sábado, 23 de janeiro de 2010

Spurgeon e a Expiação Limitada

1 Comentário

Este texto foi retirado de uma nota de rodapé do livro Entre os Gigantes de Deus (J.I. Packer).

Freqüentemente, dizem que nós limitamos a expiação realizada por Cristo, porque asseveramos que Cristo não efetuou expiação por todos os homens ou que todos os homens não serão salvos. Portanto, nossa resposta a isso é: por um lado, os nossos oponentes é que limitam a expiação, e não nós. Os arminianos dizem: Cristo morreu por todos os homens. Pergunte-lhes o que eles querem dizer com isto. Cristo, de fato, morreu a fim de assegurar a salvação de todos os homens? Eles responderão: “Claro que não”. Nós lhes dirigimos a próxima pergunta: Cristo morreu para assegurar a salvação de qualquer homem em particular? Eles responderão: “Não. Cristo morreu a fim de que qualquer homem pudesse ser salvo, se...”; então, seguem algumas condições para a salvação. Portanto, quem é que limita a morte de Cristo? Você. Por que, você? Porque você afirma que Cristo não morreu para assegurar infalivelmente a salvação de qualquer pessoa. Pedimos-lhe perdão; mas, quando você afirma que nós limitamos a morte de Cristo, nós lhe respondemos: “Não, meu amado, é você quem o faz”. Nós declaramos que Cristo morreu a fim de assegurar infalivelmente a salvação de uma multidão de pessoas que ninguém pode enumerar; não apenas para que, por intermédio da morte de Cristo, pudessem ser salvas, mas sejam salvas, serão salvas e, de maneira alguma, correm o risco de deixarem de ser salvas. Você está satisfeito com a sua doutrina da expiação; fique com ela. Jamais abandonaremos a nossa.

Comentários

1 comentário em "Spurgeon e a Expiação Limitada"

prcleilson disse...
17 de fevereiro de 2010 03:17

É isso aí... se Jesus tivesse morrido por todos, então Ele entraria em contradição conSigo mesmo, quando disse que não rogaria pelo mundo, mas pelos que o Pai Lhe deu (Jo 17.9). Como Jesus não vai rogar pelo mundo se Ele morreu pelo mundo??? Morre por alguém por quem Ele não vai interceder (vão ler Hb 7.25; 10.14)

 

Teologia e Vida © Revolution Two Church theme by Brian Gardner
Converted into Blogger Template by Bloganol and modified by Filipe Melo