terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Soneto da Igreja

1 Comentário

Soneto da Igreja

As estrelas entram em diálogo nas alturas
Perplexas, pois seu brilho não mais existe
Uma luz gloriosa, incrível, intensa e pura
Raiou pela eternidade, e nada lhe resiste

Os anjos reúnem-se nos recantos celestiais
Reduzidas a nada estão sua força e beleza
Um poder e uma formosura sem iguais
Adentram pelos céus, cingidos de realeza

Oh, Igreja, santa e imaculada
No sangue do Cordeiro lavada
Tens vestes puras e resplandescentes!
Com a justiça do Rei estás vestida
Daquele que por ti deu Sua vida
Viverás com Teu Amado eternamente!

Comentários

1 comentário em "Soneto da Igreja"

Jefferson de Morais disse...
18 de fevereiro de 2010 22:44

Lindo soneto!
Jefferson.

 

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