domingo, 28 de novembro de 2010

Nossa Depravação

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Já postei esse poema aqui, mas fiz umas modificações e estou atualizando.

Nossa Depravação

Em delitos e pecados nós morremos,
com olhos furtivos e lábios blasfemos.
No curso do mundo era meu caminhar:
Servo de trevas e potestades do ar.
Minha carne reinava sobre meu ser:
Um filho da Ira, pronto a perecer.

Mesmo depois de toda a afronta,
a salvação já estava pronta.
Das mais densas trevas Ele nos tirou.
Por isso que minh'alma canta:
merecíamos Sua Ira Santa
mas ainda sim Ele nos perdoou,
depois que pecamos como o acusador pecou.

Não há justo na terra, nem um sequer,
ninguém que Te entende, Te busca ou Te quer.
Todos são desviados do teu amor.
Suas obras são más: podridão e fedor.
Todos pecaram, sem Tua glória estão;
mas em Cristo Jesus temos redenção.

sábado, 20 de novembro de 2010

Universidade Mackenzie: Em defesa da liberdade de expressão religiosa

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A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 [LINK http://www.ipb.org.br/noticias/noticia_inteligente.php3?id=808] e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro. Para ampla divulgação.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A importância de uma esposa submissa (Parte 1)

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Parte: [1][2][3]



1) A submissão da esposa ao seu marido é um mandamento divino

"Esposas, sede submissas ao próprio marido, como convém no Senhor" (Cl 3.18).

A submissão da mulher dentro do núcleo matrimonial é um mandamento que deve ser cumprido, tendo como objetivo principal a glorificação e obediência a Deus. Paulo ensina que o homem e a mulher se completam, sendo iguais perante Deus (1Co 11.11-12). Porém, no casamento, o marido tem a liderança, à qual a esposa responde, e essa liderança lhe dá a iniciativa.

Para continuarmos a análise desse primeiro ponto, iremos usar um exemplo bíblico de uma esposa submissa: Sara, esposa de Abraão. Sara era natural da cidade de Ur, dos Caldeus, localizada às margens do Eufrates, ao sul da imponente Babilônia. Era a cidade mais importante da Suméria e possuía um porto por meio do qual se realizava o intercâmbio comercial com outros povos. Seus habitantes estavam entre os mais cultos da Mesopotâmia. Deixar um lugar como esse não era fácil para uma mulher, mas para responder ao chamado, Sara privou-se de uma cidade cosmopolita, bastante desenvolvida e com a infra-estrutura ideal para o estabelecimento de uma excelente residência, além de abrir mão de parentes e amigos. Andou por terras estranhas e desertos, dormindo em tendas (Hb 11.8-16). O exemplo de Sara deve ser seguido, levando em consideração dois pontos principais: a submissão a Deus e ao seu esposo. Seu exemplo é tão patente que o apóstolo Pedro, séculos depois, enalteceu-a pela obediência ao marido:

“Pois foi assim também que a si mesmas se ataviaram, outrora, as santas mulheres que esperavam em Deus, estando submissas a seu próprio marido, como fazia Sara, que obedeceu a Abraão, chamando-lhe senhor, da qual vós vos tornastes filhas, praticando o bem e não temendo perturbação alguma” (1Pe 3.5-6).

Então, já sabemos como deve ser o comportamento da esposa dentro do casamento. Agora vamos entrar em uma questão que gera muitas dúvidas: “a esposa deve ser submissa ao esposo incrédulo?”. A resposta é bem clara e direta: a esposa deve sim ser submissa ao marido, mesmo sendo ele descrente. Como o apóstolo Pedro ensina, a submissão da esposa convertida ao marido não convertido é uma forma clara de evangelismo, pois através do seu santo testemunho, ele vive diariamente com uma serva temente a Deus:

“Mulheres, sede vós, igualmente, submissas a vosso próprio marido, para que, se ele ainda não obedece à palavra, seja ganho, sem palavra alguma, por meio do procedimento de sua esposa, ao observar o vosso honesto comportamento cheio de temor” (1Pe 3.1-2).

As mulheres cristãs são conclamadas a seguir o exemplo de Sara, que em tudo foi submissa ao seu marido. Os maridos, por sua vez, devem se sentir responsabilizados por terem tamanho tesouro em suas mãos (Pv 31.10). Eles devem amar, respeitar e tratar suas esposas com carinho, para que a submissão delas não seja um fardo, mas um privilégio.

Nova colaboradora: Jacilene Santos da Silva

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É com muita alegria que anuncio a entrada de uma nova colaboradora para o blog Teologia e Vida: a irmã Jacilene Santos da Silva.

Jacilene é uma jovem de vinte anos e mora em Parnaíba, PI. Foi convertida aos onze anos e, um ano depois, foi batizada já como uma reformada convicta, herdeira da teologia puritana do século XVII. É membro da Igreja Presbiteriana Filadélfia, onde serve no ministério de evangelismo pessoal e de ensino na Escola Bíblica Dominical da Congregação Presbiteriana Nova Jerusalém. Está no último ano do curso técnico de Construção Civil, no Instituto Federal do Piauí, e trabalha como Técnica em Edificações.

Pela providência de Deus, Jacilene veio a se tornar minha namorada e tem sido uma grande benção em minha vida. Por meio de sua perspicaz inteligência e grande sabedoria, somadas ao seu vasto conhecimento bíblico e teológico, ela tem ajudado muitos cristãos, inclusive eu, em sua peregrinação espiritual. Creio que ela também será uma grande benção na vida de todos os leitores do nosso blog.

Jacilene, minha puritana nordestina, seja bem-vinda e que Deus te use grandemente, para a glória Dele!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Guerra Contra o Pecado

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Para quem não sabe, eu faço parte de um grupo de missões urbanas aqui do Ceará. A Missão GAP prega em escolas, formando reúniões uma vez por semana onde os alunos são convidados a participar. Como as atividades escolares estão acabando, as reuniões do GAP deste ano estão indo junto. Na última reunião do núcleo que faço parte, passamos o vídeo "Faça Guerra", de John Piper e depois pregamos para os cristãos. Quem quiser conhecer nosso trabalho, aqui vai a filmagem da pregação. Orem por nós,para que possamos levar teologia bíblica para jovens cristãos e levar o evangelho para os jovens perdidos. Que Cristo ilumine Sua Igreja.

 

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