sábado, 29 de maio de 2010

A Roupa da Mulher Cristã

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É pecado a mulher usar calça comprida?

O apóstolo João diz que "o pecado é a transgressão da lei" (I Jo.3.4). Logo, apenas aquilo que é proibido pela Lei de Deus, revelada nas Escrituras, é pecado.

Como a Bíblia não proíbe o uso de calça por parte da mulher (afinal, nem mesmo existia calça naquela época), nós não podemos dizer que isso é pecado. As roupas variam de acordo com a época e a cultura dos povos, e não devemos estabelecer regras desnecessárias com respeito a esse assunto.

Apesar disso, a Bíblia tem algo a dizer sobre nossas vestes:

"Da mesma sorte, que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso, porém com boas obras (como é próprio às mulheres que professam ser piedosas)" (I Tm.2.9-10).

"Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranqüilo, que é de grande valor diante de Deus" (I Pe.3.3-4).

O ensino central dessas passagens é que nossas roupas, tanto as dos homens como as das mulheres, devem ser decentes, reguladas pelo bom senso e pelos princípios gerais da Palavra de Deus. Ou seja, não devem ser roupas que possam levar outros ao pecado, como a inveja e a lascívia. Além disso, não devemos nos preocupar demasiadamente com a forma com que nos vestimos, usando roupas e jóias caras, com o fim de sermos vistos. Pelo contrário, nossa preocupação principal deve ser com nosso interior, que é o que realmente importa para Deus.

Regras não bíblicas para regular a forma como nos vestimos são totalmente ineficazes. O pecado começa sempre no coração (Mt.15.19) e regras exteriores não podem resolver esse problema. Muitas mulheres que não usam calça, sob a alegação de que isso é muito sensual, usam saias ou vestidos bastante curtos ou com cortes enormes que ficam muito mais escandalosos, provando a ineficácia de tais mandamentos humanos.

Encerro com as seguintes palavras do apóstolo Paulo:

"Se morrestes com Cristo para os rudimentos do mundo, por que, como se vivêsseis no mundo, vos sujeitais a ordenanças: não manuseies isto, não proves aquilo, não toques aquiloutro, segundo os preceitos e doutrinas dos homens? Pois que todas estas coisas, com o uso, se destroem. Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade" (Cl.2.20-23)

terça-feira, 25 de maio de 2010

Por que Cristo morreu?

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"Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus." (1 Pe 3.18)


Há cerca de dois mil anos atrás, a história da humanidade registrou um episódio singular. Tão incrível foi a cena, que “houve trevas sobre toda a terra” (Mt 27.45) e “tremeu a terra, fenderam-se as rochas” (Mt 27.51). O único homem perfeitamente justo que já andou sobre este mundo estava sendo crucificado, como um malfeitor. O bendito Autor da Vida estava morrendo em uma cruz maldita. O Soberano Senhor do Universo, estando em forma de homem, definhava no Calvário!

Estamos falando de Jesus Cristo. Ele, sendo eternamente Deus junto ao Pai, veio ao mundo, assumiu a natureza humana e suportou a morte de cruz. É certo que Jesus, por ser o Criador de todas as coisas, não foi uma vítima indefesa de Suas criaturas. Ele mesmo afirmou: “Ninguém tira a minha vida; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para entregá-la e também para reavê-la” (Jo 10.18).

Com que propósito, então, Jesus entregou a sua vida na cruz? Por que Ele desejou derramar Seu precioso sangue?

A Bíblia diz que Jesus morreu “pelos pecados, o justo pelos injustos”. Aquele que é gloriosamente santo morreu em favor daqueles que são miseravelmente pecadores. Observem a história da redenção! O homem, criado em retidão e perfeição, rebelou-se contra Deus, desobedecendo a Sua Palavra e colocando-se, por isso, debaixo de Sua ira (Ef 2.3). A justiça de Deus demanda a punição do pecado humano. A situação do homem, devido ao seu pecado, tornou-se desesperadora.

Vejam, caros amigos, que este estado de pecado refere-se a todas as pessoas, sem exceção, inclusive a mim e a você. Todos nós somos pecadores e, portanto, merecemos a santa ira de Deus. Nossas obras de caridade não podem apagar nossos pecados. Tentarmos ser pessoas melhores não cancelará as milhares de maldades que cometemos até hoje e que, com certeza, ainda cometeremos durante a nossa vida. Não podemos ajudar a nós mesmos. A distância entre o homem e Deus tornou-se imensurável, pois Ele é santíssimo e não pode tolerar o pecado.

Deus, contudo, por Seu grande amor e sendo rico em misericórdia, desejou salvar o homem perdido. Com este objetivo, Ele enviou Seu Filho Jesus Cristo a este mundo, para viver uma vida de plena justiça e morrer na cruz do Calvário, carregando o pecado de incontáveis pecadores, de todas as épocas e nações. Em Jesus, a justiça divina foi satisfeita, pois Nele foi punido o pecado de todo o Seu povo. A grande garantia que temos de que o sacrifício de Jesus foi aceito é que Ele ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus e está eternamente vivo, à destra de Deus Pai.

Por causa de Sua obra na cruz, Jesus pode “conduzir-nos a Deus”. Eis a mensagem do Evangelho da graça de Deus: todo aquele que, reconhecendo ser um infeliz pecador e totalmente incapaz de salvar a si mesmo, arrepende-se de seus pecados e confia unicamente em Jesus Cristo, será completamente perdoado de todos os seus pecados e reconciliado com Deus, recebendo a vida eterna.

Portanto, caro leitor, arrependa-se de seus pecados! Creia na morte e ressurreição de Jesus Cristo! Abandone seus pecados e jogue fora sua confiança em seus próprios méritos. Corra para Jesus, confessando sua miséria e implorando por misericórdia. Se você assim o fizer, será salvo para sempre!


“Não há um justo, nem um justo sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram; todos pecaram e carecem da glória de Deus.”
(Rm 3.10-12,23)


“Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois pode ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.”
(Rm 5.6-8)


“Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo. Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.”
(Rm 10.9,13)


“Pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem de obras, para que ninguém se glorie.”
(Ef 2.9)


“Ouvindo isto, os discípulos ficaram grandemente maravilhados e disseram: Sendo assim, quem pode ser salvo? Jesus, fitando neles o olhar, disse-lhes: Isto é impossível aos homens, mas para Deus tudo é possível.”
(Mt 25,26)


“Deus notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam; porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um homem [Jesus] que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos.”
(At 17:30,31)

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Pensamentos bíblicos sobre oração [2]

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Parte: [1] [2]

Observe, em At 4:31, a seqüencia de acontecimentos: oração, enchimento do Espírito e proclamação ousada da Palavra. Não é possível violar essa ordem, pois é dessa forma que o Espírito Santo atua na vida dos crentes. Dedique-se a uma vida de oração, e você será cheio do Espírito; seja cheio do Espírito, e você terá poder para anunciar a Palavra. A fonte de todo poder espiritual está na vida de oração secreta.

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Tg 1:6 mostra-nos a necessidade de orarmos com fé, sem nenhuma dúvida. Somente uma oração assim agrada a Deus. A fé confessa a incapacidade humana e proclama o poder divino, colocando a criatura no pó e exaltando o Criador. Portanto, crente, antes de orar, conscientize-se a respeito dAquele a quem você dirige sua oração: Ele é o soberano, todo-poderoso, todo-sábio, fiel e misericordioso. Por isso, ore com fé!

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Tg 4:3 é uma repreensão às orações que não visam a glória de Deus. Como podemos pedir algo ao Deus santo a fim de nos esbanjarmos no pecado? Tenhamos cuidado! Uma oração com motivos egoístas não será ouvida. Tudo na vida do crente gira em torno de Deus e deve ser planejado e realizado para Sua glória. Isso é radical? Que seja! "Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue". (Mt 16:24)

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Em Sl 119:18, o salmista pede para ter olhos abertos a fim de contemplar as maravilhas da Palavra de Deus. Na vida cristã, oração e meditação bíblica andam juntas. São companheiras inseparáveis. Lembre-se da Palavra de Deus enquanto ora, e ore enquanto lê a Palavra. Essa prática se tornará uma grande fonte de graça espiritual para sua vida.

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"A oração em si mesma é uma arte que somente o Espírito Santo pode nos ensinar. Ele é o doador de todas as orações. Rogue pela oração - ore até que consiga orar, ore para ser ajudado a orar e não abandone a oração porque não consegue orar, pois nos momentos em que você acha que não pode, é que realmente está fazendo as melhores orações. Às vezes quando você não sente nenhum tipo de conforto em tuas súplicas e teu coração está quebrantado e abatido, é que realmente está lutando e prevalecendo com o Altíssimo." (Spurgeon)

segunda-feira, 17 de maio de 2010

O Simbolismo do Altar do Incenso

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"Farás também um altar para queimares nele o incenso; de madeira de acácia o farás. Terá um côvado de comprimento, e um de largura (será quadrado), e dois de altura; os chifres formarão uma só peça com ele. De ouro puro o cobrirás, a parte superior, as paredes ao redor e os chifres; e lhe farás uma bordadura de ouro ao redor. Também lhe farás duas argolas de ouro debaixo da bordadura; de ambos os lados as farás; nelas, se meterão os varais para se levar o altar. De madeira de acácia farás os varais e os cobrirás de ouro. Porás o altar defronte do véu que está diante da arca do Testemunho, diante do propiciatório que está sobre o Testemunho, onde me avistarei contigo. Arão queimará sobre ele o incenso aromático; cada manhã, quando preparar as lâmpadas, o queimará. Quando, ao crepúsculo da tarde, acender as lâmpadas, o queimará; será incenso contínuo perante o SENHOR, pelas vossas gerações. Não oferecereis sobre ele incenso estranho, nem holocausto, nem ofertas de manjares; nem tampouco derramareis libações sobre ele. Uma vez no ano, Arão fará expiação sobre os chifres do altar com o sangue da oferta pelo pecado; uma vez no ano, fará expiação sobre ele, pelas vossas gerações; santíssimo é ao SENHOR." (Ex 30:1-10)

O altar do incenso ficava em frente ao véu, na entrada do Santo dos Santos. Era aceso pelo sumo sacerdore de manhã e à noite, sendo "incenso continuo perante o SENHOR". Olhando para o Novo Testamento, descobrimos que o incenso simboliza as orações dos santos, conforme nos é mostrado em Apocalipse:

"Quando tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos." (Ap 5:8)

"Veio outro anjo e ficou de pé junto ao altar, com um incensário de ouro, e foi-lhe dado muito incenso para oferecê-lo com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que se acha diante do trono; e da mão do anjo subiu à presença de Deus a fumaça do incenso, com as orações dos santos." (Ap 8:3-4)

Diante da realidade de que as orações dos santos são como incenso perfumado diante do Senhor, é necessário nos perguntarmos: o que caracteriza essas orações? O que faz com que as orações dos santos subam a Deus, sendo aceitáveis e agradáveis a Ele? A resposta é que os santos oram em nome de Jesus Cristo, como o próprio Senhor nos ensinou:

"Tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho." (Jo 14:13)

Mas o que significa, realmente, orar em nome de Jesus?

O reconhecimento de Jesus como único Mediador
"há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus" (1 Tm 2:5)

Somente podemos entrar na presença de Deus por meio de Jesus Cristo. Ele mesmo disse: "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém vem ao Pai, a não ser por mim" (Jo 14:6). O caminho para Deus, designado pelo próprio Deus, é o Seu Filho Jesus Cristo.

O ser humano tem inventado muitos caminhos para Deus. Em meio ao seu misticismo, os homens criam simpatias e rituais estranhos. Fazem imagens de santos do passado, prostram-se diante delas, achando que tais imagens podem interceder junto a Deus por eles. Até mesmo alguns "evangélicos" fazem de seus líderes verdadeiros sacerdotes, imaginando que somente por meio de seu ministério eles podem aproximar-se de Deus.

Todas essas invenções são abominações ao Senhor. Só Jesus Cristo é o Sumo Sacerdote eterno (Hb 6:20). Aqueles que querem aproximar-se de Deus, em oração, devem fazê-lo por meio do Filho.

A confiança na justiça de Jesus Cristo, e não em nós mesmos
"Sabemos que Deus não atende a pecadores; mas, pelo contrário, se alguém teme a Deus e pratica a sua vontade, a este atende" (Jo 9:31)

Essa frase é extremamente verdadeira, mas também é aterrorizante, quando lembramos de que "não há um justo, nem um sequer; não há temor de Deus diante de seus olhos" (Rm 3:10,18).

Como, então, podemos ser ouvidos por Deus? Se somos pecadores e a Bíblia declara abertamente que Deus não ouve pessoas assim, o que podemos fazer? A resposta é: "Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo" (Rm 5:1). O crente foi justificado diante de Deus, com base na vida perfeita, morte vicária e ressurreição gloriosa de Jesus Cristo, mediante a fé Nele.

A justificação pela fé é uma doutrina central no Evangelho. Segundo Lutero, é o artigo "pelo qual a Igreja se mantém de pé ou cai". Ela diz que Deus pode declarar o pecador como justo, por causa dos méritos de Cristo. Nenhum de nós pode ser justificado por nossos próprios esforços, pois jamais um pecador seria capaz de atingir o estado de perfeição que Deus requer. Contudo, Jesus Cristo fez o que nenhum outro homem poderia fazer. Ele foi perfeitamente justo, sem jamais pecar, e morreu na cruz pelos pecados de Sua Igreja, pagando a dívida que jamais teríamos condições de pagar. "Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus" (2 Co 5:21).

Dessa forma, Deus nos enxerga como justos perante Ele, e é justamente com base nessa justiça que podemos nos achegar com confiança diante de Deus, sabendo que Ele nos ouvirá por causa de Seu Filho.

O desejo ardente pela glória de Deus em Cristo
"a fim de que o Pai seja glorificado no Filho." (Jo 14:13b)

Se há algo que deve dominar todas as nossas atividades, reger nossas motivações e orientar nossos objetivos, é a glória de Deus. Tudo que o crente faz deve ser para exaltar ao Senhor de sua vida. O apóstolo Paulo transmitiu essa idéia com clareza, ao ordenar: "quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus" (1 Co 10:31).

Orar em nome de Jesus significa orar tendo em vistas, sempre, a glória de Deus. O crente não deve fazer orações procurando a satisfação de sua carne, como faziam aqueles que Tiago repreendeu, ao dizer: "Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites" (Tg 4:3). Antes, a nossa primazia na oração é: "Santificado seja o Teu nome" (Mt 6:9).

Em outras palavras, é isso o que significa orar segundo a vontade de Deus. A suprema vontade de Deus é glorificar a Si mesmo em Cristo, portanto, na oração o crente deve se unir a Deus em Seu grande propósito. Devemos implorar a Deus por aquelas bençãos maravilhosas que exaltam o Seu santo nome, como a salvação de perdidos, a edificação da Igreja, o sustento dos missionários, a provisão para nossas necessidades diárias, o nosso crescimento na graça, e muitas outras coisas que vemos na Bíblia.

Conclusão
"Até agora nada tendes pedido em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa" (Jo 16:24)

No versículo supra-citado, vemos que Jesus está profundamente interessado em que peçamos e recebamos, para que desfrutemos de uma alegria plena. Também já examinamos que devemos orar a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. Observem o quadro estupendo que a graça divina está pintando aqui! A glória de Deus e a nossa alegria tem tudo a ver. Oramos ao nosso Deus para que Ele seja glorificado e, assim, nós sejamos alegrados.

Que nós, como crentes, nos tornemos homens e mulheres de oração. Que nossas orações encham o céu, sem nunca cessar, como o perfume suave do incenso, agradando ao coração de Deus. Nossas orações, em nome de Jesus Cristo, glorificam a Deus e nos alegram Nele.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Pensamentos bíblicos sobre oração [1]

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Parte: [1] [2]

Veja, em Ex 32:9-14, como Moisés argumenta com Deus em sua oração. Ele estava preocupado com a glória de Deus (v. 12) e apoiava-se em Suas promessas (v. 13). Devemos orar também dessa forma. Na oração, somente faça pedidos que hão de glorificar a Deus e honre-O fazendo menção de Suas promessas, cheio de fé, pois Ele é fiel para cumpri-las.

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Em Ex 33:11-23, vemos os anseios do coração de Moisés. Ele implorava a Deus pela Sua presença e pela Sua glória. Moisés estava profundamente desejoso de desfrutar de intimidade com Deus e contemplar Sua maravilhosa glória. O crente não precisa de mais nada além disso. O próprio Deus é tudo o que o crente mais anseia. O crente busca a Deus em oração porque seu coração bate forte pelo próprio Deus!

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Em Jo 14:13, Jesus promete que fará tudo que pedirmos ao Pai EM SEU NOME. Observe o objetivo: a glória do Pai no Filho. Devemos orar em nome de Jesus pois, dessa forma, exaltamos Jesus Cristo, reconhecendo que temos acesso ao Pai exclusivamente por meio Dele. Somente por causa de Jesus, devido aos Seus méritos em nosso favor, podemos falar com Deus e sermos ouvidos.

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Em Ef 1:16-19, Paulo pede por iluminação espiritual aos cristãos efésios. Ele sabe a importância disso. Sabe que uma visão mais clara da "esperança da nossa vocação", da "riqueza da glória da Sua herança nos santos" e "da suprema grande do Seu poder em nós" produz um efeito avassalador na vida do crente. Ore por essas coisas também, pois Deus terá prazer em atendê-Lo.

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Ore a Deus, insistentemente, para que você possa conhecer mais profundamente o amor de Jesus Cristo, conforme Ef 3:14-20. Experimentar este amor no coração fará você ser tomado pela plenitude de Deus. Isso é outro nome para a vida abundante, prometida por Jesus. Essa é a chave para uma vida cristã poderosa. Não há maior bem-aventurança a um ser humano do que conhecer este amor. Sua graça é melhor que a vida.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

O que é a doutrina da Trindade? (Parte 2)

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Parte: [1] [2]
Por John Piper


A Trindade é contraditória?

Essa pergunta leva-nos a investigar mais de perto uma definição muito útil da Trindade que eu mencionei anteriormente: Deus é único em essência, mas triplo em personalidade. Essa formulação pode nos mostrar por que não há três deuses e por que a Trindade não é uma contradição.

Para que alguma coisa seja contraditória, ela deve violar a lei da não-contradição. Esta lei afirma que A não pode ser A (é) e não-A (não é) ao mesmo tempo e no mesmo sentido. Em outras palavras, você se contradiz quando afirma e nega a mesma sentença. Por exemplo, se eu digo que a Lua é feita inteiramente de queijo, mas, então, também digo que a Lua não é feita inteiramente de queijo, estou me contradizendo.

Algumas afirmações podem parecer contraditórias à princípio, mas não o são realmente. O teólogo R.C. Sproul cita como exemplo uma famosa afirmação de Dickens: "Esse foi o melhor dos tempos, esse foi o pior dos tempos". Obviamente isso é uma contradição se Dickens está dizendo que esse foi o melhor dos tempos no mesmo sentido em que esse foi o pior dos tempos. Porém, essa afirmação não é contraditória, porque ele está dizendo que em um sentido esse foi o melhor dos tempos, mas em outro sentido esse foi o pior dos tempos.

Levando esse conceito à Trindade, não é uma contradição para Deus ser tanto três quanto um porque Ele não é três e um no mesmo sentido. Ele é três num sentido diferente do qual Ele é um. Assim, não estamos falando com uma linguagem dobre. Não estamos dizendo que Deus é um e, então, negando que Ele é um ao dizer que Ele é três. Isto é muito importante: Deus é um e três ao mesmo tempo, mas não no mesmo sentido.

Como Deus é um? Ele é um em essência. Como Deus é três? Ele é três em personalidade. Essência e personalidade não são a mesma coisa. Deus é um em certo sentido (essência) e três em um sentido diferente (personalidade). Já que Deus é um em um sentido diferente do qual Ele é três, a Trindade não é uma contradição. Só haveria contradição se disséssemos que Deus é três no mesmo sentido em que Ele é um.

Então, uma olhada mais de perto para o fato de que Deus é único em essência, mas triplo em personalidade, foi útil para mostrar por que a Trindade não é uma contradição. Mas como isso nos mostra que há apenas um Deus e não três? Muito simples: Todas as três pessoas são um Deus porque, como vimos acima, todas elas são a mesma essência. Essência significa a mesma coisa que "ser". Assim, já que Deus é uma única essência, Ele é um único ser, não três. Isso torna mais claro por que é tão importante entender que todas as três pessoas são a mesma essência. Pois se nós negamos isso, estamos negando a unidade de Deus e afirmando que há mais do que um ser de Deus (ou seja, há mais do que um Deus).

O que vimos até agora provê um entendimento básico da Trindade. Mas é possível aprofundar-nos mais. Se pudermos entender mais precisamente o significado de essência e personalidade, como esses dois termos diferem e como se relacionam, teremos um mais completo entendimento da Trindade.

Essência e Personalidade

Essência. O que essência significa? Como eu disse anteriormente, significa o mesmo que ser. A essência de Deus é o Seu ser. Para ser mais preciso, essência é aquilo que você é. Sob o risco de soar muito físico, essência pode ser entendida como o “material” do qual você “consiste”. Certamente estamos falando por analogia aqui, pois não podemos entender essência de uma forma física em relação a Deus. “Deus é espírito” (Jo.4.24). Além disso, claramente não devemos pensar em Deus “consistindo” de outra coisa além da divindade. A “substância” de Deus é Deus, não um monte de “ingredientes” que misturados produzem a divindade.

Personalidade. Em relação à Trindade, nós usamos o termo “pessoa” diferentemente do que usamos no dia-a-dia. Portanto, geralmente é difícil ter uma definição concreta de pessoa quando usamos esse termo em relação à Trindade. Por “pessoa” não queremos dizer um “indivíduo independente”, assim como eu e outro ser humano somos independentes e existimos separados um do outro. Por “pessoa” queremos dizer alguém que se trata como “eu” e aos outros como “vós”. Então, o Pai, por exemplo, é uma pessoa diferente do Filho porque Ele trata ao Filho como “Tu”, apesar de Se tratar como “Eu”. Assim, em relação à Trindade, podemos dizer que “pessoa” significa um sujeito distinto que Se trata como “Eu” e aos outros dois como “Vós”. Esses sujeitos distintos não são uma divisão no ser de Deus, mas “uma forma de existência pessoal que não é uma diferença no ser”[3].

Como elas se relacionam? O relacionamento entre essência e personalidade, então, é como segue. Na unidade de Deus, o ser indiviso é um “desdobramento” em três distinções pessoais. Essas distinções pessoais são modos de existência no ser divino, mas não são divisões do ser divino. Elas são formas pessoais de existência e não uma diferença no ser. O antigo teólogo Herman Bavinck declarou algo muito útil sobre isso: “As pessoas são modos de existência no ser; conseqüentemente, as pessoas diferem entre si como um modo de existência difere de outro, e – usando uma ilustração comum – como a palma aberta difere do punho fechado”[4]. Já que cada uma dessas “formas de existência” são relacionais (e assim são pessoas), cada uma delas é um distinto centro de consciência, cada um deles Se tratando como “Eu” e aos outros como “Vós”. Porém, todas essas três pessoas “consistem” da mesma “matéria” (ou seja, o mesmo “o que”, ou essência). Como o teólogo e apologista Norman Geisler explicou, enquanto essência é “o que” você é, pessoa é “quem” você é. Então, Deus é um “o que”, mas três “quem”.

Assim, a essência divina não é algo que existe “acima” ou “separada” das três pessoas, mas a essência divina é o ser das três pessoas. Não devemos pensar nas pessoas como seres definidos por atributos acrescentados ao ser de Deus. Wayne Grudem explica:

“Mas se cada pessoa é plenamente Deus e tem todo o ser divino, então tampouco devemos pensar que as distinções pessoais são alguma espécie de atributos acrescentados ao ser divino... Em vez disso, cada pessoa da Trindade tem todos os atributos de Deus, e nenhuma das pessoas tem algum atributo que não seja também possuído pelas outras. Por outro lado, precisamos dizer que as pessoas são reais, que não são apenas modos diferentes de enxergar o ser único de Deus... a única maneira de fazê-lo é dizer que a distinção entre as pessoas não é uma diferença no “ser”, mas sim uma diferença de “relações”. Trata-se de algo bem distante da nossa experiência humana, na qual cada “pessoa” distinta é também um ser distinto. De algum modo o ser divino é tão maior que o nosso que dentro do seu ser único e indiviso pode haver um desdobramento em relações interpessoais, de forma tal que existam três pessoas distintas”.[5]

Ilustrações Trinitárias?

Há muitas ilustrações que têm sido oferecidas para nos ajudar a entender a Trindade. Embora existam algumas ilustrações úteis, devemos reconhecer que nenhuma ilustração é perfeita. Infelizmente, há muitas ilustrações que não são apenas imperfeitas, mas erradas. Uma ilustração com a qual devemos tomar cuidado diz: “Eu sou uma pessoa, mas também sou um estudante, um filho e um irmão. Isso explica como Deus pode ser tanto um quanto três”. O problema com essa ilustração é que ela reflete uma heresia chamada modalismo. Deus não é uma pessoa que desempenha três diferentes papéis, como essa ilustração sugere. Ele é um Ser em três pessoas (centros de consciência), não simplesmente três papéis. Essa analogia ignora as distinções pessoais em Deus e as transforma em meros papéis.

Resumo

Vamos revisar rapidamente o que vimos.

1. A Trindade não é uma crença em três deuses. Há um único Deus e nós nunca devemos desviar-nos disso.

2. Esse único Deus existe como três pessoas.

3. As três pessoas não são partes de Deus, mas cada uma delas é total e igualmente Deus. No ser único e indiviso de Deus há um desdobramento em três relações interpessoais, de forma tal que existam três pessoas. As distinções na Divindade não são distinções de Sua essência, nem são acréscimos à Sua essência, mas são o desdobramento da unidade de Deus, do ser indiviso, em três relacionamentos interpessoais, de modo que há três pessoas reais.

4. Deus não é uma pessoa que assume três papéis consecutivos. Essa é a heresia do modalismo. O Pai não se tornou o Filho e, então, o Espírito Santo. Pelo contrário, sempre houve e sempre haverá três pessoas distintas na Divindade.

5. A Trindade não é uma contradição porque Deus não é três no mesmo sentido em que Ele é um. Deus é um em essência e três em personalidade.

Aplicação

A Trindade é extremamente importante porque Deus é importante. Conhecer mais completamente a Deus é uma forma de honrá-Lo. Além disso, devemos admitir o fato de que Deus é triuno para aprofundar nossa adoração. Nós existimos para adorar a Deus. E Deus busca pessoas que O adorem “em espírito e em verdade” (Jo.4.24). Portanto, devemos sempre empenhar-nos em aprofundar nossa adoração a Deus, tanto em verdade quanto em nosso coração.

A Trindade tem uma aplicação muito importante na oração. O padrão geral de oração na Bíblia é orar ao Pai através do Filho e no Espírito Santo (Ef.2.18). Nossa comunhão com Deus deve ser reforçada por um conhecimento consciente de que estamos nos relacionando com um Deus tri-pessoal.

A conscientização dos papéis distintos que cada pessoa da Trindade tem em nossa salvação pode servir especialmente para nos dar grande conforto e apreciação por Deus em nossas orações, assim como nos ajudar a ser específicos ao dirigi-las a Deus. Porém, apesar de reconhecer os papéis distintos de cada pessoa, nunca devemos pensar nesses papéis de forma tão separada que as outras pessoas não estejam envolvidas. Pelo contrário, em tudo que uma pessoa está envolvida, as outras duas também estão envolvidas, de uma forma ou de outra.

Notas

3. Wayne Grudem, Teologia Sistemática (Edições Vida Nova, 1999), p.189. Apesar de eu crer que essa é uma definição útil, deve ser reconhecido que o próprio Grudem está oferecendo-a mais como uma explanação do que como uma definição de pessoa.
4. Herman Bavinck, The Doctrine of God, (Great Britain: The Banner of Truth Trust, 1991 edition), p. 303.
5. Grudem, p.187-188.

Recursos adicionais

Agostinho, A Trindade
Herman Bavinck, The Doctrine of God, p. 255-334
Edward Bickersteth, The Trinity
Wayne Grudem, Teologia Sistemática, capítulo 14
Donald Macleod, Shared Life: The Trinity and the Fellowship of God's People
R.C. Sproul, O Mistério do Espírito Santo
R.C. Sproul , Verdades Essenciais da Fé Cristã
J.I. Packer, O Conhecimento de Deus
John Piper, The Pleasures of God, chapter 1
James White, The Forgotten Trinity

Por: John Piper. © Desiring God. Website: desiringGod.org
Tradução: André Aloísio
Revisão: Davi Luan

Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que adicione as informações acima e o link deste blog, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

domingo, 2 de maio de 2010

O Simbolismo do Candelabro

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"Farás também um candelabro de ouro puro; de ouro batido se fará este candelabro; o seu pedestal, a sua hástea, os seus cálices, as suas maçanetas e as suas flores formarão com ele uma só peça. Seis hásteas sairão dos seus lados: três de um lado e três do outro. Numa hástea, haverá três cálices com formato de amêndoas, uma maçaneta e uma flor; e três cálices, com formato de amêndoas na outra hástea, uma maçaneta e uma flor; assim serão as seis hásteas que saem do candelabro. Mas no candelabro mesmo haverá quatro cálices com formato de amêndoas, com suas maçanetas e com suas flores. Haverá uma maçaneta sob duas hásteas que saem dele; e ainda uma maçaneta sob duas outras hásteas que saem dele; e ainda mais uma maçaneta sob duas outras hásteas que saem dele; assim se fará com as seis hásteas que saem do candelabro. As suas maçanetas e as suas hásteas serão do mesmo; tudo será de uma só peça, obra batida de ouro puro. Também lhe farás sete lâmpadas, as quais se acenderão para alumiar defronte dele. As suas espevitadeiras e os seus apagadores serão de ouro puro. De um talento de ouro puro se fará o candelabro com todos estes utensílios." (Ex 25:10-16)

O candelabro era um utensílio que ficava no Santo Lugar, defronte da mesa dos pães da proposição. À grosso modo, consistia em uma peça única, composta por um suporte com sete hásteas, uma vertical e três de cada um dos lados, nas quais havia suportes para colocar-se sete lâmpadas.

A Bíblia traz algumas possibilidades quanto ao simbolismo do candelabro:
  • O Espírito Santo (Ap 4:5, Zc 4:6)
  • A Igreja (Ap 1:20)
  • O Senhor Jesus Cristo (Jo 8:12)
Partindo do princípio de que Cristo é o principal assunto das Escrituras, trataremos com mais detalhes sobre a última possibilidade, examinando o testemunho de Jesus, que disse:

"Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida" (Jo 8:12)

O mundo está em trevas
"Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida" (Jo 8:12)

As Escrituras afirmam enfaticamente que o mundo está em grandes trevas espirituais (At 26:18, Cl 1:13). A expressão "trevas", no contexto bíblico, geralmente se refere a falta de entendimento das coisas divinas (2 Co 4:4, 1 Jo 2:12). Olhando para a humanidade e examinando-a pela Palavra, em que tipos de trevas ela se encontra? Gostaria de sugerir-lhes sete tipos de trevas:
  • Trevas do ateísmo: "Diz o insensato no seu coração: Não há Deus" (Sl 14.1)
  • Trevas da indiferença: "e Dele não fizemos caso" (Is 53:3)
  • Trevas da falsa religião: "Os ídolos das nações são prata e ouro, obra das mãos dos homens" (Sl 135:15)
  • Trevas da justiça própria: "Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia" (Sl 64:6)
  • Trevas do amor ao mundo: "nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência" (Ef 2:2)
  • Trevas da ignorância: "desconheceram o caminho da paz" (Rm 3:17)
  • Trevas da morte espiritual: "todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Rm 3:23)
A Luz do mundo
"Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida" (Jo 8:12)

Jesus Cristo é a verdadeira luz do mundo, que ilumina os homens e os leva a Deus. Sua glória brilha intensamente e nada pode ser comparado ao Seu esplendor. Sua luz é poderosa, dissipa todas as trevas e tem aberto graciosamente os olhos de incontáveis pecadores pelo mundo, em todas as épocas.

Paulo testemunhou dessa maravilhosa luz de Cristo em sua própria vida, quando, totalmente em trevas, perseguia a Igreja de Cristo, no caminho de Damasco: "Seguindo ele estrada fora, ao aproximar-se de Damasco, subitamente uma luz do céu brilhou ao seu redor, e, caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? Ele perguntou: Quem és tu, Senhor? E a resposta foi: Eu sou Jesus, a quem tu persegues" (At 9:3-5)

A Luz da vida
"Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida" (Jo 8:12)

É algo muito especial notar que Jesus associa luz e vida, ao usar a expressão "luz da vida". Qual será a natureza dessa relação? Comparando Escritura com Escritura, acredito ser possível descobrir o porquê. Paulo, ao falar do processo de iluminação espiritual, diz: "Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo" (2 Co 4:6)

Repare que a luz nos ilumina para conhecermos a Deus, em Cristo. No próprio Evangelho de João, no capítulo 17, Jesus nos mostra o que significa conhecer a Deus: "E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste" (Jo 17:3)

Veja só! A luz de Cristo capacita-nos a ver a glória de Deus; e o conhecimento desta glória leva-nos a vida eterna. Contemplar a glória de Deus é viver. Ser iluminado para, pela fé, ver a beleza de Jesus Cristo, gera vida no coração do homem. É por isso que aquele que segue a Jesus tem a luz da vida.

Siga-O
"Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida" (Jo 8:12)

Jesus chama aqueles que estão em trevas para segui-Lo e desfrutar da luz da vida, escapando das trevas do pecado. Somente Ele é a verdadeira luz; tudo fora Dele está em trevas. Se você está longe de Jesus, que neste momento você O procure de todo o coração, depositando toda sua fé nEle, em Sua Pessoa e obra. Se assim o fizer, será cumprida em sua vida a promessa de Jesus e você poderá dizer, junto com todos os santos: "Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor" (Cl 1:13). Graças a Deus!
 

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