maneira maravilhosa da adoração, especificamente a adoração como o propósito supremo do próprio Deus, e por isso o propósito supremo do homem. Sendo a adoração o propósito supremo, as missões são a segunda atividade mais importante da Igreja neste mundo, não a primeira, porque as missões são um meio para que o fim da adoração seja alcançado: “Quando esta era se encerrar e os incontáveis milhões de redimidos estiverem perante o trono de Deus, não haverá mais missões. Elas são uma necessidade temporária. A adoração, porém, permanece para sempre”[1]. Dessa forma, a adoração é também o próprio combustível para as missões.

No capítulo 2, o assunto é a oração, que é apresentada de uma perspectiva revolucionária para muitos. Uma vez que a vida cristã é uma guerra, a oração não é um aparelho comunicador doméstico, mas um radiotransmissor no campo de batalha. A oração não funciona direito para muitos cristãos porque eles a utilizam para pedir as coisas mais banais e egocêntricas possíveis e não para pedir em prol das missões. A oração deveria ser utilizada para pedir suprimentos para a guerra espiritual que a Igreja trava nas missões, ou seja, poder espiritual para testemunhar.

O próximo capítulo apresenta o sofrimento em relação às missões. Ao contrário do que ensinam muitas igrejas nos dias de hoje, o sofrimento faz parte da vida cristã, especialmente da vida daqueles que levam o evangelho aos não alcançados. A morte de Cristo não foi apenas substitutiva, mas também um modelo para o sofrimento do próprio cristão (1Pe 4.1). Deus admite o sofrimento de seus servos porque o sofrimento aprofunda a fé e a santidade, aumenta a recompensa do cristão no céu, desperta outros do seu sono de indiferença, preenche o que resta das aflições de Cristo (Cl 1.24), enfatiza o mandamento missionário de ir e porque a supremacia de Cristo se manifesta no sofrimento.

O capítulo 4 mostra a supremacia de Cristo como foco da fé salvadora, defendendo que a salvação só é possível àqueles que creem no Senhor Jesus Cristo. Piper divide esse assunto em três. Primeiro, ele trata do tormento eterno consciente no inferno, onde várias passagens bíblicas são apresentadas para provar esse ponto. Em segundo lugar, Piper mostra que a expiação de Cristo é absolutamente necessária para a salvação eterna. Finalmente, Piper defende que as pessoas precisam ouvir de Cristo para que sejam salvas. A conclusão é que não é possível que um “pagão piedoso” seja salvo, a menos que ele ouça de Cristo e creia Nele. O único problema desse capítulo é que Piper é incoerente ao defender que todas as crianças que morrem na infância, sem exceção, serão salvas, e do mesmo modo todas as pessoas incapazes de serem chamadas exteriormente pela Palavra (pessoas com problemas mentais). Uma ideia mais bíblica é a de que apenas as crianças eleitas e pessoas incapazes eleitas serão salvas sem serem chamadas exteriormente pelo ministério da Palavra.[2]

No capítulo seguinte, Piper responde de maneira muito interessante à questão sobre se a tarefa das missões é alcançar o maior número possível de indivíduos ou o maior número de nações. A conclusão de Piper, com base em diversos textos, inclusive da Grande Comissão (Mt 28.18-20), é que a tarefa das missões é alcançar todas as nações. Piper prossegue examinando os conceitos de nações, tribos, povos e línguas, para determinar a extensão dos grupos que devem ser alcançados, e conclui que esses grupos são tão estreitos quanto povoados. Quanto ao conceito de “povo alcançado”, ele entende que é ambíguo, podendo significar tanto que há convertidos entre esse povo quanto que há uma igreja plantada entre eles. Piper encerra o capítulo mostrando que a diversidade de povos alcançados engrandece a glória de Deus.

No sexto capítulo, Piper mostra a relação entre a supremacia de Deus e a compaixão pela alma humana. Essas duas coisas não são contrárias uma a outra, mas são, na realidade, uma e a mesma: “Os pecadores escapam do inferno e honram a Deus com o mesmo ato: entesourando tudo o que Deus é para eles em Cristo, satisfazendo-se com tudo o que Deus é para eles em Cristo”.[3] Assim, ao termos compaixão por alguém e desejarmos que ele seja salvo, estamos desejando ao mesmo tempo que Deus seja glorificado, porque a salvação e a satisfação que o perdido encontrará em Deus manifestará a grandiosidade do próprio Deus.

O último capítulo trata da simplicidade interna e liberdade externa da adoração. Esse é o único capítulo lamentável desse maravilhoso livro, porque nele Piper diferencia de forma tão grande a adoração do Antigo e do Novo Testamento que parece negar a importância da liturgia no culto. Ele parece entender que a forma do culto não é importante e pode variar de acordo com a cultura, não apenas em questões circunstanciais. Apesar disso, ele mostra corretamente que a essência da verdadeira adoração é a satisfação com Deus em Cristo.

Enfim, Alegrem-se os povos é um chamado para que Deus, e não o homem, seja colocado no centro da missão da Igreja. Deus é supremo sobre tudo e todos e isso deve ser verdade também nas missões, porque o objetivo principal do homem (e de Deus) é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre.[4]



[1] PIPER, John. Alegrem-se os povos: a supremacia de Deus nas missões. 2.ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2002, p.35.
[2] “Crianças eleitas, morrendo na infância, são regeneradas e salvas por Cristo, por meio do Espírito, que opera quando, onde e como quer; assim também são [regeneradas e salvas] todas as outras pessoas eleitas que são incapazes de serem chamadas exteriormente pelo ministério da Palavra” (CFW 10.3. Minha tradução da versão original em inglês).
[3] PIPER, Alegrem-se os povos, p.214.
[4] Breve Catecismo de Westminster, pergunta 1.

Exposição de Daniel 5: O Deus soberano julga os orgulhosos

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 08/12/2013.

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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Exposição de Daniel 4: A soberania de Deus deve nos levar à humildade

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 01/12/2013.

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sábado, 25 de janeiro de 2014

Exegese de Romanos 8.1-9

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O grande objetivo de Paulo nesta passagem é mostrar que o livramento da condenação em Cristo Jesus resulta em um andar no Espírito.

Exposição de Daniel 3: O Filho do Deus soberano está com aqueles que permanecem firmes na perseguição

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 24/11/2013.

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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Exegese de Isaías 42.1-9: O Servo do SENHOR

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Este trabalho é uma análise exegética de Isaías 42.1-9, onde se objetiva mostrar que a verdade expressa nessa passagem é a de que o servo do SENHOR, o qual é o próprio Messias, traz salvação a Israel e aos gentios.

Exposição de Daniel 2: A soberania de Deus é manifestada na vinda do Seu Reino

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 17/11/2013.

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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Exegese de Efésios 5.1-7

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O grande objetivo de Paulo nesta passagem é mostrar que o cristão deve andar em amor.

Exposição de Efésios 5.1-7: Nós devemos andar em amor

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 10/11/2013.

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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Exposição de Daniel 1: A nossa fidelidade em situações difíceis é recompensada por Deus

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 10/11/2013.

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Adoração ao Deus Trino

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Adorai ao Deus vivo e verdadeiro,
O nosso Criador poderoso, soberano Senhor;
Adorai a um Deus que existe em três Pessoas
Com mesma substância, eternidade, justiça e amor.

Adorai ao Pai que não procede de outro ser,
O nosso Rei, Criador e Justificador;
Adorai ao Filho que eternamente foi gerado do Pai,
O nosso Senhor, Mediador e Redentor;
Adorai ao Espírito Santo que procede eternamente do Pai e do Filho,
O nosso Amigo, Consolador e Santificador.

Adorai, adorai a um só Deus, um Deus Trino,
O Deus que nos criou, nos resgatou e nos justificou,
O Deus que nos santifica e vai nossos corpos transformar,
Para a glória eterna vai nos levar e no céu com Ele iremos morar.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Ano Novo!

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Texto escrito pelo irmão Davi Luan Carneiro.

Estamos prestes a entrar em 2014! A essa altura do campeonato, você já deve estar pensando em como será a virada do ano. Geralmente os brasileiros gostam de passar a virada com muita festa e alegria. É bom que seja assim, pois realmente devemos celebrar mais um ano que está por vir. Mas gostaria, nesse momento, de convidá-lo a uma pequena reflexão. Será rápida, porém importante. Vamos lá?

Não sei se você já parou para pensar, mas o ano passa muito rápido! Em um piscar de olhos, o fim de ano chega. E com o passar dos anos, também se aproxima um dia importantíssimo. Talvez o dia mais importante de nossas vidas. Não estou falando do dia do seu futuro casamento, nem daquele no qual você terá um filho ou um neto. Estou falando do dia em que Deus julgará a humanidade. Sim, aquele dia em que você e eu compareceremos perante o juízo de Deus. Você já pensou nesse dia?

A Bíblia diz que esse dia certamente chegará. O Criador julgará todas as pessoas que já passaram pela face da terra. Jesus disse que um dia voltará e "todas as nações serão reunidas diante Dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta as ovelhas dentre os bodes" (Mt 25.32). Você está preparado para esse grande dia?

Talvez você pense que o dia do juízo jamais acontecerá. É possível que você nem acredite em Deus. Respeito sua opinião, mas não posso concordar com ela. Pense comigo: vivemos em um mundo cheio de injustiças. Quantas coisas erradas, quantas pessoas injustiçadas! Quem sabe você também já tenha sido vítima de injustiça, ou mesmo tenha cometido injustiça contra alguém. Será mesmo que toda a injustiça que testemunhamos todos os dias ficará impune? Será que não haverá, em algum momento do futuro, um acerto de contas? Será que, como diz o ditado, tudo acabará em pizza? Isso jamais acontecerá. Por favor, ouça a Palavra de Deus. Haverá um dia de julgamento e você deve se preparar para ele. Não queira estar despreparado, quando o Juiz do universo julgar você.

Há também aqueles que imaginam que, no juízo final, Deus vai acabar perdoando todas as pessoas. Todos serão perdoados e todos irão para o céu. Será que isso é mesmo verdade? Pense bem. Deus nunca ensinou isso na Bíblia. O próprio Jesus, com todo o Seu amor, falou muito sobre a condenação eterna. Suspeito que as pessoas imaginam que todos serão perdoados porque a ideia do juízo final é amedrontadora. É mais fácil pensar que todos serão perdoados, tirar esse negócio de julgamento da cabeça e continuar vivendo a vida. Não será esse o seu caso? Sugiro que você deixe suas próprias ideias de lado e, com humildade, acate ao que é ensinado na Bíblia. Você pode errar, mas a Palavra de Deus não erra. Deus há de julgar a humanidade.

Ora, mas pode ser que você seja uma pessoa diferente. Você realmente acredita que haverá um dia de juízo, mas está tranqüilo quanto a isso, pois considera-se uma boa pessoa. Tem um bom caráter. É uma pessoa de bem. Acho isso legal, mas posso tomar a liberdade de fazer-lhe algumas perguntas? Lá vai: você já parou para pensar que, apesar de você se considerar uma boa pessoa, Deus pode considerá-lo de modo diferente? Você sabia que Deus conhece os corações e Ele vê todos os maus pensamentos que você pensa? Você já se deu conta de que Deus vê as suas motivações mais secretas e Ele sabe que elas são más, mesmo quando você está fazendo algo aparentemente bom? Você sabia que Deus odeia a inveja? Sabia que Deus considera a cobiça dos olhos igual ao adultério? Que ofender alguém é como um assassinato? Sabia que nutrir mágoa e não perdoar é abominável para Deus? Meu amigo, a lista de perguntas poderia ser muito maior. Pense muito bem nessa questão. Você é mesmo uma boa pessoa? Comparando-se com Jesus Cristo, você pode dizer que é uma pessoa de bem? Se você analisar com cuidado, verá que comete pecados todos os dias. Não só você, mas eu também. Pecamos diariamente e nos esquecemos de Deus. Queremos viver nossa vida e deixamos Deus de lado. Haverá escapatória para nós, no dia em que o Deus que enxerga os corações nos julgar?

Se você ainda está lendo essa reflexão, você deve estar se perguntando de que religião eu sou. Talvez ache que eu vou convidá-lo para ir na igreja. Meu amigo, não estou interessado em trazer você para uma religião. Aliás, sabia que há muitas pessoas que pensam que estão livres do juízo final, somente porque pertencem a uma religião? São pessoas que vão a igreja todo o domingo, gostam de ouvir músicas religiosas e, quem sabe, já tiveram alguma experiência espiritual. Elas pensam que serão absolvidas porque fazem parte de uma comunidade religiosa. Esse é um grande engano! Religião nenhuma pode salvar o ser humano. Nenhuma delas pode apagar o nosso pecado.

Qual é, então, o caminho? Negar o juízo não posso. Distorcê-lo é loucura. Já vi que não sou mesmo uma boa pessoa. Nem a religião pode me ajudar. E agora? Todos nós somos pecadores. Temos uma culpa enorme, maior do que podemos imaginar, pois diariamente nos esquecemos do Deus que nos criou, que nos ama, que é cheio de amor e de graça. Queremos viver como se Deus não existisse. Ele não ocupa os nossos pensamentos. Não O amamos. Só pensamos em nós mesmos e nas coisas dessa vida. Que grande culpa é a nossa, que grande pecado temos cometido nesses dias! Há esperança para pessoas como nós?

Graças a Deus, há uma esperança e uma salvação. Jesus Cristo, o eterno Filho de Deus, veio ao mundo como homem, para salvar pecadores como nós. Ele, ao contrário de nós, viveu uma vida de perfeita obediência a Deus. Ele nunca pecou. Seu amor pela humanidade é tão grande, que Ele voluntariamente entregou-se para ser crucificado pelos pecados do mundo. Ele morreu em uma cruz no lugar de pecadores. Ele suportou o peso do juízo de Deus contra o pecado. Deus puniu, Nele, os pecados de todos aqueles que creem. E, a fim de ser vitorioso e poder nos salvar, Jesus ressuscitou dentre os mortos e está vivo para sempre!

Jesus, Ele é Aquele que pode salvar você, meu amigo! A Palavra de Deus ordena: "Arrependa-se e creia no Evangelho" (Mc 1.15). Você quer absolvição no juízo final? Mais do que isso, você quer viver eternamente com Deus? Simplesmente arrependa-se de sua vida longe de Deus e creia no Senhor Jesus Cristo. Faça isso com sinceridade e será salvo para sempre. O Juiz do universo se tornará seu Pai. É a promessa de Deus.

Que Deus o abençoe e feliz ano novo!

Com amor,
Davi
 

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