sábado, 14 de janeiro de 2012

Em busca do melhor para o relacionamento familiar

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“Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo” (1Pe 1.14-16).

”Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos” (1Pe 2.21).

Esse breve texto tem por objetivo mostrar alguns aspectos importantes sobre como buscar o melhor para o relacionamento familiar. O termo “melhor” dentro do texto não está se referindo a bens materiais, mas, sim, a bens espirituais, e um dos aspectos mais importantes é a busca ardente pela santidade. Devemos ir à procura da santidade de vida, devemos desejá-la desesperadamente.

Como diz o versículo, como filhos obedientes não devemos nos conformar com as paixões de antes. Ou seja, a santificação é o sinal de nossa transformação e de nossa obediência, a evidência de nosso compromisso com Deus. A santificação deve ocorrer de maneira individual, mas quando nos referimos à vida conjugal sabemos que surge outro aspecto: agora temos que nos santificar individualmente em nosso relacionamento particular com Deus e nos santificar com o nosso cônjuge e com os filhos em nossa vida familiar. Muitas vezes as pessoas se esquecem que devem ter uma vida de união familiar em todos os aspectos e que isso também inclui a vida espiritual. É assim que uma família obediente a Deus deve ser. Somos chamados por Deus a viver uma vida santa, uma vida de piedade, uma vida de obediência. Então, em todos os aspectos e áreas de nossas vidas, deve existir o sinal da santidade. Devemos olhar para Cristo como exemplo perfeito. Sabemos que nessa vida nunca vamos chegar à perfeição, mas mesmo assim devemos anelar por essa perfeição, fixando nossos olhos em Jesus.

Deus revela em Sua Palavra a regra de prática para as nossas vidas. Sabendo disso, entramos em um dos aspectos importantes para o relacionamento familiar, que é o estudo da Palavra de Deus. Certamente todos nós estudamos individualmente a Santa Palavra, mas dentro do núcleo familiar isso deve ser feito por toda a família, nas reuniões familiares, de preferência todos os dias. O estudo da Palavra de Deus é a única maneira de sabermos aspectos fundamentais para nossa santificação, e quando estudamos isso em família estamos nos certificando de que todos os membros estão aprendendo os mandamentos divinos, permitindo que a obediência a esses mandamentos seja cobrada, inclusive quando um dos membros falhar. Isso trará à luz os deveres e obrigações de cada componente da família, melhorando assim a convivência entre todos. E quando tratamos de uma família em que só um dos cônjuges é servo de Deus, essa se torna uma forma clara de evangelismo para o cônjuge descrente e para os filhos.

Cristo, nosso perfeito exemplo, deve ser seguido. Devemos seguir Seus passos e só conhecemos esses passos quando nos comprometemos com o estudo da Palavra de Deus. Através desse conhecimento adquirido passamos a viver uma vida de santificação e glorificação a Deus em tudo. Nós, mulheres e servas de Deus, somos conclamadas a viver uma vida digna diante de nosso Deus, e isso refletirá diretamente, de maneira positiva, dentro de nosso relacionamento familiar.

sábado, 7 de janeiro de 2012

O casamento deve ser indissolúvel

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“Ora, aos casados, ordeno, não eu, mas o Senhor, que a mulher não se separe do marido [...] e que o marido não se aparte de sua mulher.” (1Co 7.10,11).

No mundo moderno em que vivemos é comum a prática do divórcio. O casamento é considerado como um contrato temporário que vale de acordo com os benefícios atribuídos a ele, e quando esses benefícios acabam, o contrato é rompido. Em outros casos, o casamento serve como teste de vida que proporciona “felicidade”, e quando essa acaba não se pensa duas vezes antes de partir para outro. Essa visão é totalmente contrária aos preceitos bíblicos. Deus, em Sua Palavra, deixa claro que o casamento é indissolúvel, que o casamento não é um contrato e nem um teste, e sim um compromisso primeiramente com Deus, o qual deve ser para a vida toda, tendo como alicerce a própria Palavra de Deus.

Temos que levar em consideração que se tivermos alguns cuidados antes de tomar essa séria decisão, podemos evitar vários problemas futuros que podem levar à separação. Entre esses cuidados estão:
  • Desde o começo, usar a Bíblia como nossa regra. Para os servos de Deus, todas as decisões devem ser tomadas à luz da Palavra de Deus.
  • Não namorar por muito tempo. Sabemos que o namoro deve ocorrer apenas se a pessoa já tem a visão do matrimônio, e namorar por muito tempo levará o casal à tentação.
  • Não ser movido apenas pela emoção e sim pela razão. Os servos de Deus devem ser racionais.
  • Escolher uma pessoa que seja serva de Deus e busque a santidade para com nosso Deus.
  • Escolher uma pessoa que seja amável, boa, tolerante, flexível, entre outras características.
  • Não procurar a pessoa perfeita, pois todos nós somos pecadores.
  • Certificar-se de que a pessoa lhe completa fisicamente. Para isso bastam observações preliminares, não sendo justificáveis atos indevidos antes do matrimônio.
  • Observar os defeitos que podem atrapalhar o relacionamento futuro.
  • Certificar-se de que a família da pessoa escolhida seja de acordo com a união. Quando uma das famílias não é de acordo, há grande possibilidade de isso influenciar a convivência do casal, lembrando que o casamento não é apenas a união de duas pessoas, mas também de duas famílias.
  • Não ser precipitado.
Esses cuidados preliminares são fundamentais para se estabelecer uma família que terá como objetivo principal a glorificação de Deus, sabendo que uma boa relação entre os cônjuges influenciará diretamente no desenvolvimento espiritual, emocional e intelectual dos filhos. Ao optar pelo casamento devemos nos lembrar de todos os que estarão envolvidos nele.

Durante o casamento, os cuidados não devem ser abandonados. Muito pelo contrário, devemos nos policiar ainda mais para mantermos o amor um pelo outro, lembrando que o cônjuge deixou familiares, amigos, etc., para viver ao nosso lado, pessoa essa que irá participar de todos os momentos de nossa vida, tanto os bons como os ruins.

Vamos agora observar alguns fatores importantes para se manter o casamento firme até que a morte nos separe:
  • Não devemos deixar que os defeitos passem a “apagar” as virtudes do marido ou esposa.
  • Devemos considerar os nossos defeitos tendo em mente o quanto o nosso cônjuge nos tolera. Sabendo disso vamos ser mais tolerantes e flexíveis.
  • Devemos procurar evitar discussões e, assim, não acender a ira do cônjuge.
  • Devemos perdoar assim como desejamos ser perdoados.
  • Devemos ser longânimos. Essa paciência, em muitos casos, é a salvação de um casamento.
Nessa grande jornada, ame o seu cônjuge como você espera ser amado. Devemos sempre ter em mente que estamos debaixo da soberania de Deus e que negar o amor matrimonial é negar o que Deus nos impôs.
 

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