sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Soberania divina e responsabilidade cristã para com o ímpio

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Este texto é um recado meu enviado através do Orkut, dia 26/01/2009, a uma irmã que crê na predestinação, mas que tinha dúvidas se devemos continuar orando pela salvação de alguém duro de coração, que insiste em sua incredulidade.

Como você bem observou, a salvação é uma obra divina (Jn.2.9). É Deus quem predestina e escolhe por pura graça aqueles que herdarão a vida eterna (Rm.8.28-32; Ef.1.4-11) e quem reprova os demais, que irão para o inferno devido aos seus pecados (Pv.16.4; Rm.9.11-24). Devemos crer nisso porque é o que a Bíblia ensina. Por outro lado, a Bíblia também nos fala sobre a responsabilidade do cristão, inclusive para com o ímpio. Jesus nos ensina a amarmos o nosso próximo e até o nosso inimigo (Mt.5.43-48; 22.36-40)! Ora, existe maior demonstração de amor do que falar do evangelho e orar por aqueles que ainda estão perdidos, e isso com insistência, sem desanimar? Ainda que a salvação seja do Senhor, Ele nos deu o mandamento de pregar o evangelho a toda a criatura (Mt. 28.19-20) e orar por todos os homens (I Tm. 2.1-4). Nós não podemos desistir de interceder por alguém, ainda que seu coração seja duro como uma pedra. Deus é aquele que troca corações de pedra por corações de carne (Ez.11.19-20; 36.26-27), como Ele fez comigo e com você! Nós não podemos desistir porque não sabemos quem são os eleitos e quem são os réprobos. Isso é algo que só a Deus pertence (Dt.29.29). Quanto a nós, oremos e preguemos com fervor a todos que estão ao nosso alcance, porque nós somos os meios usados por Deus para cumprir Seus propósitos neste mundo, inclusive a salvação de Seus eleitos!

"Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas!" (Rm.10.14-15).

domingo, 25 de janeiro de 2009

500 anos de João Calvino

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Neste ano, dia 10 de julho, serão comemorados os 500 anos de nascimento de João Calvino, grande reformador e um dos maiores teólogos da história. Aproveitando esta ocasião, alguns irmãos propuseram uma leitura completa das Institutas da Religião Cristã, a maior obra de Calvino.

Para os irmãos que desejam aceitar esse desafio, há um plano de leitura aqui.

Para quem não tem as Institutas e deseja adquiri-las, há duas opções: a versão da Editora Cultura Cristã, com os quatro livros, e a versão da Editora Unesp, apenas com o Tomo 1 (livros 1 e 2) até o momento, mas com previsão de lançamento do Tomo 2 (livros 3 e 4) para este ano.

Finalmente, para aqueles que não têm condições de adquirir e ler as Institutas neste ano, mas desejam conhecer o pensamento do reformador, há um blog excelente, criado pelo irmão Josaías Jr., onde ele escreve comentários e citações dessa grande obra de Calvino: Calvino estava certo. Esse blog é uma excelente oportunidade para conhecer Calvino assim como ele é, e não como é pintado por aí...

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Nossa fé na expiação

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Este texto foi baseado num e-mail enviado por mim ao irmão Vinícius Pimentel, do blog Voltemos ao Evangelho, no dia 17/01/2009.

Nós cremos que a expiação é vicária, ou seja, Jesus morreu em nosso lugar. Ele morreu a morte que nós merecíamos. Os nossos pecados foram imputados sobre Ele e Ele fez propiciação por eles, de modo que toda a ira de Deus foi desviada de nós e lançada sobre Ele. Sendo assim, todos aqueles que foram substituídos por Jesus já não podem ser condenados por seus pecados, porque Deus não pode condenar o mesmo pecado duas vezes. Deus não faria isso, pois Ele é justo e não pode negar-se a Si mesmo. Se Jesus levou sobre Si os nossos pecados e morreu por eles, não podemos morrer por esses mesmos pecados. 

É verdade que nós só temos acesso ao fruto dessa expiação quando colocamos nossa fé em Cristo e assim somos justificados, tendo a justiça de Cristo imputada sobre nós, assim como os nossos pecados foram imputados sobre Ele. No entanto, não podemos nos esquecer de que o que garante nossa fé em Cristo é justamente a expiação de Cristo. A Bíblia diz que Jesus veio para, de fato, salvar o Seu povo dos seus pecados (Lc.1.21), e não apenas abrir a possibilidade para isso. Na cruz Jesus morreu por todos os nossos pecados, inclusive pelo pecado da incredulidade, que é o oposto da fé. Logo, a expiação de Cristo também garante a própria condição para a recepção dessa expiação. A condição é que tenhamos fé (ou deixemos de ser incrédulos) e Cristo levou sobre Si também a nossa incredulidade.

Por isso, podemos dizer com convicção que todos aqueles por quem Cristo morreu serão salvos. Agora, se nem todos os homens serão salvos, o que é claramente ensinado na Bíblia, a conclusão é que Cristo não morreu por todos os seres humanos, e a expiação ilimitada é uma ilusão.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Meditação sobre o salmo 42

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Salmo 42

1 Como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus!
2 A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus?
3 As minhas lágrimas servem-me de mantimento de dia e de noite, porquanto me dizem constantemente: Onde está o teu Deus?
4 Quando me lembro disto, dentro de mim derramo a minha alma; pois eu havia ido com a multidão; fui com eles à Casa de Deus, com voz de alegria e louvor, com a multidão que festejava.
5 Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei na salvação da sua presença.
6 Ó meu Deus, dentro de mim a minha alma está abatida; portanto, lembro-me de ti desde a terra do Jordão, e desde o Hermom, e desde o pequeno monte.
7 Um abismo chama outro abismo, ao ruído das tuas catadupas; todas as tuas ondas e vagas têm passado sobre mim.
8 Contudo, o SENHOR mandará de dia a sua misericórdia, e de noite a sua canção estará comigo: a oração ao Deus da minha vida.
9 Direi a Deus, a minha Rocha: Por que te esqueceste de mim? Por que ando angustiado por causa da opressão do inimigo?
10 Como com ferida mortal em meus ossos, me afrontam os meus adversários, quando todo o dia me dizem: Onde está o teu Deus?
11 Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei. Ele é a salvação da minha face e o meu Deus.

Lendo um salmo como este se torna fácil entender porque Davi foi chamado de homem segundo o coração de Deus.

Percebem os anelos do coração de Davi? Ele queria Deus, ele anelava e gritava por Deus, ele não via a hora em que estaria diante do Seu Rei!

Além disso, Davi se preocupava com a glória de Deus, acima de tudo! Qual é o motivo de suas lágrimas, do derramar de sua alma, da ferida mortal em seus ossos? "todo o dia me dizem: Onde está o teu Deus?"! Ver o nome de Deus sendo profanado e desonrado era a pior tragédia para Davi, ao passo que ver Deus sendo louvado e adorado era o seu maior contentamento. A sua preocupação era com a glória de Deus, ele vivia com essa perspectiva. Davi entendia a dignidade e o valor infinito de Deus; ele O conhecia muito bem, participava de Sua intimidade, tinha tido visões de Seu caráter perfeito. Davi era um homem apaixonado por Deus, e estava tão seduzido, encantado e admirado por Deus que não podia ter outros sentimentos que não fossem desejá-Lo mais e mais e buscar a Sua glória.

Acredito que este é um dos pontos nos quais mais devemos insistir nos dias de hoje. Como você vencerá as tentações deste mundo, jovem? Como você odiará o pecado e amará a santidade, como Deus exige? Só há um meio: esteja totalmente fascinado ante à visão majestosa da glória de Deus; e o prazer de estar com Ele vai ser tão grande e o seu desejo pela glória Dele tomará sua alma de tal maneira, que o pecado perderá muito de sua força. Foi assim com todos os homens de Deus da Bíblia. Abra a sua Bíblia e veja se homens como Moisés, Isaías, Jeremias, os apóstolos, foram os mesmos após terem visões da glória de Deus.

E como eu vejo a glória de Deus? Devemos esperar vê-Lo como Moisés viu, na fenda das rochas? Ou como Isaías o viu, juntamente com a fumaça que enchia o templo? Não! Temos um modo muito mais maravilhoso e perfeito para vermos a glória de Deus: na face de Jesus Cristo (2 Co 4:6). É em Jesus Cristo que vemos a glória de Deus; o Seu caráter e Sua perfeição estão estampados no evangelho, é por isso que Paulo chama as boas novas de "o evangelho da glória de Deus". Vejam os milagres de Jesus, Seus ensinos, Sua misericórdia, e descobrirão "toda a plenitude da divindade". Contemplem ele "se movendo de íntima compaixão", e verão o glorioso amor de Deus. Vejam-no perdoando o ladrão ao seu lado, no calvário, e verão a gloriosa graça de Deus. Olhem lá, Ele suando gotas de sangue no Getsêmani por pecadores como nós; Ele lavando os pés dos discípulos, Ele comendo com os pecadores; Ele ressuscitando mortos e curando enfermidades; Ele dando esperança para uma prostituta condenada; Ele se condoendo das multidões, como ovelhas que não tem pastor; vejam-No ressuscitado, triunfante sobre a própria morte; olhem para tudo isso, e glorifiquem a Deus, vendo quem Ele é e toda a Sua perfeição absoluta!

O nosso Deus é totalmente glorioso, e por isso, totalmente desejável. Ele é digno e nós devemos ansiar por Ele, querê-Lo mais do que tudo, tê-Lo como tesouro supremo em nossas vidas. Ah, irmãos, que remédio poderoso para toda a vida é conhecer a Deus, é aprender Dele, é contemplá-Lo, quem dera O conhecêssemos mais! Sempre me deixa maravilhado lembrar que a Bíblia diz que o Espírito perscruta as profundezas de Deus, e que este mesmo Espírito habita em nós. Em outro ponto, é dito que o Espírito nos revela o que Deus nos deu pela Sua graça. O véu do templo se rasgou, e mediante o Espírito Santo temos acesso ao trono da graça!

Ao pensar em tudo isso, posso ver a estupidez do meu pecado! A estupidez de querer ser amigo do mundo! A tolice que é deixar de lado este Deus por causa de um pouco de tempo do prazer do pecado! Ah, nossa visão míope e distorcida, nosso coração ainda corrompido, oh Deus, ajuda-nos! Ilumina o nosso coração e faz-nos ver quem o Senhor é!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Israel e a Palestina

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Atualmente  muitos cristãos acreditam que Israel tem um direito divino sobre a Palestina. Por tal razão, na atual guerra entre Israel e a Faixa de Gaza tomam partido de Israel, como se a Bíblia justificasse de alguma forma as atitudes desse país.

Minha intenção era escrever um artigo expressando minha opinião sobre o assunto. Mas como encontrei um texto no Monergismo que expressa muito bem minha opinião, melhor do que eu mesmo poderia expressar, decidi colocar um link para ele aqui:


Oremos pelos israelenses e palestinos. Ambos necessitam do evangelho da graça de Deus para serem herdeiros da vida eterna nos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça!

sábado, 3 de janeiro de 2009

Livros Recomendados

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Esta lista está em constante atualização.
Última atualização em 31/o1/2011.

Adoração e Liturgia

O Princípio Regulador no Culto - Paulo Anglada

Apologética

Apologética na Conversação - Vincent Cheung (online)
Confrontações Pressuposicionalistas - Vincent Cheung (online)

Avivamento

A Genuína Experiência Espiritual - Jonathan Edwards
Avivamento - David Martyn Lloyd-Jones

Bíblias

Bíblia de Estudo de Genebra
Bíblia em Ordem Cronológica

Biografias

As Firmes Resoluções de Jonathan Edwards - Steven J. Lawson
A Vida de David Brainerd - Jonathan Edwards
Completando as Aflições de Cristo - John Piper
O Legado da Alegria Soberana - John Piper
O Sorriso Escondido de Deus - John Piper

Calvinismo

A Doutrina Reformada da Predestinação - Loraine Boettner (online)
Deus é Soberano - Arthur W. Pink
Uma Jornada na Graça - Richard Belcher
Vivendo para a Glória de Deus - Joel R. Beeke

Casamento e Família

A Família da Aliança - Harriet Van Groningen
Amor de Verdade Num Mundo de Falsidade - Robbie Castleman
Esposa Excelente - Martha Peace
Mulheres em Apuros - Martha Peace
O Evangelho para o Filhos da Aliança - Joel R. Beeke
Quando Pecadores Dizem "SIM" - Dave Harvey

Clássicos

As Crônicas de Nárnia - C.S. Lewis
Cartas do Inferno - C.S. Lewis
Imitação de Cristo - Tomás de Kempis
O Dom Supremo - Henry Drummond
O Peregrino - John Bunyan
Os Quatro Amores - C.S. Lewis
Peso de Glória - C. S. Lewis

Comentários e Exposições

Antigo Testamento

Comentário Bíblico do Novo Testamento - Matthew Henry

Salmos

Salmos (Vol.1) - João Calvino
Salmos (Vol.2) - João Calvino
Salmos (Vol.3) - João Calvino
Salmos (Vol.4) - João Calvino

Daniel

Daniel (Vol.1) - João Calvino
Daniel (Vol.2) - João Calvino

Novo Testamento

Comentário Bíblico do Novo Testamento - Matthew Henry

Evangelhos

Beatitudes - As Bem-Aventuranças - João Calvino
Estudos no Sermão do Monte - David Martyn Lloyd-Jones
Meditações no Evangelho de Mateus - J.C. Ryle
Meditações no Evangelho de Marcos - J.C. Ryle
Meditações no Evangelho de Lucas - J.C. Ryle
Meditações no Evangelho de João - J.C. Ryle

João

Salvos Desde a Eternidade (Vol. 1) - David Martyn Lloyd-Jones
Seguros Mesmo no Mundo (Vol. 2) - David Martyn Lloyd-Jones
Santificados mediante a verdade (Vol. 3) - David Martyn Lloyd-Jones
Crescendo no Espírito (Vol. 4) - David Martyn Lloyd-Jones

Romanos

Romanos - João Calvino
Romanos - John Murray
O Evangelho de Deus (Cap. 1) - David Martyn Lloyd-Jones
O Justo Juízo de Deus (Cap. 2:1 - 3:20) - David Martyn Lloyd-Jones
Expiação e Justificação (Cap. 3:30 - 4:25) - David Martyn Lloyd-Jones
A Certeza da Fé (Cap. 5) - David Martyn Lloyd-Jones
O Novo Homem (Cap. 6) - David Martyn Lloyd-Jones
A Lei: Suas Funções e Seus Limites (Cap. 7:1 - 8:4) - D. Martyn Lloyd-Jones
Os Filhos de Deus (Cap. 8:5-17) - David Martyn Lloyd-Jones
A Perseverança Final dos Santos (Cap.8.17-38) - David Martyn Lloyd-Jones
O Soberano Propósito de Deus (Cap. 9) - David Martyn Lloyd-Jones
Fé Salvadora (Cap. 10) - David Martyn Lloyd-Jones
Para a Glória de Deus (Cap. 11) - David Martyn Lloyd-Jones
O Comportamento Cristão (Cap. 12) - David Martyn Lloyd-Jones
Vida em Dois Reinos (Cap. 13) - David Martyn Lloyd-Jones
Liberdade e Consciência (Cap. 14:1-17) - David Martyn Lloyd-Jones

Coríntios

I Coríntios - João Calvino
II Coríntios - João Calvino

Gálatas

Gálatas - João Calvino

Efésios

Efésios - João Calvino
Sermões em Efésios - João Calvino
O Supremo Propósito de Deus (Cap. 1) - David Martyn Lloyd-Jones
Reconciliação: O Método de Deus (Cap. 2) - David Martyn Lloyd-Jones
As Insondáveis Riquezas de Cristo (Cap. 3) - David Martyn Lloyd-Jones
A Unidade Cristã (Cap. 4:1-16) - David Martyn Lloyd-Jones
As Trevas e a Luz (Cap. 4:17-5:17) - David Martyn Lloyd-Jones
Vida no Espírito, no Casamento, no Lar e no Trabalho (Cap. 5:18-6:9) - David Martyn Lloyd-Jones
O Combate Cristão (Cap. 6-10-13) - David Martyn Lloyd-Jones
O Soldado Cristão (Cap. 6:10-20) - David Martyn Lloyd-Jones

Pastorais

Pastorais - João Calvino

Concordâncias e Dicionários

Pequena Enciclopédia Bíblica - Orlando Boyer

Credos, Confissões e Catecismos

A Confissão de Fé de Westminster - Diversos
Confissão Belga e Catecismo de Heidelberg - Guido de Brès, Zacarias Ursinus e Caspar Olevianus
Confissão de Fé Batista de 1689 - Diversos
Diretório de Culto de Westminster - Diversos
Harmonia das Confissões Reformadas - Joel Beeke, Sinclair Ferguson
Livro de Concórdia - Diversos
O Breve Catecismo de Westminster - Diversos
O Catecismo Maior de Westminster - Diversos
Os Cânones de Dort - Diversos
Símbolos de Fé (Confissão e Catecismos de Westminster) - Diversos

Cristologia

A Glória de Cristo - John Owen

Cultura

O Cristão e a Cultura - Michael Horton

Devocionais

Deus é o Evangelho - John Piper
Penetrado pela Palavra - John Piper

Dons Espirituais

A Profecia no Novo Testamento - Georde W. Knight,III
Cessaram os Dons Espirituais? - Wayne Grudem
Cura Bíblica - Vincent Cheung (online)

Doutrinas Cristãs

Eu creio no Pai, no Filho e no Espírito Santo - Hermstein Pereira Maia
Verdades que Transformam - James Kennedy

Eclesiologia

Do Cativeiro Babilônico da Igreja - Martinho Lutero
Nove Marcas de uma Igreja Saudável - Mark Dever
O que é uma Igreja Saudável - Mark Dever

Escatologia

As Interpretações do Apocalipse - Coleção Debates Teológicos
Dispensacionalismo - Nathan Pitchford (online)
O milênio - Coleção Debates Teológicos
Pós-Milenismo - Loraine Boettner (online)
Uma Refutação Bíblica ao Dispensacionalismo - A. W. Pink (online)

Escolástica

Por que Deus se fez homem? - Anselmo de Cantuária
Santo Anselmo - Anselmo de Cantuária
Suma Teológica Online - Coleção- Tomás de Aquino

Evangelismo e Missões

A Evangelização e a Soberania de Deus - J. I. Packer
Alegrem-se os Povos - John Piper

Filosofia

Questões Últimas - Vincent Cheung (online)
O Mundo de Sofia - Jostein Gardnen

História

Entre os Gigantes de Deus - J.I. Packer
História da Teologia Cristã - Roger Olson
História das Doutrinas Cristãs - Louis Berkhof
História dos Hebreus - Flávio Josefo
História Eclesiástica - Eusébio
Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica - Alister E. McGrath

Justificação pela Fé

A Doutrina da Justificação - Arthur W. Pink (online)
A Liberdade do Cristão - Martinho Lutero

Lei de Deus

O Dia do Senhor - Joseph A. Pipa
Os Dez Mandamentos - Arthur W. Pink

Liderança

A Cruz e o Ministério Cristão - D.A. Carson
Liderança Cristã - Roger L. Smalling (online)
O Monge e o Executivo - James Hunter

Ministério

A Supremacia de Deus na Pregação - John Piper
Lições aos Meus Alunos - Volume I - Charles H. Spurgeon
Lições aos Meus Alunos - Volume II - Charles H. Spurgeon
Lições aos Meus Alunos - Volume III - Charles H. Spurgeon
O Pastor Aprovado - Richard Baxter
O Perfil do Pregador - John Stott
Pregação e Pregadores - David Martyn Lloyd-Jones
Pregue a Palavra - Vincent Cheung (online)
Um Ministério Ideal - Volume I - Charles H. Spurgeon
Um Ministério Ideal - Volume II - Charles H. Spurgeon

Patrística

A Cidade de Deus Parte 1 - Parte 2 - Agostinho
A Doutrina Cristã - Agostinho
A Graça I - Agostinho
A Graça II - Agostinho
A Trindade - Agostinho
A Verdadeira Religião - Agostinho
Ambrósio de Milão - Ambrósio
Apologia - Tertuliano (online)
Basílio de Cesaréia - Basílio
Comentário ao Gênesis - Agostinho
Comentário aos Salmos (1-50) - Agostinho
Comentário aos Salmos (51-100) - Agostinho
Comentário aos Salmos (101-150) - Agostinho
Confissões - Agostinho
Contra as Heresias - Irineu
Contra os Acadêmicos - Agostinho
Contra Celso - Orígenes
Dos Bens do Matrimônio - Agostinho
Examerão: Os seis dias da Criação - Ambrósio de Milão
Explicação de Romanos e Gálatas - Agostinho
História Eclesiástica - Eusébio
Justino de Roma - Justino
O Livre-Arbítrio - Agostinho
Padres Apologistas - Autores Diversos
Padres Apostólicos - Autores Diversos
Patrologia - Berthold Altaner e Alfred Stuiber
Santo Atanásio - Atanásio
Santo Hilário de Poitiers - Hilário
São João Crisóstomo - Crisóstomo
Sermões - Leão Magno
Solilóquios e Vida Feliz - Agostinho

Pneumatologia

O Mistério do Espírito Santo - R.C. Sproul

Quadrinhos

Mangá Messias

Reforma

A Instituição da Religião Cristã Tomo 1 - Tomo 2 - João Calvino
A Verdade Para Todos os Tempos - João Calvino
Cartas de João Calvino - João Calvino
Obras Selecionadas (Vol.1) - Martinho Lutero
Obras Selecionadas (Vol.2) - Martinho Lutero
Obras Selecionadas (Vol.3) - Martinho Lutero
Obras Selecionadas (Vol.4) - Martinho Lutero
Obras Selecionadas (Vol.5) - Martinho Lutero
Obras Selecionadas (Vol.6) - Martinho Lutero
Obras Selecionadas (Vol.7) - Martinho Lutero
Obras Selecionadas (Vol.8) - Martinho Lutero
Obras Selecionadas (Vol.9) - Martinho Lutero
Obras Selecionadas (Vol.10) - Martinho Lutero

Teologia do Pacto

O Cristo dos Pactos - O. Palmer Robertson
O Pacto da Graça - John Murray

Teologia Própria

O Conhecimento de Deus - J.I. Packer
O Ser de Deus e os Seus Atributos - Heber Carlos de Campos
Os Atributos de Deus - Arthur W. Pink

Teologia Sistemática

A Instituição da Religião Cristã Tomo 1 - Tomo 2 - João Calvino
Esboços de Teologia - A. A. Hodge
Introdução à Teologia Sistemática - Millard J. Erickson
Teologia Concisa - J.I. Packer
Teologia Sistemática - A. H. Strong
Teologia Sistemática - Charles Hodge
Teologia Sistemática - Franklin Ferreira e Allan Myatt
Teologia Sistemática - Herman Bavinck
Teologia Sistemática - Louis Berkhof
Teologia Sistemática - Vincent Cheung (online)
Teologia Sistemática - Wayne Grudem

Vida Cristã

A Tentação e a Mortificação do Pecado - John Owen
Batismo e Plenitude do Espírito Santo - John Stott
Depressão Espiritual - David Martyn Lloyd-Jones
Disciplinas Espirituais Para a Vida Crstã - Donald S. Whitney
Em Busca de Deus - John Piper
Firmes - John Piper e Justin Taylor
Santidade - J.C. Ryle
Superando a Tristeza e a Depressão com a Fé - Richard Baxter
Vivendo com o Deus Vivo - George Smeaton e John Owen

Obs: Alguns livros, como os das seções Escolástica e Patrística, foram escritos por católicos que nem sempre defenderam doutrinas consistentes com o ensino bíblico. Portanto, devem ser lidos com olhar crítico, julgando todas as coisas e retendo o que é bom. Sua importância reside principalmente no seu valor histórico, muito útil para a teologia histórica.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

A excelência de Cristo que nem todos vêem

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Trecho do livro "Deus é o Evangelho", de John Piper, editora Fiel.

- Admiramos a Cristo por sua glória, porém O admiramos muito mais por sua glória estar mesclada com humildade;

- Admiramos a Cristo por sua transcendência, mas O admiramos muito mais porque sua transcendência está acompanhada por condescendência;

- Admiramos a Cristo por sua justiça inflexível, contudo, O admiramos muito mais porque sua justiça é temperada com misericórdia;

- Admiramos a Cristo por sua majestade, porém O admiramos muito mais porque é uma majestade vestida de humildade;

- Admiramos a Cristo por sua igualdade com Deus; todavia, O admiramos muito mais porque, mesmo sendo igual a Deus, Ele tem uma profunda reverência a Deus;

- Admiramos a Cristo porque Ele era digno de todo o bem, mas O admiramos muito mais porque isto era acompanhado por uma estupenda paciência em sofrer o mal;

- Admiramos a Cristo por seu domínio soberano sobre o mundo, contudo, O admiramos muito mais porque este domínio está vestido de um espírito de obediência e submissão;

- Admiramos a Cristo porque, com sua sabedoria, deixou perplexos os orgulhosos escribas, porém O amamos muito mais porque Ele se mostrou simples o bastante para gostar das crianças e gastar tempo com elas;

- Admiramos a Cristo porque Ele usou seu poder para acalmar a tempestade, todavia, O admiramos muito mais porque se recusou a usar tal poder para ferir os samaritanos (Lc 9.54-55), com fogo do céu, e se recusou a usar seu poder para livrar a Si mesmo, descendo da cruz.

Grupo Leitura Bíblica

1 Comentário

Irmãos, graça e paz!

Eu criei um grupo onde os irmãos que começaram a leitura anual da Bíblia poderão comentar diariamente as passagens lidas. O grupo está aberto à participação de qualquer pessoa. Se você deseja participar, basta colocar seu e-mail abaixo e clicar em Participe.


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quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

A Grandeza e a Miséria Humana

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A conclusão, portanto, é aquela de Agostinho, que disse que o coração do homem foi criado por Deus e que por isso ele não pode encontrar descanso a não ser no coração de Deus. Sendo assim, todos os homens estão procurando por Deus, mas eles não o procuram da forma certa nem no lugar certo. Eles procuram aqui embaixo, mas Ele está lá em cima. Eles o procuram na terra, mas Ele está no céu. Eles o procuram longe, mas Ele está perto. Eles o procuram no dinheiro, na propriedade, na fama, no poder e na paixão; e Ele está no alto e santo lugar, e também com o contrito e abatido de espírito (Is.57.15). Mas eles o procuram como se, tateando, pudessem encontrá-lo (At.17.27). Eles o procuram e ao mesmo tempo fogem dele. Eles não se interessam em conhecer os seus caminhos, e não podem fazê-lo sem Ele. Eles se sentem atraídos a Deus e ao mesmo tempo repelidos por Ele.

Nisso, como Pascal profundamente observou, consiste a grandeza e a miséria humana. Ele anseia pela verdade e é falso por natureza. Ele anseia por descanso e se lança de uma diversão para outra. Ele suspira por uma felicidade permanente e eterna e se agarra a prazeres momentâneos. Ele procura por Deus e se perde na criatura. Ele é um filho nascido em casa e come as bolotas dos porcos em terra estranha. Ele abandonou a fonte de águas vivas e cavou cisternas rotas, que não retêm as águas (Jr.2.13). Ele é um faminto que sonha que está comendo e quando acorda descobre que sua alma está vazia; e é como um homem sedento que sonha que está bebendo, e quando acorda descobre que está fraco e que sua alma está desfalecida (Is.29.8).

A ciência não pode explicar essa contradição no homem. Ela reconhece apenas sua grandeza e não sua miséria, ou apenas sua miséria e não sua grandeza. Ela o eleva a grandes alturas ou o aperta em um abismo, pois ela não conhece a origem divina do homem nem sua queda. Mas as Escrituras conhecem tanto um quanto o outro, e lançam sua luz sobre o homem e sobre a raça humana; e as contradições são desfeitas, a névoa se esvai e as coisas ocultas são reveladas. O homem é um enigma cuja solução só pode ser encontrada em Deus.

Bibliografia: Teologia Sistemática, Herman Bavinck, capítulo 1
 

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