sábado, 3 de outubro de 2009

Por amor vale a pena!

6 comentários

Este texto é uma redação escrita por mim no início de 2002, um ano após minha conversão, quando eu estava no 1º ano do Ensino Médio. Encontrei-a num velho caderno e decidi publicá-la para nossa edificação.

Os nossos amores são os mais variados. Existem pessoas que amam acima de tudo um objeto. Outros, o dinheiro. Outros, ainda, uma pessoa. Mas diferentemente de todos esses, existem aqueles que amam o desconhecido, que amam aquilo que nunca viram, que amam Deus. Esses são os cristãos, que podem amar ao ponto de abandonar todos os antigos amores, para amarem somente Aquele que primeiro os amou.

Sim, os cristãos verdadeiramente amam. Mas eles amam porque Deus os amou primeiro (I Jo.4.19). O amor deles não vem deles mesmos, mas é um dom de Deus, o dom maior. Amor movido não pelo que vêem, mas pelo que crêem; amor que brota da fé.

Por esse amor tudo vale a pena! Vale a pena dar os bens aos pobres, ainda que isso venha a empobrecê-los; vale a pena ser açoitado, ainda que isso os leve à morte; tudo vale a pena por esse amor!

Nenhum desejo soberbo move esses homens; nada eles recebem pelo que dão, nada esperam receber; simplesmente amam. Amam aqueles que neles batem, os machucam, xingam e os perseguem. Recebem um tapa numa face e voltam a outra àquele que os machucou. Não pagam o mal com mal, nem o ódio com ódio; não estão debaixo da lei de talião, mas da Lei de Cristo, que assim diz: "amai-vos uns aos outros, como Cristo os amou" (Jo.13.34).

Sim, amar como Cristo nos amou. Qual foi o amor que Cristo demonstrou a nós? A Sua morte! "Ninguém tem maior amor do que esse: de dar alguém a própria vida em favor de seus amigos" (Jo.14.13), disse Jesus com respeito ao Seu amor. Amar como Ele, isso é o que fazem aqueles que negaram-se a si mesmos, pegando a sua cruz. Aqueles que "em face da morte, não amaram a própria vida" (Ap.12.11). Aqueles que, pelo seu amor tão semelhante ao de Cristo, foram chamados "cristãos" em Antioquia (At.11.26).

Sim, pelo amor a Deus – não por aquilo que Ele faz, mas por aquilo que Ele é – todas as coisas valem a pena. Fiel é Aquele que fez a promessa: "Eis que venho sem demora, para retribuir a cada um segundo as suas obras" (Ap.22.12).

Comentários

6 comentários em "Por amor vale a pena!"

Vinícius Pimentel disse...
4 de outubro de 2009 00:02

Belo texto! Que possamos ser aperfeiçoados nesse amor!

Ah, irmão... se me permite uma correção: a Lei é de Talião, não de tabelião.

Graça e paz!
Em Cristo,
Vinícius

André Aloísio disse...
4 de outubro de 2009 07:50

E aí Vini, graça e paz!

Exatamente! Publiquei do jeito que escrevi em 2002. Acho melhor corrigir, rsrs. Obrigado!

Abraços,

André Aloísio
O principal dos pecadores (I Tm.1.15)

Menina Morena disse...
6 de outubro de 2009 16:27

OI André , muito belo o texto
e fala de algo realmente maravilhoso....
sou nova convertida ..........e muito feliz por ser abençoada com esse Dom gratuito de Deus
o Amor .....
Se as pessoas realmente soubessem q é essa a força q move o mundo ....

Roberta Tribioli

Armando Marcos disse...
9 de outubro de 2009 00:42

Olá, dá uma olhada no meu blog, indiquei um selo lá para seu blog! parabéns: são varios blog s que vejo por dia,e o seu é uma das minhas "Fontes" diárias, hehe!
Abraços
Armando
http://armandomarcos.blogspot.com/

André Aloísio disse...
9 de outubro de 2009 19:41

Olá Roberta, graça e paz!

Fico feliz que você tenha sido abençoada com o texto. Fico feliz também de saber que você é nova na fé e já está buscando boa alimentação para sua alma. Persevere assim na vida cristã e sem dúvida você crescerá na graça e no conhecimento do Senhor Jesus Cristo.

Que Deus te abençoe!

André Aloísio
O principal dos pecadores (I Tm.1.15).

André Aloísio disse...
9 de outubro de 2009 19:43

Olá Armando, graça e paz!

Obrigado pelo selo e pela indicação do seu blog.

Que Deus te abençoe!

André Aloísio
O principal dos pecadores (I Tm.1.15).

 

Teologia e Vida © Revolution Two Church theme by Brian Gardner
Converted into Blogger Template by Bloganol and modified by Filipe Melo