terça-feira, 31 de julho de 2012

Exposição de 1 Coríntios 5.1-5: A disciplina eclesiástica é um dever da Igreja

Comente Aqui

Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 29/07/2012.

Para baixar este sermão em áudio, clique aqui.

Para ver os demais sermões em 1 Coríntios, clique aqui.

Errata: Quando menciono uma referência de Mt 20.22,23, entenda-se Jo 20.22,23.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Exposição de 1Coríntios 4.14-21: Os pregadores exercem vários papéis para com os crentes

Comente Aqui

Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 22/07/2012.

Para baixar este sermão em áudio, clique aqui.

Para ver os demais sermões em 1 Coríntios, clique aqui.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Resenha: Livro A Viagem do Peregrino da Alvorada (C.S. Lewis)

Comente Aqui


LEWIS, Clive Staples. As crônicas de Nárnia: A viagem do Peregrino da Alvorada. 2.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2009.

Clive Staple Lewis, conhecido como Jack pelos amigos, nasceu em Belfast, Irlanda, em 1898. Foi um professor universitário, teólogo anglicano, poeta e escritor. Junto com seu amigo, J.R.R. Tolkien, autor da trilogia “O Senhor dos Anéis”, fez parte do Inklings, um clube informal de escritores que se reuniam para discutir idéias para as histórias. Por muito tempo considerou-se um ateu convicto, até que foi trazido novamente à fé cristã, a qual passou a defender por meio de livros e escritos. A fascinação de Lewis por contos de fadas, mitos e lendas antigas, juntamente com a inspiração trazida da infância, levaram-no a escrever sete livros de fantasia para crianças, com forte conotação cristã, que resultaram no popular “As crônicas de Nárnia”. Escreveu trinta e oito livros, que venderam mais de duzentos milhões de cópias em trinta línguas, entre os quais estão “Cartas do inferno”, “Os quatro amores” e “Peso de glória”. Morreu em 1963.

“A viagem do Peregrino da Alvorada” é a continuação dos livros anteriores de “As Crônicas de Nárnia”: “O leão, a feiticeira e o guarda-roupa” e “Príncipe Caspian”.

O livro inicia com as férias de Edmundo e Lúcia na casa de Eustáquio, primo deles. Eustáquio é um garoto bastante irritante, de modo que seus primos não sentem muita simpatia por ele. Certo dia, Edmundo e Lúcia estavam conversando num quarto da casa de Eustáquio, diante de um quadro com a pintura de um barco. Eustáquio interrompeu a conversa, quando o quadro começou a se tornar cada vez mais vivo, a ponto de, finalmente, suas águas invadirem o quarto onde estavam. Quando se deram conta do que havia acontecido, já estavam em Nárnia, em meio ao oceano, sendo resgatados pelo barco que até a pouco só viam no quadro.

No barco, chamado Peregrino da Alvorada, eles se encontraram com alguns personagens conhecidos dos livros anteriores: Caspian, o jovem rei de Nárnia que Edmundo, Lúcia e seus irmãos tinham ajudado a subir ao trono, e Ripchip, um rato que ganhou uma importante batalha em livros anteriores. Edmundo e Lúcia, juntamente com seus irmãos Pedro e Susana, já haviam visitado Nárnia anteriormente, sendo inclusive reis e rainhas desse país.

Edmundo e Lúcia foram informados de que o objetivo da viagem do Peregrino da Alvorada era encontrar os sete amigos do pai de Caspian, que haviam sido mandados para os Mares Orientais e as Ilhas Solitárias pelo inimigo de seu pai. Porém, Ripchip tinha um objetivo mais sublime: encontrar o país de Aslam! Aslam é um leão que ocupa o lugar central de todos os livros das Crônicas de Nárnia e, segundo C.S. Lewis, representa o próprio Senhor Jesus Cristo. Com esses objetivos, o Peregrino prosseguiu viagem em direção ao oriente.

A primeira parada foi nas Ilhas Solitárias, onde as três crianças, Caspian e Ripchip foram seqüestrados por um comerciante de escravos. Coincidentemente, Caspian foi vendido a um dos amigos de seu pai, lorde Bern. Quando se identificaram, eles depuseram o governador das Ilhas Solitárias e lorde Bern foi constituído por Caspian governador no lugar do outro. Além disso, a escravidão foi abolida nessas ilhas e as três crianças e Ripchip foram libertados.

Eles prosseguiram em sua viagem em direção ao oriente, sendo tomados por uma tempestade que durou vários dias e que danificou em muito o barco. Quando a tempestade passou, chegaram a uma ilha. A chatice de Eustáquio na viagem continuou a mesma de quando ele estava em seu mundo, sempre reclamando e arrumando problemas com os outros tripulantes, de modo que ninguém gostava da sua companhia. Na ilha, Eustáquio resolveu se separar dos outros e dar uma volta, mas acabou se perdendo e se encontrando com um dragão que morreu diante de seus olhos. Ele foi até a caverna do dragão, onde colocou um bracelete e se transformou em um dragão. Depois de algum tempo ele foi reconhecido pelos tripulantes do Peregrino e passou alguns dias nessa forma. Até que, em certo dia, encontrou-se com Aslam, o leão, que lhe disse para tirar a roupa, ou seja, sua pele de dragão. Eustáquio tentou retirar várias vezes a pele, mas em vão. Até que o próprio Aslam retirou a pele de Eustáquio com suas garras, enfiando-as tão profundamente a ponto de Eustáquio pensar ter atingido seu próprio coração. Depois disso, Eustáquio voltou a ser humano, foi lançado nas águas por Aslam e, finalmente, vestido. Depois dessa experiência transformadora, Eustáquio mudou bastante e passou a ser mais amigável com todos. Esse é um dos pontos altos deste livro, onde C.S. Lewis apresenta uma excelente ilustração da regeneração do pecador, que só pode ser realizada pelo próprio Deus, e da justiça de Cristo, com a qual o pecador é vestido na conversão. O bracelete que Eustáquio havia usado foi reconhecido como de lorde Octasiano, outro dos amigos do pai de Caspian, e eles chegaram à conclusão de que o dragão morto era o próprio lorde.

Após essas aventuras, o Peregrino prosseguiu viagem, deparando-se com uma Serpente do Mar, que foi facilmente despistada pelos viajantes. Depois eles chegaram a uma ilha, onde encontraram um poço que transformava tudo em ouro. No fundo desse poço havia, inclusive, um homem feito de ouro, que eles deduziram ser mais um amigo do pai de Caspian. Esse poço foi motivo de briga entre eles, pois provocou uma ambição pecaminosa no coração de Caspian, mas essa briga terminou com uma súbita aparição de Aslam, que nem precisou dizer palavra alguma.

A viagem continuou e eles chegaram a uma ilha onde havia seres invisíveis, dos quais eles só ouviam as vozes. Descobriram que um mágico havia feito com que esses seres ficassem invisíveis, e esses seres pediram à Lúcia que tentasse encontrar no livro do mágico um feitiço que os tornasse novamente visíveis. Lúcia entrou na casa do mágico, onde leu o feitiço que tornava as coisas visíveis. Com o feitiço, ela tornou visível inclusive Aslam, que a levou ao mágico. O mágico explicou que os seres invisíveis eram anões, que por meio de um feitiço tinham ficado com apenas uma perna. Por terem se achado feios com uma perna só, eles desejaram ficar invisíveis, e essa era a razão pela qual estavam nesse estado. Porém, com o feitiço que Lúcia leu, eles ficaram visíveis novamente, e depois de elogiados por ela, que os chamou de “bonitinhos”, eles mudaram sua concepção sobre a própria aparência.

Após isso, os viajantes prosseguiram sua viagem. Eles chegaram à Ilha Negra, onde só havia escuridão, e encontraram um homem no meio do mar, que resgataram. O homem lhes disse para sair daquela escuridão, porque naquela ilha os sonhos se tornavam realidade, querendo dizer com isso os pesadelos. Então, o Peregrino rumou para fora da escuridão. Estando já a salvo da escuridão, eles descobriram que o homem resgatado era lorde Rupe, outro amigo do pai de Caspian.

Prosseguiram e chegaram a outra ilha, onde encontraram três homens dormindo em torno de uma mesa cheia de comida. Descobriram que esses três homens eram os lordes Revilian, Argos e Mavramorn, os últimos amigos do pai de Caspian que precisavam ser encontrados. Encontraram também uma moça, que era uma estrela. Ela lhes explicou que os homens tinham adormecido há sete anos. Quando esses homens chegaram à ilha, um deles pegou a Faca de Pedra, que a Feiticeira tinha utilizado para matar Aslam no primeiro livro da série, e com ela tentou ferir os companheiros. Ao tentar fazer isso, adormeceu juntamente com os outros dois, e adormecidos estavam até aquele dia. O pai da moça, também uma estrela, chamado Ramandu, explicou-lhes que para que os três adormecidos fossem despertados era necessário que um dos tripulantes do Peregrino fosse deixado no Fim do Mundo e os outros retornassem. Ripchip se dispôs a ficar no Fim do Mundo, pois esse era seu grande objetivo com a viagem.

Assim, o Peregrino continuou a viagem rumo ao Fim do Mundo. Navegaram por águas transparentes, onde podiam ver o fundo do oceano e também os habitantes dos mares. Chegaram a um local onde a água era doce e onde beberam abundantemente, pois era a melhor água que já tinham provado. Continuaram navegando até as águas tornarem-se tão rasas que era impossível continuar navegando com o Peregrino. Então, Caspian pediu que um bote fosse baixado às águas, para que ele fosse ao Fim do Mundo com Ripchip. Porém, a tripulação não concordou com sua decisão, de modo que ele ficou bastante irritado. Mas Aslam falou com ele, informando-o de que ele deveria voltar com os demais para Nárnia, e que apenas Ripchip, Edmundo, Lúcia e Eustáquio deveriam prosseguir no bote. Assim, eles se despediram e os quatro prosseguiram no bote em direção ao Fim do Mundo.

Eles podiam ver no horizonte uma parede de água marcando o Fim do Mundo, e mais além montanhas altas, cujos cumes não eram visíveis, que eles sabiam pertencer ao país de Aslam. Em certo momento, quando o bote encalhou, Ripchip entrou em um botezinho e continuou navegando em direção ao país de Aslam, até que ficou no topo de uma onda e depois desapareceu, chegando provavelmente ao país de Aslam. Os demais deixaram o bote e foram caminhando nas águas, cada vez menos profundas, até que chegaram à areia. Continuaram caminhando e encontraram um Cordeiro, que depois se tornou em um leão: Aslam. Uma clara referência a Jesus, que é o Cordeiro de Deus e o Leão da tribo de Judá. Eles perguntaram a Aslam se no mundo deles também havia um caminho para o país de Aslam, o que foi respondido afirmativamente. Também perguntaram se voltariam novamente a Nárnia, o que foi negado, pois deveriam chegar mais perto do próprio mundo em que viviam. Mas Aslam disse que também poderia ser encontrado no mundo deles, mas com outro nome, novamente uma clara referência a Jesus.

Finalmente, Aslam abriu uma porta no céu, de onde as crianças retornaram à casa de Eustáquio, como no início do livro, e Eustáquio passou a ser um menino melhor depois de toda essa experiência. O Peregrino da Alvorada, por sua vez, voltou para resgatar os lordes adormecidos e depois à Nárnia, onde Caspian se casou com a filha de Ramandu, a estrela.

Esse é um livro excelente, não apenas como peça de literatura fantástica, mas também como expositor de importantes verdades cristãs, especialmente a regeneração do pecador. Certamente não é um livro só para crianças, ainda que sua intenção original fosse alcançá-las principalmente. Pelo contrário, pessoas de todas as idades poderão se deliciar com a leitura desse livro e aprenderem importantes lições para toda a vida.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Exposição de 1Coríntios 4.9-13: O sofrimento faz parte da vida do cristão

Comente Aqui

Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 01/07/2012.

Para baixar este sermão em áudio, clique aqui.

Para ver os demais sermões em 1 Coríntios, clique aqui.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Exposição de Jó 1.20-21: Deus, o crente e o sofrimento

Comente Aqui

Sermão pregado por mim na Igreja Batista em Vila Perceu, Campinas/SP, em maio de 2012.

Para baixar o áudio, clique aqui.

Exposição de 1Coríntios 4.6-8: O orgulho é absurdo

Comente Aqui


Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 24/06/2012 e de 08/09/2013. O áudio disponível é do dia 08/09/2013.


Para baixar este sermão em áudio, clique aqui.

Para ver os demais sermões em 1 Coríntios, clique aqui.

sábado, 7 de julho de 2012

Exposição de 1Coríntios 4.1-5: Os pregadores devem ser julgados corretamente

Comente Aqui

Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 17/06/2012.

Para baixar este sermão em áudio, clique aqui.

Para ver os demais sermões em 1 Coríntios, clique aqui.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Exposição de 1Coríntios 3.18-23: O orgulho não deve estar no coração do cristão

Comente Aqui

Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 10/06/2012.

Para baixar este sermão em áudio, clique aqui.

Para ver os demais sermões em 1 Coríntios, clique aqui.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Exposição de 1Coríntios 3.16,17: A Igreja é muito importante para Deus

Comente Aqui

Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 03/06/2012.

Para baixar este sermão em áudio, clique aqui.

Para ver os demais sermões em 1 Coríntios, clique aqui.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

A necessidade da expiação

Comente Aqui

Trabalho elaborado por mim e apresentado ao Rev. Maely Vilela para avaliação na disciplina História do Pensamento Cristão 1, do Seminário Teológico do Nordeste.

A proposta deste trabalho será, em primeiro lugar, apresentar duas posições sobre a necessidade da expiação, em seguida, mostrar como elas foram defendidas no decorrer da história por diversos teólogos, especialmente nos períodos da Patrística, da Escolástica e da Reforma, e finalmente, concluir com uma rápida avaliação de qual posição se harmoniza melhor com o ensino bíblico.

A necessidade da expiação

Exposição de 1Coríntios 3.10-15: A obra de edificação da Igreja requer cuidado

Comente Aqui

Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 27/05/2012.

Para baixar este sermão em áudio, clique aqui.

Para ver os demais sermões em 1 Coríntios, clique aqui.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Exposição de 1Coríntios 3.5-9: Toda a glória pelo crescimento da Igreja pertence a Deus

Comente Aqui

Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 20/05/2012.

Para baixar este sermão em áudio, clique aqui.

Para ver os demais sermões em 1 Coríntios, clique aqui.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Exposição de 1Coríntios 3.1-4: O homem espiritual está sujeito a agir como o homem natural

Comente Aqui

Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 13/05/2012.

Para baixar este sermão em áudio, clique aqui.

Para ver os demais sermões em 1 Coríntios, clique aqui.
 

Teologia e Vida © Revolution Two Church theme by Brian Gardner
Converted into Blogger Template by Bloganol and modified by Filipe Melo