domingo, 12 de abril de 2009

O Cristão e a Cruz de Cristo - Parte 4

2 comentários

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"Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo" (Gl 6:14a)

Por fim, carregar a cruz significa que seremos participantes da glória eterna! Nunca podemos pensar na cruz, sem pensar na ressurreição. Jesus suportou a cruz, contudo ao terceiro dia ressuscitou gloriosamente, e as Escrituras afirmam explicitamente que, assim como Ele ressuscitou de entre os mortos e recebeu um corpo glorificado, nós também o seremos!

Veja, por exemplo, esta sublime declaração do apóstolo João: “Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque haveremos de vê-lo como Ele é” (1 Jo 3:2). Paulo disse que Deus nos predestinou para sermos “conformes a imagem de Seu Filho, a fim de que Ele seja o primogênito de muitos irmãos” (Rm 8:29). Oh, que grande é este mistério!

Meus irmãos, Jesus disse que no Seu reino, “os justos resplandescerão como o sol” (Mt 13:43). Ah, irmãos, que grande estímulo essa verdade nos apresenta, diante de todos os sofrimentos e frustrações da vida! Tudo que estamos vivendo e que nos faz sofrer passará; chegará o dia em que Deus limpará de nossos rostos toda a lágrima, e nos coroará de alegria perpetuamente! Paulo diz: “as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada” (Rm 8:18). Vamos aprender a deixar de lado as murmurações, depressões, tristezas, e nos alegrarmos no fato de que em breve estaremos com o nosso Salvador para sempre! Vivamos a vida sob essa perspectiva, com essa esperança, aguardando ansiosamente esse dia, e nós encontraremos forçar para as batalhas.

Semelhantemente, a verdade que estamos tratando é um grande incentivo para nos preocuparmos com as coisas que realmente valem a pena. Quando pensamos na glória que há de ser revelada em nós, entendemos como faz todo sentido o que Jesus disse, quando nos mandou acumular tesouros no céu, e não na terra. Entendemos também que essa vida é passageira, tudo passa, como disse Tiago: “Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa” (Tg 4:14). O que realmente vale a pena é aquilo que é eterno.

Alegremo-nos e nos regozijemos, meus irmãos, pois há uma glória a ser revelada em nós. A Igreja é a obra prima de Deus, e desfrutaremos de alegria eterna diante do nosso Deus, que nos cobrirá com a Sua sombra. “se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados” (Rm 8:17).

Eis alguns dos efeitos da cruz de nosso Senhor Jesus Cristo na vida do crente. Reflita sobre todos eles, e pense nos vários outros que as Escrituras ensinam e que não foram contemplados neste artigo. A cruz é o centro do Evangelho e da vida cristã; devemos compreendê-la em todas as suas facetas, pois assim descobriremos a largura, comprimento, altura e profundidade do amor de Cristo. Deus revelou toda a Sua grandeza na obra do calvário e nos frutos decorrentes dela.

Que Deus abençoe tremendamente a todos vocês!

Comentários

2 comentários em "O Cristão e a Cruz de Cristo - Parte 4"

cincosolas disse...
16 de abril de 2009 08:50

Davi,

Estou esperando a conclusão, para reunir todas as partes e guardar bem guardadinho.

Em Cristo,

Clóvis

Davi Luan disse...
16 de abril de 2009 08:51

Oi, Clóvis,

Já acabou, hehe! ^^

Abraços!
Davi.

 

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