quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Exposição de Jonas 4: Deus deseja que, assim como Ele, demonstremos compaixão pelos descrentes

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 13/10/2013.

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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Exposição de Jonas 3: Deus demonstra Sua compaixão pelos descrentes

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 06/10/2013.

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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Exposição de Jonas 1.17-2.10: Deus demonstra Sua compaixão por nós ao nos livrar de Sua disciplina

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 29/09/2013.

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Exposição de Jonas 1.1-16: Deus nos disciplina quando fugimos do Seu chamado de estender a Sua compaixão aos descrentes

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 22/09/2013.

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Exposição de 1 Coríntios 16.19-24: A nossa saudação expressa nossa comunhão com os irmãos

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 15/09/2013. Infelizmente, o áudio se perdeu. Assim que esse sermão for pregado novamente, será disponibilizado.

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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Exposição de 1 Coríntios 16.13-18: Deus espera que sejamos obedientes a Ele

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 08/09/2013.

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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Exposição de 1 Coríntios 16.5-12: A realização dos nossos projetos não depende só de nós

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 01/09/2013.

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terça-feira, 27 de agosto de 2013

Exposição de 1 Coríntios 16.1-4: A nossa contribuição na Igreja deve seguir o padrão bíblico

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 25/08/2013.

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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Exposição de 1 Coríntios 15.50-58: A transformação do nosso corpo é necessária para que possamos ter a vitória completa

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 18/08/2013.

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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Exposição de 1 Coríntios 15.44b-49: Nós teremos o corpo da ressurreição tão certamente quanto temos o nosso corpo atual

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 11/08/2013.

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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Exposição de 1 Coríntios 15.35-44a: O corpo da ressurreição apresenta semelhanças e diferenças em relação ao nosso corpo atual

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 04/08/2013.

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terça-feira, 30 de julho de 2013

Exposição de 1 Coríntios 15.29-34: Negar a ressurreição dos mortos torna a vida sem sentido

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 28/07/2013.

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segunda-feira, 22 de julho de 2013

Exegese de Atos 10.34-43

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A grande verdade ensinada por Lucas nesta passagem é que Deus aceita pessoas de todas as nações, por causa da pessoa e obra de Cristo, concedendo perdão por meio da fé.

Exegese de Atos 4.23-31

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A grande verdade ensinada por Lucas nesta passagem é que Deus, a autoridade suprema, responde à oração que pede por ousadia para falar em nome de Jesus durante a perseguição das autoridades.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Exposição de 1 Coríntios 15.20-28: Nossa ressurreição é um fato absolutamente certo

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 30/06/2013.

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Exposição de 1 Coríntios 15.12-19: Negar a ressurreição dos mortos significa negar o Evangelho

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 23/06/2013.

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Exposição de 1 Coríntios 15.1-11: A ressurreição de Cristo é uma parte fundamental do Evangelho

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 16/06/2013.

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segunda-feira, 1 de julho de 2013

Exegese do Salmo 46: Deus é a proteção do Seu povo

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Este trabalho é uma análise exegética do Salmo 46, onde se objetiva mostrar e aplicar a verdade expressa por esse Salmo, que é a de que Deus é a proteção do Seu povo, o que produz no povo de Deus coragem nas aflições, estabilidade diante dos inimigos e paz em lugar de guerra.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Exposição de Salmo 46: Deus é a nossa proteção

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 09/06/2013.

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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Exposição de 1 Coríntios 14.26-40: Tudo no culto público deve ser feito para edificação e com organização

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 02/06/2013.

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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Exposição de 1 Coríntios 14.20-25: O falar em línguas e a profecia têm propósitos diferentes

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 26/05/2013.

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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Mudanças em minha Teologia e em minha Vida (Parte 3)

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Parte: [1] [2] [3] [4]

Mudanças em minha Teologia (continuação)

Cessacionismo

Como eu fui salvo num contexto pentecostal, mesmo quando abandonei a visão pentecostal do batismo com o Espírito Santo, em 2005, continuei crendo na atualidade dos dons espirituais extraordinários, como línguas, profecia, dons de curar, etc. Para mim era difícil conceber que eles tivessem cessado em algum ponto da história.

Isso começou a mudar em 2006, depois que li a Teologia Sistemática de Wayne Grudem, por incrível que pareça. Grudem defende a atualidade desses dons espirituais, porém duas coisas em sua Sistemática me levaram a questionar isso.

Primeiro, Grudem acredita que os apóstolos cessaram no primeiro século, de modo que não existem mais apóstolos nos dias de hoje, porque um dos principais requisitos para o apostolado era ter sido testemunha da ressurreição do Senhor Jesus (At 1.21,22; 1Co 9.1; 15.8), o que seria impossível atualmente. Esse argumento me convenceu de que os apóstolos cessaram de fato. Porém, eu percebi que, admitindo que alguma coisa existente na Igreja primitiva havia cessado, uma porta se abria para que outras coisas também tivessem cessado. Isso me levou a perceber que, no fundo, todo verdadeiro cristão é cessacionista de alguma forma, pois todos crêem que o Novo Testamento está encerrado e que não se pode acrescentar nenhum novo escrito ao cânon.

Segundo, Grudem defende que a profecia do Novo Testamento não é normativa e infalível como a profecia do Antigo Testamento, e que há novas profecias hoje. Ele diz que as profecias de hoje não são normativas e infalíveis para salvaguardar o princípio fundamental da Reforma: a suficiência das Escrituras (Sola Scriptura). Essa posição de Grudem abriu os meus olhos para algo que nunca tinha percebido antes: a existência de profecias modernas contraria a suficiência das Escrituras. Se alguém hoje pode receber uma nova revelação de Deus e transmiti-la a outros, essa nova revelação também é Palavra de Deus e consiste em regra de fé e de prática juntamente com as Escrituras, aniquilando sua suficiência. Grudem procura fugir dessa implicação dizendo que a profecia do Novo Testamento podia falhar e não era proferida como algo normativo. Hoje a profecia funcionaria quase como a emissão de uma opinião pessoal: “pareceu-me bem te dizer isso”. Porém, essa explicação de Grudem não me convenceu, por alguns motivos: primeiro, não há nenhuma evidência bíblica de que a profecia do Novo Testamento é diferente da do Antigo; segundo, 2Pe 1.21 mostra que a natureza de toda profecia é a mesma; terceiro, Ágabo, um profeta do Novo Testamento, profetizava infalivelmente, pois suas profecias aconteciam (At 11.27,28; 21.10,11,27-36), e de forma normativa, pois a fórmula de sua profecia (“isso diz o Espírito Santo”, At 21.11) era tão autoritária quanto o “assim diz o SENHOR” do Antigo Testamento. Assim, eu rejeitei a visão da profecia de Grudem como algo falível e não-normativo e comecei a ter dúvidas sobre a atualidade desse dom espiritual. Apesar disso, eu ainda não afirmava categoricamente que esse dom havia cessado.

Em 2009, quando deixei definitivamente o meio pentecostal, ao começar a congregar na Igreja Batista Central de Campinas, eu voltei a refletir sobre a cessação dos dons, especialmente o dom de profecia. Vi um forte argumento para a cessação da profecia na era apostólica em Ef 2.20: “edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular”. Paulo afirma que os apóstolos e profetas estão relacionados com o fundamento da Igreja. Como o fundamento de um edifício só é lançado uma vez, segue-se que os apóstolos e os profetas não são mais necessários agora que o fundamento da Igreja já foi lançado. Porém, eu precisava saber a identidade desses profetas: eram os profetas do Antigo ou do Novo Testamento? A resposta veio de um verso nesse mesmo contexto: “o qual, em outras gerações, não foi dado a conhecer aos filhos dos homens, como, agora, foi revelado aos seus santos apóstolos e profetas, no Espírito” (Ef 3.5). Paulo afirma que o mistério de que os gentios também participam da promessa de Cristo por meio do Evangelho foi revelado aos apóstolos e profetas “agora”, ou seja, na era apostólica. Se os profetas dessa passagem são os do Novo Testamento, segue-se que em Ef 2.20 também são. A conclusão é que os profetas do Novo Testamento também estão envolvidos no fundamento da Igreja, de modo que já cumpriram o seu papel e não são mais necessários atualmente, assim como os apóstolos. No final de 2009 eu já estava praticamente convicto da cessação do dom de profecia.

No final de 2010, depois de ter conhecido Jacilene, eu voltei a estudar o assunto dos dons espirituais. Examinando o texto de 1Co 13, observei que, se a profecia cessou na era apostólica, o mesmo deve-se dizer do dom de línguas. Paulo afirma: “O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos. Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado” (1Co 13.8-10). A ideia passada é que profecias, línguas e ciência serão aniquiladas quando o perfeito vier. Se a profecia já cessou, como Ef 2.20 indica, segue-se que o perfeito já veio e as línguas também cessaram. Comecei a entender o perfeito como o fechamento do cânon das Escrituras no final da era apostólica e que, assim, pelo menos o dom de profecia, o de ciência, o de línguas e o dom associado de interpretação de línguas tinham cessado na era apostólica.

Admitir a cessação de alguns dons abriu caminho para que eu entendesse que outros dons também haviam cessado. Por exemplo, observei que os dons de curar e a operação de milagres estavam relacionados com os apóstolos e seus auxiliares (At 2.43; 6.8; 8.6), e que nem todos os cristãos os possuíam. Paulo inclusive apresenta os sinais, prodígios e poderes miraculosos como credenciais do apostolado (2Co 12.12). Assim, se os apóstolos cessaram no primeiro século, esses dons miraculosos cessaram com eles. Além disso, os milagres realizados por Cristo e por esses homens são chamados de sinais (Jo 2.11; At 2.43), palavra que mostra o caráter revelacional desses dons, que apontavam para Cristo. Se esses dons também eram revelacionais, como a profecia, eles também tinham cessado com o término das Escrituras, a revelação permanente de Deus e única regra de fé e de prática para o povo de Deus. Dessa forma, posso dizer que em dezembro de 2010 eu já era um cessacionista. Os estudos que vieram depois só vieram fortalecer essa convicção em meu coração.

Em 2011, li o livro A Profecia no Novo Testamento (George W. Knight), que fundamentou melhor o entendimento de que a profecia no Novo Testamento também era infalível e normativa, da mesma natureza que a profecia do Antigo Testamento. Também li o livro Línguas: Sinal de maldição e de benção do pacto (O. Palmer Robertson), que mostrou que o dom de línguas tinha um propósito específico para a era inicial da Igreja: sinalizar a benção do Evangelho agora dirigido a povos de todas as línguas e a maldição ao antigo povo da aliança, Israel, que rejeitou o Messias (1Co 14.21,22). Aprendi que o dom de línguas também era revelacional, pois aqueles que o possuíam falavam inspiradamente (At 2.4; o verbo traduzido como “falassem”, no grego, tem o sentido de “falar inspiradamente”). Exercê-lo nos dias de hoje implicaria em nova revelação, o que eu já tinha compreendido ser impossível.

Finalmente, no final de 2011, li um livro esclarecedor chamado Teologia Bíblica (Geerhardus Vos), onde aprendi que a revelação está totalmente relacionada com a história da redenção (Am 3.7). Quando há atos redentores, como a viagem de Abraão de Ur para Canaã, a saída de Israel do Egito, a monarquia em Israel e a vinda do Messias, há revelação de Deus acompanhando esses atos redentores. Por outro lado, quando não há atos redentores, não há revelação. Isso pode ser observado, por exemplo, no período anterior à monarquia em Israel, quando a palavra do Senhor era rara e as visões não eram frequentes (1Sm 3.1), e também no período de quatrocentos anos entre Malaquias e João Batista, quando não houve revelação da parte de Deus. Esse princípio, de que redenção e revelação andam juntas, explica porque os dons revelacionais cessaram depois da era apostólica. Depois que Jesus veio ao mundo, realizando os últimos atos redentores de Deus e revelando o próprio Deus, por meio de Sua pessoa (Hb 1.1,2) e dos Seus apóstolos (Hb 2.3,4), novamente a revelação cessou, tendo sido preservada para as próximas gerações nas Escrituras. Agora nós só teremos nova revelação quando o último ato redentor de Deus tiver lugar, na segunda vinda de Cristo (1Co 1.7).

Portanto, eu assumi o cessacionismo como posição teológica em dezembro de 2010, fundamentando-o melhor em minha mente no decorrer de 2011.

Todas essas mudanças teológicas (batismo infantil, governo presbiteriano, domingo como sábado cristão e cessacionismo) me tornaram inadequado para uma Igreja Batista, pois eu já era um presbiteriano. Por isso, tomei a decisão de me mudar para a Igreja Presbiteriana do Brasil, tão logo fosse possível.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Mudanças em minha Teologia e em minha Vida (Parte 2)

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Parte: [1] [2] [3] [4]

Mudanças em minha Teologia

Batismo infantil

Desde que eu me tornei reformado, alguns conceitos reformados sobre o batismo e a Ceia do Senhor já eram claros para mim. Por exemplo, eu já os considerava como sacramentos e meios de graça, e não apenas como símbolos (At 22.16; 1Co 10.16). Além disso, eu já entendia que a forma do batismo não precisava ser a imersão, mas que também poderia ser a aspersão ou a efusão (cf. Ez 36.25; Jl 2.28). Mesmo quando eu me mudei para a Igreja Batista Central de Campinas, essas concepções sobre os sacramentos não mudaram.

Outro aspecto da teologia reformada do qual eu já tinha algum entendimento desde os primeiros meses de reformado era a teologia do pacto. Eu já entendia que o Antigo e o Novo Testamento não eram duas alianças distintas, mas a mesma aliança da graça administrada de maneiras distintas; que havia continuidade entre Israel no Antigo Testamento e a Igreja no Novo Testamento; que a Lei moral de Deus, os Dez Mandamentos, eram válidos no Novo Testamento tanto quanto eram no Antigo, de maneira que tudo o que não era abolido no Novo Testamento era válido para os dias de hoje; e até mesmo que a circuncisão do Antigo Testamento era equivalente ao batismo do Novo Testamento, e a Páscoa, à Ceia do Senhor.

Apesar disso, porém, eu ainda não aceitava o batismo infantil, por fazer uma falsa aplicação do Princípio Regulador do Culto, o qual afirma que “o modo aceitável de adorar o verdadeiro Deus é instituído por ele mesmo, e é tão limitado pela sua vontade revelada, que ele não deve ser adorado segundo as imaginações e invenções dos homens, ou sugestões de Satanás, nem sob qualquer representação visível, ou de qualquer outro modo não prescrito nas Santas Escrituras” (Confissão de Fé de Westminster 21.1). Como o batismo é elemento do culto e como não há nenhum mandamento ou exemplo explícito de batismo infantil no Novo Testamento, eu raciocinava que ele não deve ser praticado. Eu reconhecia que havia continuidade entre a circuncisão e o batismo, de modo que ambos significam a mesma realidade espiritual (Cl 2.11,12). Mas quando observava algumas diferenças entre a circuncisão e o batismo, como o fato de a circuncisão ser aplicada apenas a homens e o batismo ser aplicado também a mulheres, eu entendia que a descontinuidade entre os dois ritos se manifestava também na exclusão dos recém-nascidos do batismo. Outro fato que me impedia de receber o batismo infantil era a ligação íntima existente entre batismo e fé (Rm 6.3,4; Cl 2.11,12). Se os recém-nascidos não podem exercer fé, então não podem receber o batismo, eu pensava.

Quando conheci Jacilene resolvi reexaminar o assunto. Peguei a Teologia Sistemática de Berkhof e reli todos os capítulos sobre o pacto das obras, o pacto da graça e os sacramentos, especialmente o batismo, que eu já havia lido em 2008. Também li um livro chamado O Batismo Infantil, com capítulos de John Sartelle, John Evans, Paulo Anglada e Joseph Pipa. Essas leituras abriram meus olhos para dois fatos que eu nunca tinha observado muito bem, e que eram o que faltava para que eu recebesse o batismo infantil como bíblico. Primeiro, descobri que no Novo Testamento os filhos dos crentes também fazem parte da aliança, assim como acontecia no Antigo Testamento (At 2.38,39; At 16.31; 1Co 7.14). Logo, se no Antigo Testamento os filhos dos crentes recebiam o selo da aliança (a circuncisão), no Novo Testamento eles também deveriam receber esse selo (o batismo). Segundo, observei que a circuncisão também estava intimamente ligada à fé, tanto que é chamada de “selo da justiça da fé” (Rm 4.11), e mesmo assim era aplicada a crianças que ainda não tinham fé. Logo, a ligação da fé com o batismo não era um motivo bom o suficiente para negá-lo aos recém-nascidos.

Assim, minha argumentação não deveria ser que, se não há exemplo claro de batismo infantil no Novo Testamento, ele não deve ser praticado, mas sim que, se não há proibição do batismo infantil no Novo Testamento, ele deve ser praticado. O fato de o batismo ser aplicado também a mulheres no Novo Testamento não deveria ser um problema, pois isso apenas indicaria a amplitude maior da Nova Aliança em relação à Antiga. Faz sentido a aliança se tornar mais ampla para que as mulheres também recebam o selo da aliança, mas não faz sentido que a aliança retroceda, de modo que os recém-nascidos, que faziam parte da aliança no Antigo Testamento e continuam fazendo parte no Novo, deixem de receber o selo da aliança. E finalmente, a ligação entre o batismo e a fé não deveria inibir o batismo infantil, porque o recém-nascido pode ser batizado na esperança de que exerça fé no futuro, e bem pode ser que ele já tenha sido regenerado e já tenha uma fé incipiente, como João Batista, cheio do Espírito Santo já do ventre materno (Lc 1.15).

Chegando a essas compreensões sobre o batismo infantil, eu o recebi como bíblico na primeira quinzena de outubro de 2010.

Governo presbiteriano

Quando eu estudei a Teologia Sistemática de Wayne Grudem em 2006, passei a entender que a forma de governo eclesiástico mais bíblica era o congregacionalismo. Nessa forma de governo, cada igreja local é absolutamente independente das outras, os oficiais são eleitos pela própria igreja local e é a igreja local toda reunida quem exerce o governo, por meio das assembléias, onde todos os membros decidem todos os assuntos da igreja. A autoridade dos oficiais para governar não é diferente da que tem todo crente e sua única diferença em relação aos demais é sua função de ensinar e de administrar a igreja. Nenhuma estrutura que não seja a igreja local pode impor qualquer coisa a essa igreja, e qualquer relação com outras igrejas tem em vista apenas a cooperação na obra de Deus.

Quando passei a congregar na Igreja Batista Central de Campinas, em 2009, comecei a observar alguns problemas práticos com o congregacionalismo, que pareciam contrariar algumas doutrinas bíblicas sobre a natureza da Igreja. Por exemplo, a independência de cada igreja local promovida por esse modelo, na prática, produzia uma diferença doutrinária tão grande entre as igrejas que não era possível ver nenhuma unidade na Igreja visível. Além disso, a ideia de que todos os membros da igreja local a governavam juntamente com os oficiais fazia esses oficiais tão subordinados aos membros que muitos pastores caíam na tentação de ensinar, não o que os membros precisavam ouvir, mas o que queriam ouvir, para agradá-los.

Assim, em 2010, quando reli alguns capítulos da Teologia Sistemática de Berkhof sobre os sacramentos, também reli os capítulos referentes à forma de governo. Isso me fez repensar qual era a forma de governo eclesiástico mais bíblica. Observei que, ainda que toda a igreja local tivesse autoridade para resolver certos assuntos, como a eleição de oficiais (At 14.23), muitos outros assuntos, como questões doutrinárias, só os oficiais decidiam. Além disso, percebi que as igrejas locais do primeiro século não eram absolutamente independentes umas das outras, mas havia uma estrutura acima delas que exercia autoridade. Esses dois fatos podem ser vistos no Concílio de Jerusalém, em Atos 15. A Igreja de Antioquia teve um problema com judaizantes que ensinavam os gentios a se circuncidarem (v.1). Porém, esse caso não foi resolvido pela própria Igreja de Antioquia, mas foi levado a uma assembleia maior de oficiais (apóstolos e presbíteros), que se reuniram para examinar a questão (vv.2,6). Nessa assembleia, somente oficiais discutiram o assunto (vv.7-21) e decidiram a respeito dele (At 16.4).

Essa percepção, juntamente com muitos outros fatos da Escritura que não cabe enumerar aqui, me levou a reconhecer o presbiterianismo como o governo mais bíblico, também em outubro de 2010.

Domingo como Sábado Cristão

Logo quando me tornei reformado, comecei a entender que os Dez Mandamentos eram um resumo da Lei moral de Deus, e que essa Lei era essencialmente a mesma do Novo Testamento. Esse entendimento era fruto dos seguintes fatos: os Dez Mandamentos têm um caráter único, pois foram escritos em tábuas de pedra pelo dedo de Deus (Ex 31.18; Dt 5.22); na Nova Aliança esses mesmos mandamentos que haviam sido inscritos em tábuas de pedra seriam inscritos na mente e no coração do povo de Deus (Jr 31.31-33); Jesus não veio revogar a lei, mas cumpri-la (Mt 5.17,18); os Dez Mandamentos são repetidos no Novo Testamento em diversas passagens (Mt 5.21-37; 19.17-19; Rm 13.8-10; Tg 1.25; 2.8-12); e os dois grandes mandamentos mencionados por Cristo – amar a Deus de todo coração e amar ao próximo como a si mesmo – são apenas resumos da Lei (Mt 22.34-40). Tudo isso mostrava o caráter permanente dos Dez Mandamentos.

Esse entendimento a respeito da permanência dos Dez Mandamentos no Novo Testamento obviamente incluía o quarto mandamento, que trata da guarda do dia de descanso. O argumento de alguns de que o sábado era um mandamento da Lei cerimonial não fazia sentido para mim, pois se todos os outros nove mandamentos eram parte da Lei moral, seria incoerente que apenas o quarto mandamento fosse cerimonial. Cristo mesmo tinha afirmado a validade do sábado no Novo Testamento (Mc 2.27,28). Além disso, o sábado já era guardado antes da entrega dos Dez Mandamentos no Monte Sinai (Gn 2.2,3; Ex 16.22-30), assim como todos os outros nove mandamentos.

Eu também já entendia que o quarto mandamento, também válido no Novo Testamento, deveria ser guardado por meio de um santo repouso durante todo o dia, com a abstenção de qualquer ocupação temporal, como trabalho, comércio, estudos, lazer, etc, e uma dedicação exclusiva à adoração pública e particular (Ex 20.8-11; Is 58.13,14), com exceção do tempo necessário para os deveres de necessidade e misericórdia (Mt 12.1-14).

Mas apesar de eu já compreender perfeitamente que o sábado era válido no Novo Testamento, eu ainda não concordava que havia ocorrido uma mudança no dia de descanso do Antigo para o Novo Testamento, do sétimo para o primeiro dia da semana, e que o domingo era o sábado cristão. Eu entendia que a essência do quarto mandamento era guardar um dia em sete, e que não importava o dia da semana que era guardado, se o sábado ou se o domingo. Mas embora eu tivesse essa compreensão a respeito do quarto mandamento, só comecei a me esforçar por guardá-lo no ano de 2009, procurando descansar no primeiro dia da semana, escolhendo esse dia pela conveniência.

Porém, tudo isso começou a mudar no dia 29 de outubro de 2010, quando conheci pessoalmente Pr. Emerson Iglesias, pastor de Jacilene, e compartilhei com ele minha dificuldade de entender o domingo como o sábado cristão. Ele me deu alguns argumentos para a mudança do dia, do sétimo para o primeiro, e me recomendou o livro O Dia do Senhor (Joseph Pipa).

Assim, comecei a leitura de O Dia do Senhor, onde encontrei argumentos convincentes para a mudança do dia. O primeiro fato a ser considerado é que Jesus ressuscitou no primeiro dia da semana (Jo 20.1) e apareceu algumas vezes aos discípulos, após a ressurreição, no primeiro dia da semana (20.19,26). Isso por si mesmo não indica nada. Porém, um segundo fato importante é que, após a ressurreição, os cristãos passaram a adorar no primeiro dia da semana (At 20.7-12; 1Co 16.1,2), o que na primeira passagem é indicado pela pregação e Ceia, elementos de culto, e na segunda passagem indicado pela coleta de ofertas, também um elemento de culto. Isso é muito significativo, porque o dia de adoração no Antigo Testamento era o sétimo, e se os cristãos passaram a adorar no primeiro dia da semana, isso mostra que ocorreu uma mudança no dia de adoração a Deus. Finalmente, há um fundamento teológico para a mudança do dia em Hb 4.9,10: “Portanto, resta um repouso para o povo de Deus. Porque aquele que entrou no descanso de Deus, também ele mesmo descansou de suas obras, como Deus das suas”. Não é possível fazer uma exegese dessa passagem aqui, mas a palavra “repouso” tem o significado de “repouso sabático” e é diferente da palavra usada para “descanso” nos versos anteriores. O autor aos Hebreus tem em vista aqui o dia de descanso semanal e afirma que ainda há um dia de descanso para o povo de Deus. Então, ele fundamenta isso, comparando a obra da criação com a obra da redenção. “Aquele” é melhor traduzido como “ele”, referindo-se a Cristo. No Antigo Testamento se guardava o sétimo dia, porque Deus criou em seis dias e descansou no sétimo. No Novo Testamento, porém, Cristo tem uma vida inteira de intenso trabalho e descansa da obra de redenção no primeiro dia da semana, com Sua ressurreição, quando Ele entra no descanso de Deus. O argumento, portanto, é que no Novo Testamento ainda há um dia de descanso, e esse dia é o mesmo em que Cristo descansou de Sua obra de redenção, o primeiro dia da semana.

Somado a esses fatos bíblicos, há alguns fatos históricos que provam a antiguidade da guarda do primeiro dia da semana. O Didaquê, um documento escrito no final do primeiro século, afirma que os cristãos adoravam no primeiro dia da semana, e o chama de Dia do Senhor, a mesma linguagem de João em Ap 1.10. Outros escritores antigos, como Inácio de Antioquia, afirmam a mesma coisa.

Alguns procuram negar a validade do sábado para o Novo Testamento apelando para passagens como Rm 14.5 e Cl 2.16,17. Mas essas passagens devem ser entendidas dentro do contexto maior de toda a teologia bíblica. Dessa forma, os dias de Rm 14.5 poderiam ser os dias de festas da religião judaica e os sábados de Cl 2.16,17, os sábados de anos da lei cerimonial.

Esses argumentos me convenceram de que o domingo é o sábado cristão, o Dia do Senhor, e o recebi como bíblico na segunda quinzena de dezembro de 2010.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Exposição de 1 Coríntios 14.13-19: O uso da mente é fundamental para a verdadeira espiritualidade

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 19/05/2013.

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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Seminário Teológico do Nordeste: um lugar onde Teologia e Vida se encontram

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Será possível encontrar uma escola de teologia onde o estudo teológico não seja divorciado da vida devocional? Onde os professores não sejam meros acadêmicos, mas pastores piedosos? Onde os alunos sejam estimulados não apenas a memorizar todos os paradigmas da 3ª declinação do grego coinê, mas também a se dedicar à adoração particular, doméstica e pública? Sim, essa instituição de ensino teológico existe, e o seu nome é Seminário Teológico do Nordeste (STNe).

De fato, o Seminário Teológico do Nordeste é um lugar onde Teologia e Vida se encontram. Na verdade, Teologia e Vida estão no próprio lema do STNe, que é "Pieta et Scientia" (Piedade e Conhecimento). Para que os leitores deste blog, especialmente os da região Norte e Nordeste, conheçam um pouco mais sobre o STNe, coloquei abaixo algumas informações do Seminário retiradas do próprio site. Muitas outras informações poderão ser encontradas no site, que pode ser acessado clicando aqui.

O Seminário Teológico do Nordeste é uma das instituições de ensino teológico da Igreja Presbiteriana do Brasil. Surgiu graças ao espírito empreendedor da Igreja Presbiteriana da Coreia, que enviou para Teresina o Rev. Sung Il Kang. 
Inaugurado em 1992, como Instituto Bíblico do Nordeste, tornou-se Seminário Teológico do Nordeste em 1995 , sendo formalmente recebido pela IPB em 2002, por decisão da reunião ordinária do Supremo Concílio, evento ocorrido no Rio de Janeiro sob a presidência do Rev. Roberto Brasileiro Silva. O Seminário, desde então, encontra-se sob a jurisdição da JURET N/Ne, que naquela data era presidida pelo presb. Uziel Furtado Gueiros Filho. A referida JURET designou os Revs. Maely Ferreira Vilela e Moisés Cavalcante Bezerril como diretor e capelão, respectivamente. Atualmente a direção é composta, desde janeiro de 2013, pelo Rev. José Alex Barreto Costa Barbosa (diretor) e pelo Rev. Jefté Laves de Assis (capelão).
O STNe se propõe a combinar três grandes objetivos, indispensáveis à formação pastoral, a saber: erudição, fidelidade doutrinária e piedade. Para tanto, dispõe de um colegiado de professores qualificados, atendendo aos padrões de titulação exigidos pela JET, que tem contribuído para que os seus discentes obtenham excelentes resultados em todas as edições do Exame Nacional de Formandos – o provão. 
O Seminário enfatiza a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento teológico, reafirmando sua fidelidade às Escrituras Sagradas, como única regra de fé prática, sua lealdade à Confissão de Fé de Westminster e seus Catecismos, sua obediência à Constituição da Igreja Presbiteriana do Brasil e sua permanente vigilância pela manutenção de um clima organizacional que valorize a espiritualidade, o companheirismo, a experiência pastoral e o ardor missionário. 
O patrimônio físico do STNe conta com uma chácara aprazível em um dos bairros residenciais de Teresina, onde se encontra um conjunto arquitetônico que compreende salas de aula, biblioteca, alojamentos para alunos solteiros e casados, residências de professores, capela e área de lazer com campo e quadra poliesportiva. Conheça, ore e ajude o STNe, uma casa de Profetas de Portas abertas para acolher e treinar vocacionados.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Exposição de 1 Coríntios 14.6-12: Falar em línguas sem interpretação não é proveitoso para a igreja

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 12/05/2013.

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segunda-feira, 13 de maio de 2013

A Pregação Autêntica

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Texto escrito pelo irmão Davi Luan Carneiro, no dia 6 de janeiro de 2013.

Em Mateus 3.7-12, vemos a conversa de João Batista com os fariseus e saduceus. Como precursor do Messias, João Batista foi um modelo de pregador. Que tal observarmos o seu diálogo, a fim de aprendermos sobre como é a pregação autêntica?

Em primeiro lugar, a pregação autêntica confronta o pecado. No verso 7, João Batista não hesitou em dirigir-se aos seus ouvintes com termos fortes e inconfundíveis: "Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura?". A pregação cristã não é auto-ajuda, nem consiste em discurso motivacional. Nosso objetivo não é acariciar o ego dos nossos ouvintes, nem dizermos palavras bonitas e inspiradoras. Precisamos, com sinceridade e amor, confrontar o pecado. É necessário mostrar o que é o pecado e a grande culpa que os pecadores carregam. Se não formos claros a respeito da natureza, engano e consequências do pecado, nossos ouvintes não poderão ser salvos. Eles nunca apreciarão a graça salvadora de Jesus Cristo, enquanto não conhecerem a miséria devastadora de seus próprios corações.

Além disso, a pregação autêntica convoca ao arrependimento. No verso 8, lemos a convocação de João Batista: "Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento". Em outras palavras, eles deveriam arrepender-se e mostrar obras comprovadoras do arrependimento. Esse tipo de mensagem é essencial no Evangelho de Cristo. Apesar de todas as pessoas serem pecadoras, Deus está disposto a perdoar e salvar todos aqueles que, em arrependimento, aproximam-se de Cristo pela fé. Somente Jesus salva, mas não existe salvação sem arrependimento. Os pregadores do Evangelho precisam entender que não podem deixar seus ouvintes confortáveis em suas vidas pecaminosas, mas devem incomodá-los com a mensagem do arrependimento.

João Batista continua, mostrando-nos que a pregação autêntica denuncia a falsa segurança. No verso 9, o profeta orienta seus ouvintes a não serem presunçosos, pensando que estão seguros simplesmente por serem descendentes de Abraão. Hoje em dia, há muitos que têm uma falsa segurança de salvação. Alguns sentem-se seguros por acharem que são boas pessoas. Outros, por sua vez, pensam que tudo está bem pelo fato de serem membros de uma igreja. Que cada um de nós tome cuidado! A verdadeira segurança de salvação é obra do Espírito Santo, que fala ao nosso coração por meio da Palavra de Deus, nos mostrando que fomos salvos pela maravilhosa graça do Senhor Jesus Cristo, que padeceu por nossos pecados e ressuscitou para nossa justificação. A pregação autêntica ensina isso. Ela denuncia a falsa segurança, a fim de que os ouvintes possam, pela graça, gozar da verdadeira segurança.

Em quarto lugar, a pregação autêntica adverte sobre o juízo final. No verso 10, João Batista fala com toda a ousadia: "E também agora está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo". A humanidade caminha segundo o seu próprio coração, vivendo conforme os seus desejos e desprezando o Seu Criador. As pessoas ignoram que, um dia, terão de comparecer perante Deus e serão julgadas por Ele. Esse juízo certamente virá. Será inescapável, exaustivo, definitivo. O Deus que vê tudo, inclusive as profundezas de cada coração, há de julgar a Sua criação. A pregação autêntica adverte sobre isso. Ela não deixa os pecadores continuarem vivendo como se nunca tivessem de prestar contas ao Senhor do universo.

O relato bíblico prossegue, ensinando-nos que a pregação autêntica anuncia o Senhor Jesus. No verso 11, João Batista aponta para o Messias, dizendo: "Eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas Aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de carregar". O supremo assunto da pregação cristã é o Senhor Jesus Cristo. Ele é o Rei do universo e toda a criação deve adorá-Lo. Ele é o Criador, que formou o mundo com Seu grande poder. Ele é o Sustentador, que mantém todas as coisas pela Sua Palavra. Ele é Aquele que se fez homem e viveu no meio de nós, vencendo o mundo, triunfando sobre as tentações e derrotando o diabo. Na cruz, movido por um grande e incompreensível amor, Jesus suportou a culpa dos pecados de Seu povo, para que pudesse libertá-lo para sempre. Além disso, ao terceiro dia Ele ressuscitou dentre os mortos e está vivo, assentado à direita do trono de Deus. Um dia, o Cristo ressuscitado voltará com grande poder, destruindo definitivamente todo o mal que há no mundo e trazendo toda a Sua Igreja para Si. Que maravilhoso é o Senhor Jesus Cristo! Quem é como Ele? Seu caráter é glorioso, Suas obras são poderosas! O pregador do Evangelho é sempre cristocêntrico. Seu grande assunto é a Pessoa e obra de Cristo. Toda a pregação gira em torno do Senhor Jesus e é, acima de tudo, realizada para a glória do Seu nome.

Por fim, a pregação autêntica celebra as riquezas da graça. Nos versos 11 e 12, João Batista fala sobre o dom do Espírito Santo e sobre o trigo sendo recolhido no celeiro. Acredito que um dos principais motivos pelo qual o povo cristão está perdendo o vigor espiritual é que os pregadores não têm ensinado a respeito das abundantes riquezas da graça de Deus. A Bíblia usa palavras elevadíssimas a respeito do que Deus fez, tem feito e fará em favor de Seus filhos, e a pregação autêntica precisa afirmá-las com toda a profundidade possível. Veja só o que encontramos, por exemplo, na carta de Paulo aos Efésios. Lá é dito que fomos eleitos antes da fundação do mundo (1.4), selados com o Espírito Santo da promessa (1.13), alvos da sobre-excelente grandeza do poder de Deus (1.19), ressuscitados juntamente com Cristo (2.5), colocados nas regiões celestiais em Cristo (2.6), presenteados com as abundantes riquezas de Sua graça (2.7-8) e amados com um amor que excede toda a compreensão humana (3.19). A lista poderia continuar indefinidamente, em Efésios e nos demais livros da Bíblia. A pregação autêntica celebra as riquezas da graça de Deus, que encontram-se abundantemente no Senhor Jesus Cristo.

Caso você seja um pregador, atente para o modelo de João Batista e pratique-o. E que todos nós possamos orar ao Senhor, clamando para que Ele desperte pregadores autênticos, que glorificarão o nome de Jesus e serão instrumentos de salvação e edificação para o mundo.

Com amor,
Davi.

sábado, 11 de maio de 2013

Soneto da Exegese

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Poema escrito pelo irmão Davi Luan Carneiro.

A exegese é tarefa da mente
É preciso usar a inteligência
Pensar com muito afinco
Raciocinar com coerência

A exegese é tarefa do coração
É preciso usar a sensibilidade
Deixar-se ser transformado
Alegrar-se com a verdade

Regue sua exegese com adoração
Celebrando o Autor da revelação
E compreenda os tesouros do Seu amor

Ao interpretar, seja interpretado
Pelo vislumbre da glória, transformado
E aproxime-se mais do Seu Senhor!

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Exposição de 1 Coríntios 14.1-5: A profecia é superior ao falar em línguas sem interpretação

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 05/05/2013.

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quarta-feira, 8 de maio de 2013

Exposição de 1 Coríntios 13.8-13: Os dons espirituais são passageiros diante da eternidade do amor

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 28/04/2013.

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Errata: O verbo traduzido como “conhecerei” no v.12, de fato, tem a forma da voz média no grego, mas como é um verbo depoente, o seu significado é da voz ativa. Assim, ele não tem um significado reflexivo (“me conhecerei”) como eu disse no sermão equivocadamente, mas ativo (“conhecerei”), como aparece em todas as traduções. Assim, a tradução mais literal do v.12, parte b, seria: “agora conheço em parte, mas então conhecerei exatamente como também fui conhecido”. Isso, porém, não afeta o argumento do sermão de que Paulo está falando sobre o conhecimento de si mesmo, como pode ser percebido pelo final do versículo (“como também fui conhecido”) e pela própria ilustração do espelho, onde ele se vê no espelho de forma obscura, e depois face a face.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Exposição de 1 Coríntios 13.4-7: A essência do amor é a busca pelo bem do próximo

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 21/04/2013.

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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Exegese de Atos 2.41-47

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O grande objetivo de Lucas nesta passagem é mostrar que a perseverança daqueles que são acrescentados à Igreja por meio da Palavra e do batismo resulta no acréscimo de outros pelo Senhor Jesus Cristo.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Exposição de 1 Coríntios 13.1-3: Amor é o que torna válido o exercício dos dons espirituais

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 14/04/2013.

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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Exposição de 1 Coríntios 12.27-31: Os dons espirituais são dados a cada membro do Corpo de Cristo

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 07/04/2013.

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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Exposição de 1 Coríntios 12.21-26: A variedade no Corpo de Cristo mostra a importância dos outros como membros desse Corpo

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 31/03/2013.

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segunda-feira, 25 de março de 2013

Exposição de 1 Coríntios 12.14-20: A variedade no Corpo de Cristo mostra a nossa importância como membros desse Corpo

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 24/03/2013.

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quarta-feira, 20 de março de 2013

Exposição de 1 Coríntios 12.12,13: O batismo com o Espírito Santo forma o Corpo de Cristo como uma unidade

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 17/03/2013.

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terça-feira, 19 de março de 2013

7 anos de Teologia e Vida

2 comentários

Dia 16 de março, o blog Teologia e Vida completou seu 7º aniversário. Quero aproveitar a ocasião para reafirmar o propósito deste blog e compartilhar como tenho buscado aplicá-lo em minha vida cristã.

O blog Teologia e Vida foi criado para mostrar que teologia e vida, doutrina e prática, conhecimento e piedade, são dois aspectos da fé cristã que não podem ser separados. Paulo diz em Colossenses 1.9,10:

“Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual; a fim de viverdes de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado, frutificando em toda boa obra e crescendo no pleno conhecimento de Deus”.

Observe como Paulo une teologia e vida de forma inseparável: ele deseja que os colossenses transbordem de pleno conhecimento da vontade de Deus (teologia), para que eles possam viver de modo digno do Senhor (vida), e viver de modo digno do Senhor significa não apenas frutificar em toda boa obra, mas também crescer no pleno conhecimento de Deus (teologia novamente). Paulo não separou essas duas realidades e nem nós devemos separá-las.

Porém, frequentemente nós as separamos. É muito comum que um cristão que começa a se aprofundar no estudo do Ser de Deus e de Suas obras se esqueça de que o objetivo desse aumento de conhecimento é um proporcional aumento de piedade. Esse erro é especialmente comum entre alguns irmãos reformados, que são especialmente afeitos ao estudo das Sagradas Escrituras. Da mesma forma, é bastante comum que um crente no Senhor Jesus esteja tão preocupado com a parte prática da religião que menospreze a importância do conhecimento de Deus. Muitos querem praticar a vontade de Deus antes mesmo de conhecê-la, o que é impossível. Nesse extremo encontram-se muitos irmãos pentecostais, absolutamente apaixonados por experiências e por um Cristianismo prático. Esses dois extremos – o abandono da vida em detrimento da teologia, e da teologia em detrimento da vida – estão errados.

Eu mesmo experimentei essa dicotomia entre teologia e vida. Eu era como um pêndulo, ora do lado da teologia, ora do lado da vida, sem nunca alcançar um equilíbrio. Assim, criei o blog Teologia e Vida, para lutar contra essa dicotomia, não apenas na vida dos outros, mas em minha própria. Certamente eu ainda luto para alcançar esse equilíbrio, assim como todo cristão que aguarda a manifestação dos filhos de Deus. Mas posso dizer que tenho sido muito auxiliado nessa tarefa desde que encontrei alguns modelos desse equilíbrio, ainda que imperfeitos: os puritanos dos séculos XVI, XVII e XVIII.

Além do próprio Senhor Jesus e dos heróis da fé bíblicos, não encontrei na história da Igreja melhores modelos de união entre teologia e vida do que os puritanos. Em seus escritos, eles entrelaçam de tal forma a doutrina e a prática que é impossível separá-las. A doutrina deles era profundamente prática, e a sua prática, essencialmente doutrinária. A melhor cristalização da visão puritana se encontra nos documentos da Assembleia de Westminster, especialmente a Confissão de Fé e os Catecismos Maior e Breve. E no Breve Catecismo de Westminter podemos ver a inseparabilidade da teologia e da vida:

Pergunta 3: Qual é a coisa principal que as Escrituras nos ensinam? Resposta: A coisa principal que as Escrituras nos ensinam é o que o homem deve crer acerca de Deus (teologia), e o dever que Deus requer do homem (vida).

Desejo que vocês, leitores deste blog, busquem sempre o equilíbrio entre teologia e vida. E quero motivá-los a aprender esse equilíbrio com esses nossos irmãos do passado, os puritanos, que conseguiram relacionar tão bem esses dois lados da mesma moeda. Muitos livros deles têm sido publicados em português pelas editoras Cultura Cristã, Fiel, Os Puritanos, PES, entre outras.

Que Deus nos ajude a alcançar esse entrelaçamento de teologia e vida em nós mesmos, a fim de que possamos glorificá-lO e gozá-lO para sempre! Amém.

terça-feira, 12 de março de 2013

Exposição de 1 Coríntios 12.7-11: Os dons espirituais são dados soberanamente pelo Espírito para serem úteis

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 10/03/2013.

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quarta-feira, 6 de março de 2013

Exposição de 1 Coríntios 12.1-6: Os dons espirituais têm sua origem no Deus Trino

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 03/03/2013.

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Exposição de 1 Coríntios 11.27-34: O autoexame é necessário antes da Ceia do Senhor para uma participação digna e livre da disciplina divina

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 24/02/2013.

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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Exposição de 1 Coríntios 11.23-26: A Ceia do Senhor deve ser celebrada conforme a instituição de Cristo

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 17/02/2013.

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Exposição de 1 Coríntios 11.17-22: As divisões na Igreja são incompatíveis com o culto público e a Ceia do Senhor

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 10/02/2013.

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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Exposição de 1 Coríntios 11.2-16: A autoridade do homem sobre a mulher exige posturas diferentes de ambos no culto público

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 03/02/2013.

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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Exposição de 1 Coríntios 10.23-11.1: O cristão deve comer e beber buscando o interesse do próximo

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 27/01/2013.

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Exposição de 1 Coríntios 10.14-22: O cristão deve fugir da idolatria

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 06/01/2013.

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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Exposição de 1 Coríntios 10.1-13: A apostasia é uma possibilidade real para os cristãos professos

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 30/12/2012.

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Exposição de 1 Coríntios 9.24-27: A vida cristã deve ser vivida com perseverança

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 23/12/2012.

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