quarta-feira, 10 de agosto de 2016

A Igreja como Organização: Uma Exposição de 1 Timóteo

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Sermões pregados por mim na Primeira Carta de Paulo a Timóteo, na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI.

1. 1Tm 1.1,2: A Igreja é uma organização e um organismo (01/05/2016)
2. 1Tm 1.3-7: O verdadeiro ensino, ao contrário do falso, é proveitoso (08/05/2016) - Indisponível
3. 1Tm 1.8-11: A lei está em harmonia com o evangelho (15/05/2016)
4. 1Tm 1.12-17: Onde abundou o pecado, superabundou a graça (22/05/2016)
5. 1Tm 1.18-20: Nós devemos combater o bom combate (29/05/2016)
6. 1Tm 2.1-7: Nós devemos orar por todas as classes de pessoas no culto público (05/06/2016)
7. 1Tm 2.8-15: Homens e mulheres devem ter atitudes apropriadas no culto público (12/06/2016) - Indisponível
8. 1Tm 3.1-7: O presbítero deve cumprir certos requisitos para ocupar o ofício (19/06/2016) - Indisponível
9. 1Tm 3.8-13: O diácono deve cumprir certos requisitos para ocupar o ofício (26/06/2016)
10. 1Tm 3.14-16: A Igreja é uma organização importantíssima (03/07/2016) - Indisponível
11. 1Tm 4.1-5: Cinco questões sobre a apostasia (10/07/2016) - Indisponível
12. 1Tm 4.6-11: O ministro do evangelho deve ter a disciplina de um atleta (17/07/2016)
13. 1Tm 4.12-16: O ministro do evangelho deve exercer seu ministério com dedicação (24/07/2016)
14. 1Tm 5.1,2: O ministro do evangelho deve exortar os membros da Igreja como se exortasse os membros da sua família (31/07/2016)
15. 1Tm 5.3-16: A Igreja deve sustentar as viúvas de acordo com determinadas regras (14/08/2016)
16. 1Tm 5.17-25: Diretrizes a respeito dos presbíteros (21/08/2016) - Novo

A Origem de Tudo: Uma Exposição de Gênesis

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Sermões pregados por mim no Livro de Gênesis, na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI. Alguns desses sermões foram grandemente influenciados pelo livro Pregando Cristo a partir de Gênesis (Sidney Greidanus).

1. Gn 1.1-2.3: Deus é o Rei do Universo (03/05/2015) - Indisponível
2. Gn 2.4-3.24: Apesar do julgamento de Deus, há esperança de retorno ao Paraíso (10/05/2015)
3. Gn 4: Deus é fiel para dar continuidade à linhagem da semente da mulher até Cristo alcançar a vitória final (17/05/2015)
4. Gn 5.1-6.8: Somente Deus é capaz de resolver o problema do pecado por meio de julgamento e salvação (24/05/2015)
5. Gn 6.9-9.17: Deus faz um novo começo para continuar o Seu reino sobre a terra (31/05/2015)
6. Gn 9.18-29: Deus dará vitória à semente da mulher contra a semente da serpente (07/06/2015)
7. Gn 10: O Deus soberano tem um interesse especial em todas as nações (14/06/2015)
8. Gn 11.1-9: O Deus soberano pode destruir os reinos do mundo para restaurar o Seu reino na terra (21/06/2015)
9. Gn 11.10-26: Apesar do Seu julgamento, Deus preserva a semente da mulher para trazer bênção a todas as nações (28/06/2015)
10. Gn 11.27-12.9: O Senhor dá o mundo ao Seu povo para reivindicá-lo para o reino de Deus (05/07/2015)
11. Gn 12.10-20: A libertação do povo de Deus da escravidão do pecado é uma bênção (12/07/2015)
12. Gn 13: As promessas de Deus são para aqueles que vivem pela fé e não pela visão (19/07/2015)
13. Gn 14: Deus é o Rei Supremo que dá tudo ao Seu povo (26/07/2015)
14. Gn 15: Tão certo como Deus nos deu Cristo, Ele nos dará novos céus e nova terra (02/08/2015)
15. Gn 16: Deus ouve e vê as aflições do Seu povo (09/08/2015)
16. Gn 17: O Deus Todo-Poderoso estabeleceu um sinal de inclusão na Sua aliança (16/08/2015)
17. Gn 18: O Deus Triuno se revela como fiel em Suas promessas e justo em Seus juízos (23/08/2015)
18. Gn 19: A forma como recebemos a Deus define nosso destino no dia do juízo (30/08/2015)
19. Gn 20: Mesmo quando somos infiéis, Deus permanece fiel (06/09/2015)
20. Gn 21.1-7: A fidelidade do Senhor ao cumprir a Sua promessa de chamar miraculosamente à existência o Seu povo deve nos encher de alegria (13/09/2015)
21. Gn 21.8-21: Ainda que os descrentes também recebam bênçãos de Deus, apenas os filhos de Deus são herdeiros da promessa de salvação (20/09/2015)
22. Gn 21.22-34: Certamente o povo de Deus habitará na nova terra para todo o sempre (27/09/2015)
23. Gn 22.1-19: O Senhor provê um cordeiro como sacrifício para que o Seu povo possa viver (04/10/2015)
24. Gn 22.20-24: Deus, em Sua providência, prepara tudo o que é necessário para a preservação do Seu povo (11/10/2015) - Incompleto
25. Gn 23: Ainda que Deus já tenha começado a cumprir Sua promessa, a posse completa da nova terra ainda é futura (18/10/2015) - Incompleto
26. Gn 24: O Senhor dá continuidade ao Seu povo providenciando os futuros cônjuges para Seus servos (25/10/2015)
27. Gn 25.1-11: Os filhos da promessa, e não os filhos da carne, são o verdadeiro povo de Deus (01/11/2015)
28. Gn 25.12-18: Deus também é fiel às Suas promessas em relação ao futuro do ímpio (06/12/2015)
29. Gn 25.19-34: Deus soberana e graciosamente escolhe os menores para que sejam o Seu povo vitorioso (13/12/2015)
30. Gn 26.1-33: Deus nos abençoa com Sua presença como abençoou Abraão (03/01/2016)
31. Gn 27.1-45: Deus pode usar até o pecado para realizar o Seu plano de abençoar o Seu povo (10/01/2016)
32. Gn 26.34,35; 27.46-28.9: Quem é do povo de Deus deve se casar com quem também é do povo de Deus (17/01/2016)
33. Gn 28.10-22: O Senhor está sempre conosco (24/01/2016)
34. Gn 29: Somente Deus por meio de Cristo pode satisfazer nosso anseio por um amor verdadeiro (14/02/2016) - Indisponível
35. Gn 30.1-24: Deus cumpre Suas promessas de forma misteriosa (21/02/2016) - Indisponível
36. Gn 30.25-43: Deus cumpre Suas promessas ao Seu povo, apesar de toda oposição do Inimigo (28/02/2016)
37. Gn 31: O Senhor libertou o Seu povo da escravidão (06/03/2016)
38. Gn 32.1-21: A humildade é a principal característica daquele que está sendo transformado por Deus (13/03/2016)
39. Gn 32.22-32: Pessoas autossuficientes precisam ser mudadas em pessoas que dependem de Deus para que possam entrar no reino de Deus (20/03/2016) - Indisponível
40. Gn 33.1-17: Pessoas reconciliadas com Deus se reconciliam com seus inimigos, mas não com o mundo (27/03/2016) - Indisponível
41. Gn 33.18-34.31: O pecado deve receber uma punição apropriada (03/04/2016) - Indisponível
42. Gn 35.1-15: As promessas de Deus são para aqueles que servem ao verdadeiro Deus da forma como Deus deseja (10/04/2016) - Indisponível
43. Gn 35.16-29: O Rei supremo da Igreja e do mundo é o Leão da Tribo de Judá (17/04/2016)

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Como podemos ser saciados? Uma exposição de João 7.37-39

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 07/08/2016.

Para baixar este sermão em áudio, clique aqui.

O Problema do Mal: Uma Exposição de Habacuque

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Sermões pregados por mim no Livro de Habacuque, na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Paráfrase da Oração Dominical com as palavras do Breve Catecismo de Westminster

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Por Matthew Henry
Pai nosso, que estás nos céus, nós vimos a ti como filhos a um Pai capaz e pronto para nos ajudar.

Nós te suplicamos, santificado seja o teu nome; habilita a nós e a outros a glorificar-te em tudo aquilo em que tu te dás a conhecer, e disponha tudo para a tua glória.

Venha o teu reino; que o reino de Satanás seja destruído e que o reino da graça seja adiantado; que nós e os outros a ele sejamos guiados e nele guardados, e que cedo venha o reino da glória.

Faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; torna-nos, pela tua graça, capazes e desejosos de conhecer a tua vontade, de obedecer e submeter-nos a ela em tudo, como fazem os anjos no céu.

O pão nosso de cada dia dá-nos hoje; que da tua livre dádiva recebamos uma porção suficiente das coisas boas desta vida, e que gozemos com elas das tuas bênçãos.

E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores. Nós oramos para que, por amor de Cristo, tu nos perdoes gratuitamente os nossos pecados, e que, pela tua graça, nos habilites a perdoar de coração ao nosso próximo.

E não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal. Guarda-nos, ó Senhor, de sermos tentados a pecar, ou preserva-nos e livra-nos, quando formos tentados.

Pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Senhor, na oração, nós confiamos somente em ti, e desejamos te louvar em nossas orações, atribuindo a ti reino, poder e glória; e em testemunho do nosso desejo e certeza de sermos ouvidos através de Jesus Cristo, nós dizemos: Amém.

Por: Matthew Henry. 
Fonte: Trecho do capítulo 9 do livro Method For Prayer
Tradução: André Aloísio Oliveira da Silva

As Doutrinas da Graça

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Nós, reformados, cremos em certas doutrinas que enfatizam a soberania de Deus na salvação. Elas são conhecidas como “doutrinas da graça”, pois enfatizam que a salvação é pela graça de Deus e não pelas obras (Ef 2.8,9). Elas também são chamadas de “cinco pontos do calvinismo”. Elas são “do calvinismo”, porque são uma reafirmação da doutrina bíblica da salvação, conforme ensinada pelo reformador João Calvino no século XVI; elas são “cinco pontos”, porque consistem em cinco doutrinas declaradas em uma confissão chamada Cânones de Dort (1618-1619), em resposta às cinco doutrinas dos seguidores de Jacó Armínio, os “cinco pontos do arminianismo”. 

As doutrinas da graça, ou cinco pontos do calvinismo, são as seguintes:

1. Depravação Total: Todos os homens são pecadores (Rm 3.23; Sl 51.5), totalmente depravados em cada parte do seu ser (Jr 17.9; Mc 7.21-23; Rm 3.10-18; Ef 2.1-3): pensamentos, emoções e vontade (Gn 6.5,6; 1Co 2.14; Rm 8.7,8). Por tal motivo, ninguém pode fazer o bem aos olhos de Deus (Jr 13.23; Rm 3.12), ainda que algumas ações humanas possam parecer boas diante dos homens. Além disso, como a vontade humana também foi afetada, ninguém pode escolher ser salvo sem a graça de Deus (Jo 5.40; 6.44,65). O pecador não tem livre-arbítrio.

2. Eleição Incondicional: Deus escolheu em Cristo desde a eternidade, unicamente pelo Seu amor, graça e vontade, e para Sua própria glória, um número imenso e definido de pessoas para serem salvas dos seus pecados e terem a vida eterna (Ef 1.4-6,11). Essa eleição é chamada de incondicional porque ela não é baseada em nada presente nos próprios eleitos, como fé, boas obras ou perseverança que tenham sido previstas, mas é baseada totalmente na soberana vontade de Deus (Rm 9.11-18; 11.5,6; 2Tm 1.9). Deus não apenas escolheu os eleitos para a vida eterna, mas também preordenou todos os meios pelos quais isso seria possível (Rm 8.28-30). Deus não escolheu a todos e, também para Sua glória, Deus preordenou as demais pessoas para a condenação por causa dos seus pecados, o que é chamado de reprovação (Pv 16.4; Rm 9.17-22).

3. Expiação Limitada: Jesus se ofereceu na cruz como o único e perfeito sacrifício pelos pecados (Hb 10.12-14), para satisfazer a justiça de Deus (Rm 3.21-26), sofrendo a ira divina (Is 53.4-6), tornando-se maldição (Gl 3.13) e morrendo no lugar de pecadores (1Pe 3.18). Por ser verdadeiro Deus, tal sacrifício oferecido por Cristo é de valor e dignidade infinitos, plenamente suficiente para expiar os pecados do mundo inteiro. No entanto, esta expiação é limitada, no sentido de que o propósito de Deus com o sacrifício de Cristo foi expiar apenas os pecados dos eleitos (Mt 1.21; Jo 10.11,15,26-28; 17.6-9,19-21; At 20.28; Rm 8.31-34; Tt 2.14). Portanto, Jesus não morreu por todos os seres humanos literalmente, mas apenas pelos Seus escolhidos.

4. Graça Irresistível: Aqueles que Deus escolheu antes da fundação do mundo são chamados eficazmente por Sua Palavra e por Seu Espírito no tempo determinado por Ele (Rm 8.30; 2Tm 1.9), tendo suas mentes iluminadas para compreenderem o evangelho (1Co 2.12-16; Mt 11.25-27), nascendo de novo para que possam ver o reino de Deus (Jo 3.3,5; Tt 3.4,5) e tendo suas vontades renovadas (Ez 36.26,27) para que, livre e voluntariamente, venham a Cristo (Jo 6.37,44,65), através do arrependimento e fé, que são dons de Deus (At 11.18; Fp 1.29). Essa graça é chamada de irresistível porque é impossível a um eleito resistir ao chamado do Espírito Santo em seu coração, sendo ela o único motivo pelo qual alguns pecadores recebem o evangelho e outros não (Is 55.10,11; Jo 6.37,44,65). Mesmo que apenas os eleitos sejam chamados eficazmente, o evangelho deve ser pregado a todos os homens, para testemunho a todas as nações (Mt 28.18-20; Mc 16.15; Mt 22.14).

5. Perseverança dos Santos: Aqueles que foram eleitos e chamados por Deus não podem decair do estado de graça e perder a salvação; pelo contrário, eles estão eternamente salvos e perseverarão firmes até o fim (Jo 10.27-30; Fp 1.6; Rm 8.35-39). A perseverança deles não depende do seu próprio livre-arbítrio, mas da imutável eleição divina (Rm 8.29,30), da expiação realizada por Cristo que pagou todos os seus pecados (Rm 5.6-10), da atual intercessão de Cristo ao lado do Pai (Rm 8.31-34) e da permanência do Espírito Santo neles, que é o selo e penhor da sua herança (1Jo 3.9; Ef 1.13,14). Ainda que os eleitos não percam a salvação, eles podem cair em graves pecados, desagradando a Deus, entristecendo o Espírito Santo, escandalizando os outros e atraindo sobre si juízos temporais (Jo 18.15-18,25-27). Têm sua comunhão com Deus restaurada através do arrependimento e confissão (Jo 21.15-17).

quinta-feira, 21 de julho de 2016

O que é educação clássica?

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Por Susan Wise Bauer
A educação clássica conta com um processo tripartido de treinamento da mente. Os primeiros anos da escola são gastos na absorção de fatos, lançando sistematicamente os fundamentos para o estudo avançado. Nas séries intermediárias, os estudantes aprendem a pensar através de argumentos. Nos últimos anos da escola, eles aprendem a se autoexpressar. Esse padrão clássico é chamado de “trivium”.

Os primeiros anos de educação são chamados de “estágio gramatical” – não porque você gasta quatro anos fazendo Português, mas porque esses são os anos em que os blocos de construção para todos os outros aprendizados são lançados, assim como a gramática é o fundamento para a linguagem. Nos anos elementares da escola – o que nós comumente pensamos como os primeiros quatro anos do Ensino Fundamental – a mente está pronta para absorver informação. Crianças nessa idade, na verdade, acham a memorização divertida. Assim, durante esse período, a educação envolve não a autoexpressão ou a autodescoberta, e sim a aprendizagem de fatos: regras de fonética e soletração, regras de gramática, poemas, o vocabulário de idiomas estrangeiros, as histórias da História e literatura, descrições de plantas, animais e do corpo humano, os fatos da matemática – e a lista continua. Essa informação constitui a gramática, ou os blocos básicos de construção, para o segundo estágio da educação.

Por volta do quinto ano, a mente da criança começa a pensar mais analiticamente. Estudantes dos últimos anos do Ensino Fundamental são menos interessados em descobrir fatos do que em perguntar “por quê?”. A segunda fase da educação clássica, o “estágio lógico”, é um tempo quando a criança começa a prestar atenção à causa e efeito, ao relacionamento entre os diferentes campos relacionados do conhecimento, à forma pela qual os fatos se ajustam em uma estrutura lógica.

Um estudante está pronto para o estágio lógico quando a capacidade para o pensamento abstrato começa a amadurecer. Durante esses anos, o estudante começa álgebra e o estudo da lógica, e começa a aplicar a lógica em todos os assuntos acadêmicos. A lógica da escrita, por exemplo, inclui a construção de parágrafos e o aprendizado para defender uma tese; a lógica da leitura envolve a crítica e a análise de textos, não a simples absorção da informação; a lógica da história demanda que o estudante descubra por que a Guerra de 1812* foi travada, ao invés de simplesmente ler sua história; a lógica da ciência requer que a criança aprenda o método científico.

A fase final de uma educação clássica, o “estágio retórico”, constrói sobre os dois primeiros. Nesse ponto, o estudante do Ensino Médio aprende a escrever e falar com força e originalidade. O estudante de retórica aplica as regras da lógica aprendidas nos últimos anos do Ensino Fundamental à informação fundamental aprendida nos primeiros anos do Ensino Fundamental, e expressa suas conclusões em uma linguagem clara, vigorosa e elegante. Os estudantes também começam a se especializar no ramo do conhecimento que os atrai; esses são os anos para acampamentos de arte, cursos na faculdade, intercâmbios, ensino profissionalizante e outras formas de treinamento especializado.

Uma educação clássica é mais do que simplesmente um padrão de aprendizagem, entretanto. A educação clássica é focada na linguagem; a aprendizagem é realizada através de palavras, escritas e faladas, ao invés de imagens (figuras, vídeos e televisão).

Por que isso é importante? A aprendizagem através da linguagem e a aprendizagem através das imagens requerem hábitos muito diferentes de pensamento. A linguagem requer que a mente trabalhe pesado; ao ler, o cérebro é forçado a traduzir um símbolo (palavras na página) em um conceito. Imagens, tais como aquelas em vídeos e na televisão, levam a mente a ser passiva. Na frente de uma tela, o cérebro pode “sentar atrás” e relaxar; encarando uma página branca, a mente é mandada a arregaçar as mangas e voltar ao trabalho.

Uma educação clássica, então, tem dois aspectos importantes. É focada na linguagem. E ela segue um padrão específico tripartido: a mente precisa ser, primeiro, suprida com fatos e imagens, depois, receber as ferramentas lógicas para organização dos fatos, e, finalmente, equipada para expressar conclusões.

Mas isso não é tudo. Para a mente clássica, todo conhecimento é inter-relacionado. A astronomia (por exemplo) não é estudada de forma isolada; ela é aprendida lado a lado com a história das descobertas científicas, o que conduz ao relacionamento da igreja com a ciência e dali para as complicações da história da igreja medieval. A leitura da Odisseia conduz o estudante à consideração da história grega, a natureza do heroísmo, o desenvolvimento do épico, e o entendimento humano do divino.

Isso é mais fácil de dizer do que de fazer. O mundo está repleto de conhecimento, e encontrar as ligações entre os campos de estudo pode ser uma tarefa que confunde a mente. Uma educação clássica enfrenta esse desafio tomando a história como seu esboço organizador – começando com os antigos e prosseguindo com os modernos em história, ciência, literatura, arte e música.

Nós sugerimos que os doze anos de educação consistam de três repetições do mesmo padrão de quatro anos: Antiguidade, Idade Média, Renascença e Reforma, e Tempos Modernos. A criança estuda esses quatro períodos de tempo em níveis variados – simples nos primeiros quatro anos, mais difícil do quinto ao oitavo ano (quando o estudante começa a ler as fontes originais), e tomando uma abordagem ainda mais complexa do nono ao décimo segundo ano, quando o estudante trabalha através desses períodos de tempo usando fontes originais (de Homero a Hitler) e também tem a oportunidade de seguir um interesse particular (música, dança, tecnologia, medicina, biologia, escrita criativa) com profundidade.

As outras áreas de assunto do currículo estão ligadas aos estudos históricos. O estudante que está estudando a história antiga lerá a mitologia grega e romana, os contos da Ilíada e Odisseia, escritos medievais antigos, contos de fadas chineses e japoneses, e (para os estudantes mais velhos) os textos clássicos de Platão, Heródoto, Virgílio, Aristóteles. Ele lerá Beowulf, Dante, Chaucer, Shakespeare no próximo ano, quando ele estiver estudando história medieval e início da renascença. Quando os séculos dezoito e dezenove são estudados, ele começa com Swift (As Viagens de Gulliver) e termina com Dickens; finalmente, ele lê literatura moderna enquanto está estudando história moderna.

As ciências são estudadas em um padrão de quatro anos que corresponde aproximadamente aos períodos da descoberta científica: biologia, classificação e o corpo humano (assuntos conhecidos dos antigos); ciência da terra e astronomia básica (que floresceu durante o começo da renascença); química (que começou a ser bem sucedida no começo do período moderno); e então física básica e ciência da computação (assuntos bem modernos).

Esse padrão traz coerência ao estudo da história, ciência e literatura – assuntos que são muito frequentemente fragmentados e que causam confusão. O padrão estende-se e aprofunda-se à medida que o estudante progride em maturidade e aprendizado. Por exemplo, um estudante do primeiro ano ouve você ler a história da Ilíada de uma das versões ilustradas disponíveis em qualquer biblioteca pública. Quatro anos depois, o estudante do quinto ano lê uma das adaptações populares para os últimos anos do Ensino Fundamental – The Trojan War [A Guerra de Troia], de Olivia Coolidge, ou The Tale of Troy [O Conto de Troia], de Roger Lancelyn Greene. Quatro anos se passam, e o estudante do nono ano – face a face com a própria Ilíada – mergulha de cabeça, destemido.

A educação clássica é, acima de tudo, sistemática – em contraste direto com a natureza dispersa e desorganizada de tanta educação secundária. Esse estudo sistemático e rigoroso tem dois propósitos.

O estudo rigoroso desenvolve virtude no estudante. Aristóteles definiu virtude como a habilidade de agir de acordo com o que alguém sabe ser correto. O homem virtuoso (ou mulher) pode forçar a si mesmo a fazer o que ele sabe ser correto, mesmo quando isso vai contra suas inclinações. A educação clássica continuamente exige que um estudante trabalhe contra suas inclinações mais básicas (preguiça, ou o desejo de assistir mais meia hora de TV) a fim de alcançar um objetivo – o domínio de um assunto.

O estudo sistemático também leva o estudante a participar do que Mortimer Adler chama de “Grande Conversação” – a conversação contínua de grandes mentes através das eras. Muita educação moderna é tão eclética que o estudante tem pouca oportunidade de fazer conexões entre eventos passados e a enchente da informação atual. “A beleza do currículo clássico”, escreve o professor clássico David Hicks, “é que ele demora-se sobre um problema, um autor, ou uma época tempo suficiente para dar, mesmo ao estudante mais jovem, a chance de exercitar sua mente de uma forma acadêmica: fazer conexões e traçar desenvolvimentos, linhas de raciocínio, padrões de ação, simbolismos recorrentes, tramas e motivos”.

* A Guerra de 1812, ou a Guerra Anglo-Americana, foi uma guerra entre os Estados Unidos e o Reino Unido e suas colônias (N.T.)

Por: Susan Wise Bauer. Website: www.welltrainedmind.com
Tradução: André Aloísio Oliveira da Silva

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Fé, Esperança e Amor

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“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor” (1Co 13.13). A Bíblia frequentemente apresenta lado a lado a fé, a esperança e o amor. Essas três virtudes, conhecidas como “virtudes teologais”, porque têm sua origem em Deus, estão presentes em todos os cristãos e resumem o que é o Cristianismo. Mas das três, a maior é o amor.

A fé é “a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem” (Hb 11.1). Ter fé é crer naquilo que não pode ser visto, por ser invisível: “Bem-aventurados os que não viram e creram” (Jo 20.29). Mais especificamente, a fé é dirigida ao Deus invisível (1Tm 1.17), Pai, Filho e Espírito Santo, como professamos no Credo Apostólico. Assim, a fé é importantíssima. Ela é o único instrumento da salvação (Rm 3.28) e sem fé é impossível agradar a Deus (Hb 11.6). Mas quando estivermos diante desse Deus Triuno e contemplarmos a Sua face (Ap 22.1-5), a fé não mais será necessária, pois será substituída pela visão.

A esperança, assim como a fé, também é dirigida àquilo que não pode ser visto. Mas no caso da esperança, isso não pode ser visto porque ainda é futuro. A esperança espera aquilo que ainda não chegou: “Ora, esperança que se vê não é esperança; pois o que alguém vê, como o espera? Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o aguardamos” (Rm 8.24,25). Ter esperança é esperar pelo cumprimento das promessas de Deus na volta de Jesus, o qual é a nossa esperança (1Tm 1.1). Manifestamos essa esperança ao orarmos pelas promessas de Deus, como na Oração Dominical (Mt 6.9-13): “venha o teu reino”. Mas quando aquilo que aguardamos vier e as promessas de Deus se cumprirem, a esperança também dará lugar à visão.

O amor é a maior das três virtudes. Primeiro, ele não só é dirigido a Deus, ao qual devemos amar de todo coração, mas também ao próximo, ao qual devemos amar como a nós mesmos (Mc 12.30,31). Assim, o amor é o resumo da Lei, dos Dez Mandamentos (Êx 20.1-17). Além disso, ao contrário da fé e da esperança, “o amor jamais acaba” (1Co 13.8). Mesmo no mundo futuro prosseguiremos e cresceremos em amor a Deus e ao próximo, eternamente. Ainda mais, o amor é algo que está presente também em Deus. “Deus é amor” (1Jo 4.8), e ao amarmos, estamos imitando o próprio Deus (Ef 5.1,2). Assim, o amor derramado em nossos corações pelo Espírito Santo (Rm 5.5) é o dom supremo.

Essas são as três virtudes fundamentais de todo cristão. Portanto, nos momentos de dúvida, tenha fé em Deus; nos momentos de ansiedade, tenha esperança nas promessas de Deus; mas, principalmente, tenha um amor absoluto por Deus e intenso por todos.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Recomendação: Livro Poesias do Caminho (Davi Luan Carneiro)

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O irmão Davi Luan Carneiro, colaborador do blog Teologia e Vida, publicou um livro recentemente: Poesias do Caminho, disponível na Amazon.com.br.

"Poesias do Caminho" é uma joia da espiritualidade cristã. Quem já leu algum escrito de Davi Luan Carneiro sabe que ele é poético por natureza na sua forma de escrever, mesmo ao escrever prosa. Ao escrever esses poemas, portanto, ele está expressando da forma mais plena aquilo que está no seu coração, de uma forma espiritualmente arrebatadora. Ao lê-lo, sentimos como se as suas palavras fossem as nossas próprias, pois as afeições espirituais que expressam são aquelas que estão no coração de todos os verdadeiros cristãos. São poemas que falam de diversos temas da teologia e da vida, como o amor e a glória de Deus, o pecado, a obra de Cristo, a salvação, a vida cristã, a Igreja, a Bíblia, a família, tudo de uma perspectiva calvinista. Leia e maravilhe-se!

terça-feira, 3 de maio de 2016

Livros Recomendados

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Esta é uma lista de livros recomendados por mim. Procurei colocar nesta lista apenas livros que eu já li do começo ao fim, com exceção de algumas obras de referência, como comentários bíblicos, entre os quais alguns foram recomendados pelo fato de eu conhecer o autor.

Como eu me limitei em geral apenas a livros lidos por mim, esta não é uma lista exaustiva. É possível que excelentes livros tenham ficado de fora, porque eu não os li. Ainda assim, creio que ela é um bom começo para aqueles que querem se aprofundar mais no estudo da teologia e da vida.

Porém, esta lista não é apenas uma recomendação de livros para os leitores do blog, mas também um testemunho das minhas principais influências teológicas até hoje (20/06/2016). Dentre os livros que eu já li, os que aqui se encontram foram os que mais moldaram a minha teologia e a minha vida. Apesar disso, nem todos esses livros expressam exatamente o meu pensamento ou se constituem em sua totalidade o que eu considero como uma boa teologia, apesar de todos eles serem bons livros. Por essa razão, marquei com um asterisco (*) os livros que, na minha opinião, contêm alguns erros teológicos.

Organizei a lista por temas e ordenei os temas de acordo com algumas áreas que, ainda que não sejam mencionadas, estão implícitas na lista: teologia exegética, teologia histórica, teologia sistemática, teologia filosófica, teologia pastoral, vida cristã e cultura geral. A ordem dos livros dentro de cada tema é cronológica ou segue uma ordem que, na minha opinião, é a mais lógica para uma sequência de leituras. Os temas marcados com um asterisco (*) significam que todos ou quase todos os livros dentro daquele tema contêm alguns erros teológicos.

Boa leitura!

Bíblias de Estudo
Bíblia de Estudo de Genebra
* Bíblia em Ordem Cronológica

Hebraico
Hebraico Bíblico (Page H. Kelley)
Introdução à Sintaxe do Hebraico Bíblico (Bruce K. Waltke; M. O'Connor)
Léxico Hebraico e Aramaico do Antigo Testamento (William L. Holladay)

Grego
Fundamentos do Grego Bíblico (William D. Mounce)
Gramática Grega: uma sintaxe exegética do Novo Testamento (Daniel B. Wallace)
Léxico do Novo Testamento Grego/Português (F. Wilbur Gingrich; Frederick W. Danker)

Latim
Gradus Primus (Paulo Rónai)
Gradus Secundus (Paulo Rónai)

Introdução Bíblica
Panorama do Antigo Testamento (Andrew E. Hill; J.H. Walton)
Introdução ao Novo Testamento (D.A. Carson; Douglas J. Moo; Leon Morris)
Documentos do Antigo Testamento (Walter C. Kaiser Jr.)
* O Cânon das Escrituras (F.F. Bruce)
Por que 4 Evangelhos? (David Alan Black)
Cristo na Terra: as narrativas dos evangelhos como história (Jakob van Bruggen)
A Literatura Apocalíptico-Judaica (Herminstein Maia Pereira da Costa)
A História da Bíblia (Tim Dowley)
Cronologia Bíblica (David Payne)
Personagens da Bíblia (Robert Backhouse)
Os Rolos do Mar Morto (John Willitts)

Manuscritologia
Manual da Bíblia Hebraica (Edson de Faria Francisco)
Crítica Textual do Novo Testamento (Wilson Paroschi)
Manuscritologia do Novo Testamento (Paulo Anglada)

Geografia Bíblica
O Mundo da Bíblia (Tim Dowley)
A Vida nos Tempos Bíblicos (Tim Dowley)
Vida Cotidiana nos Tempos Bíblicos (J. I. Packer, Merrill C. Tenney, William White)
Encontrei Jesus numa festa de Israel (John Sittema)

História de Israel
* História dos Hebreus (Flávio Josefo)

Hermenêutica e Exegese
Para Ler a Bíblia (Jakob Van Bruggen)
Introdução à Hermenêutica Reformada (Paulo Anglada)
* Introdução à Hermenêutica Bíblica (Walter C. Kaiser Jr.; Moisés Silva)
Princípios de Interpretação Bíblica (Louis Berkhof)
A Espiral Hermenêutica (Grant R. Osborne)
A Bíblia e seus intérpretes (Augustus Nicodemus)
Os Perigos da Interpretação Bíblica (D.A. Carson)
Manual do uso do Antigo Testamento no Novo Testamento (G. K. Beale)
O uso do Antigo Testamento no Novo Testamento e suas implicações hermenêuticas (G. K. Beale)
Interpretação do Pentateuco (Peter Vogt)
Interpretação dos Livros Históricos (Robert B. Chisholm Jr.)
Interpretação dos Salmos (Mark D. Futato)
* Entendes o que lês? (Gordon D. Fee; Douglas Stuart)
* Manual de Exegese Bíblica (Douglas Stuart; Gordon D. Fee)
Ele nos deu histórias (Richard L. Pratt Jr)
Exegese do Novo Testamento (John Grassmick)

Teologia Bíblica
Teologia Bíblica (Geerhardus Vos)
Teologia do Antigo Testamento (Walter C. Kaiser)
* Teologia do Antigo Testamento (Paul House)
Criação e Consumação- Volume 1 (Gerard Van Groningen)
Criação e Consumação- Volume 2 (Gerard Van Groningen)
Criação e Consumação- Volume 3 (Gerard Van Groningen)
O Progresso da Revelação no Antigo Testamento (Gerard Van Groningen)
Teologia do Novo Testamento (George Ladd)
Você se torna aquilo que adora: uma teologia bíblica da idolatria (G. K. Beale)

Teologia do Pacto
Marrow of Modern Divinity (Edward Fisher)
The Covenant of Life Opened (Samuel Rutherford)
* O Pacto da Graça (John Murray)
O Cristo dos Pactos (O. Palmer Robertson)
Alianças (O. Palmer Robertson)
* O Deus da Promessa (Michael Horton)
Unidade e Continuidade na Teologia da Aliança (Andrew A. Woolsey)

Comentários e Exposições

Antigo Testamento
Comentário Bíblico do Antigo Testamento- Vol.1 (Matthew Henry)
Comentário Bíblico do Antigo Testamento- Vol.2 (Matthew Henry)
Comentário Bíblico do Antigo Testamento- Vol.3 (Matthew Henry)
Comentário Bíblico do Antigo Testamento- Vol.4 (Matthew Henry)
* Coleção Cultura Bíblica: Introdução e Comentário do Antigo Testamento (vários autores)
Comentários do Antigo Testamento da Editora Cultura Cristã (vários autores)

Gênesis
* Examerão (Ambrósio)
* Comentário ao Gênesis (Agostinho)

Salmos
* Comentário aos Salmos- 1-50 (Agostinho)
* Comentário aos Salmos- 51-100 (Agostinho)
* Comentário aos Salmos- 101-150 (Agostinho)
Salmos- Vol.1 (João Calvino)
Salmos- Vol.2 (João Calvino)
Salmos- Vol.3 (João Calvino)
Salmos- Vol.4 (João Calvino)

Daniel
Daniel- Vol.1 (João Calvino)
Daniel- Vol.2 (João Calvino)
Ouse ser firme: O livro de Daniel (Stuart Olyott)

Jonas
Jonas: o missionário bem-sucedido que fracassou! (Stuart Olyott)
Jonas: Um estudo sobre compaixão, a do Senhor e a sua (O. Palmer Robertson)

Novo Testamento
Comentário Bíblico do Novo Testamento- Vol.1 (Matthew Henry)
Comentário Bíblico do Novo Testamento- Vol.2 (Matthew Henry)
* Coleção Cultura Bíblica: Introdução e Comentário do Novo Testamento
Comentário do Novo Testamento da Cultura Cristã (William Hendriksen e Simon Kistemaker)

Mateus
Beatitudes - As Bem-Aventuranças (João Calvino)
Meditações no Evangelho de Mateus (J.C. Ryle)
Estudos no Sermão do Monte (David Martyn Lloyd-Jones)
O Comentário de Mateus (D.A. Carson)

Marcos
Meditações no Evangelho de Marcos (J.C. Ryle)

Lucas
Meditações no Evangelho de Lucas (J.C. Ryle)

João
João- Vol.1 (João Calvino)
João- Vol.2 (João Calvino)
Meditações no Evangelho de João (J.C. Ryle)
Salvos Desde a Eternidade- Vol. 1 (David Martyn Lloyd-Jones)
Seguros Mesmo no Mundo- Vol. 2 (David Martyn Lloyd-Jones)
Santificados mediante a verdade- Vol. 3 (David Martyn Lloyd-Jones)
Crescendo no Espírito- Vol. 4 (David Martyn Lloyd-Jones)
O Comentário de João (D.A. Carson)

Epístolas Paulinas
* Comentário às cartas de São Paulo- Vol.1 (João Crisóstomo)
* Comentário às cartas de São Paulo- Vol.2 (João Crisóstomo)
* Comentário às cartas de São Paulo- Vol.3 (João Crisóstomo)
* Explicação de algumas proposições da carta aos Romanos | Explicação da carta aos Gálatas | Explicação incoada da carta aos Romanos (Agostinho)
Gálatas | Efésios | Filipenses | Colossenses (João Calvino)

Romanos
Romanos (João Calvino)
Romanos (John Murray)
O Evangelho de Deus- Cap. 1 (David Martyn Lloyd-Jones)
O Justo Juízo de Deus- Cap. 2.1 – 3.20 (David Martyn Lloyd-Jones)
Expiação e Justificação- Cap. 3.30 – 4.25 (David Martyn Lloyd-Jones)
A Certeza da Fé- Cap. 5 (David Martyn Lloyd-Jones)
O Novo Homem- Cap. 6 (David Martyn Lloyd-Jones)
A Lei: Suas Funções e Seus Limites- Cap. 7.1 – 8.4 (David Martyn Lloyd-Jones)
* Os Filhos de Deus- Cap. 8.5-17 (David Martyn Lloyd-Jones)
A Perseverança Final dos Santos- Cap.8.17-38 (David Martyn Lloyd-Jones)
O Soberano Propósito de Deus- Cap. 9 (David Martyn Lloyd-Jones)
Fé Salvadora- Cap. 10 (David Martyn Lloyd-Jones)
Para a Glória de Deus- Cap. 11 (David Martyn Lloyd-Jones)
O Comportamento Cristão- Cap. 12 (David Martyn Lloyd-Jones)
Vida em Dois Reinos- Cap. 13 (David Martyn Lloyd-Jones)
Liberdade e Consciência- Cap. 14.1-17 (David Martyn Lloyd-Jones)

1 Coríntios
1 Coríntios (João Calvino)

2 Coríntios
2 Coríntios (João Calvino)

Efésios
Sermões em Efésios (João Calvino)
* O Supremo Propósito de Deus- Cap. 1 (David Martyn Lloyd-Jones)
Reconciliação: O Método de Deus- Cap. 2 (David Martyn Lloyd-Jones)
As Insondáveis Riquezas de Cristo- Cap. 3 (David Martyn Lloyd-Jones)
A Unidade Cristã- Cap. 4.1-16 (David Martyn Lloyd-Jones)
As Trevas e a Luz- Cap. 4.17-5.17 (David Martyn Lloyd-Jones)
Vida no Espírito, no Casamento, no Lar e no Trabalho- Cap. 5.18-6.9 (David Martyn Lloyd-Jones)
O Combate Cristão- Cap. 6.10-13 (David Martyn Lloyd-Jones)
O Soldado Cristão- Cap. 6.10-20 (David Martyn Lloyd-Jones)

Pastorais
Pastorais (João Calvino)

Hebreus
Hebreus (João Calvino)
A Carta aos Hebreus bem explicadinha (Stuart Olyott)

Epístolas Gerais
Epístolas Gerais (João Calvino)

Apocalipse
Mais que vencedores (William Hendriksen)

Exposições em temas variados
Pecadores nas Mãos de um Deus Irado e outros sermões (Jonathan Edwards)
* Avivamento (D.M. Lloyd-Jones)
Depressão Espiritual (D.M. Lloyd-Jones)

* História da Igreja
História Eclesiástica (Eusébio de Cesaréia)
História da Igreja Cristã (Robert Hastings Nichols)
Uma História Ilustrada do Cristianismo - Vol.01: A Era dos Mártires (Justo L. González)
Uma História Ilustrada do Cristianismo - Vol.02: A Era dos Gigantes (Justo L. González)
Uma História Ilustrada do Cristianismo - Vol.03: A Era das Trevas (Justo L. González)
Uma História Ilustrada do Cristianismo - Vol.04: A Era dos Altos Ideais (Justo L. González)
Uma História Ilustrada do Cristianismo - Vol.05: A Era dos Sonhos Frustrados (Justo L. González)
Uma História Ilustrada do Cristianismo - Vol.06: A Era dos Reformadores (Justo L. González)
Uma História Ilustrada do Cristianismo - Vol.07: A Era dos Conquistadores (Justo L. González)
Uma História Ilustrada do Cristianismo - Vol.08: A Era dos Dogmas e das Dúvidas (Justo L. González)
Uma História Ilustrada do Cristianismo - Vol.09: A Era dos Novos Horizontes (Justo L. González)
Uma História Ilustrada do Cristianismo - Vol.10: A Era Inconclusa (Justo L. González)
História da Igreja Presbiteriana no Brasil- Vol.1 (Júlio Andrade Ferreira)
História da Igreja Presbiteriana no Brasil- Vol. 2 (Júlio Andrade Ferreira)
Uma Igreja Peregrina (Alderi Souza de Matos)

História da Teologia
A História das Doutrinas Cristãs (Louis Berkhof)
* História da Teologia Cristã (Roger Olson)
* Teologia Histórica (Alister McGrath)
* Teologia Contemporânea (John Landers)
* A Teologia do Século 20 e os anos críticos do século 21 (Stanley J. Grenz; Roger E. Olson)

* Patrística
Redescobrindo os Pais da Igreja (Michael A. G. Haykin)
Patrologia (Berthold Altaner, Alfred Stuiber)
Clemente Romano | Inácio de Antioquia | Policarpo de Esmirna | O pastor de Hermas | Carta de Barnabé | Pápias | Didaqué
Carta a Diogneto | Aristides de Atenas | Taciano, o Sírio | Atenágoras de Atenas | Teófilo de Antioquia | Hermias, o filósofo
I e II Apologias | Diálogo com Trifão (Justino de Roma)
Contra as Heresias (Irineu de Lião)
Explicação do símbolo (da fé) | Sobre os sacramentos | Sobre os mistérios | Sobre a penitência (Ambrósio de Milão)
Sermões (Leão Magno)
A Trindade (Agostinho)
O Livre-Arbítrio (Agostinho)
Comentário aos Salmos- 1-50 (Agostinho)
Comentário aos Salmos- 51-100 (Agostinho)
Comentário aos Salmos- 101-150 (Agostinho)
Confissões (Agostinho)
Solilóquios e a vida feliz (Agostinho)
A Graça I (Agostinho)
A Graça II (Agostinho)
Homilia sobre Lucas | Homilias sobre a origem do homem | Tratado sobre o Espírito Santo (Basílio de Cesareia)
História Eclesiástica (Eusébio de Cesareia)
Dos Bens do Matrimônio | A Santa Virgindade | Dos bens da viuvez: Cartas a Proba e a Juliana (Agostinho)
A doutrina cristã (Agostinho)
Contra os pagãos | A encarnação do Verbo | Apologia ao imperador Constâncio | Apologia de sua fuga | Vida e conduta de S. Antão (Atanásio)
A verdadeira religião | O cuidado devido aos mortos (Agostinho)
Contra Celso (Orígenes)
Comentário ao Gênesis (Agostinho)
Tratado sobre a Santíssima Trindade (Hilário de Poitiers)
Da incompreensibilidade de Deus | Da providência de Deus | Cartas a Olímpia (João Crisóstomo)
Contra os Acadêmicos | A Ordem | A grandeza da Alma | O Mestre (Agostinho)
Explicação de algumas proposições da carta aos Romanos | Explicação da carta aos Gálatas | Explicação incoada da carta aos Romanos (Agostinho)
Examerão (Ambrósio)
Comentário às cartas de São Paulo- Vol.1 (João Crisóstomo)
Comentário às cartas de São Paulo- Vol.2 (João Crisóstomo)
Comentário às cartas de São Paulo- Vol.3 (João Crisóstomo)
Regra Pastoral (Gregório Magno)
A criação do homem | A alma e a ressurreição | A grande catequese (Gregório de Nissa)
Tratado sobre os princípios (Orígenes)
Apologia contra os livros de Rufino (Jerônimo)
A fé e o símbolo | Primeira catequese aos não cristãos | A disciplina cristã | A continência (Agostinho)
Demonstração da pregação apostólica (Irineu de Lião)
A Cidade de Deus- Parte 1 (Agostinho)
A Cidade de Deus- Parte 2 (Agostinho)
Confissão (Patrício)
A Virgindade Perpétua de Maria (Jerônimo)

* Escolástica
Por que Deus se fez Homem? (Alselmo)
Santo Anselmo (Anselmo)
Suma Teológica (Tomás de Aquino)

Reforma
Teologia dos Reformadores (Timothy George)
Calvino e a Responsabilidade Social da Igreja (Augustus Nicodemus)
A Liberdade do Cristão (Martinho Lutero)
* Do Cativeiro Babilônico da Igreja (Martinho Lutero)
* Obras Selecionadas- Vol.1 (Martinho Lutero)
* Obras Selecionadas- Vol.2 (Martinho Lutero)
* Obras Selecionadas- Vol.3 (Martinho Lutero)
* Obras Selecionadas- Vol.4 (Martinho Lutero)
* Obras Selecionadas- Vol.5 (Martinho Lutero)
* Obras Selecionadas- Vol.6 (Martinho Lutero)
* Obras Selecionadas- Vol.7 (Martinho Lutero)
* Obras Selecionadas- Vol.8 (Martinho Lutero)
* Obras Selecionadas- Vol.9 (Martinho Lutero)
* Obras Selecionadas- Vol.10 (Martinho Lutero)
A Instituição da Religião Cristã- Tomo 1 (João Calvino)
A Instituição da Religião Cristã- Tomo 2 (João Calvino)
A Verdade Para Todos os Tempos (João Calvino)
A Verdadeira Vida Cristã (João Calvino)
A Providência Secreta de Deus (João Calvino)
Cartas de João Calvino (João Calvino)

Puritanismo
Entre os Gigantes de Deus (J.I. Packer)
Santos no mundo: os puritanos como realmente eram (Leland Ryken)
A Assembléia de Westminster (Guilherme Kerr)

Credos, Confissões e Catecismos
Eu Creio no Pai, no Filho e no Espírito Santo (Herminstein Pereira Maia)
* Livro de Concórdia
Confissão Belga e Catecismo de Heidelberg
Os Cânones de Dort
Símbolos de Fé (Westminster)
Confissão de Fé de Westminster Comentada (A.A. Hodge)
Catecismo Maior de Westminster Comentado (Geerhardus Vos)
Estudos no Breve Catecismo de Westminster (Leonard T. Van Horn)
O Diretório de Culto de Westminster
Catecismo Maior de Westminster: Origem e Composição (Chad B. Van Dixhoorn)
Harmonia das Confissões Reformadas (Joel Beeke)
* Confissão de Fé Batista de 1689

Calvinismo
Vivendo para a Glória de Deus (Joel R. Beeke)
O que todo presbiteriano inteligente deve saber (Alderi Souza de Matos; Adão Carlos Nascimento)
O Cristão Presbiteriano (Sean Michael Lucas; Alderi Souza de Matos)

Evangelho
Um Guia Seguro para o Céu (Joseph Alleine)
Como irei a Deus? (Horatius Bonar)
O que é o Evangelho (Greg Gilbert)
O Verdadeiro Evangelho (Paul Washer)
Deus é o Evangelho (John Piper)

Lei de Deus
Os Dez Mandamentos (A.W.Pink)
Os Dez Mandamentos (Cornelius Van Til)
O que existe de especial no Domingo? (Brian Edwards)
O Dia do Senhor (Joseph A. Pipa)

Teologia Sistemática
A Instituição da Religião Cristã- Tomo 1 (João Calvino)
A Instituição da Religião Cristã- Tomo 2 (João Calvino)
Compêndio de Teologia Apologética- Vol.1 (François Turretini)
Compêndio de Teologia Apologética- Vol.2 (François Turretini)
Compêndio de Teologia Apologética- Vol.3 (François Turretini)
Teologia Sistemática (Charles Hodge)
Teologia Sistemática (Herman Bavinck)
Dogmática Reformada- Vol.1 (Herman Bavinck)
Dogmática Reformada- Vol.2 (Herman Bavinck)
Dogmática Reformada- Vol.3 (Herman Bavinck)
Dogmática Reformada- Vol.4 (Herman Bavinck)
Teologia Sistemática (Louis Berkhof)
Introduction to Systematic Theology (Cornelius Van Til)
Systematic Theology- Vol.1 (Morton Smith)
Systematic Theology- Vol.2 (Morton Smith)
Teologia Concisa (J.I. Packer)
* Teologia Sistemática (Vincent Cheung)
* Teologia Sistemática (Franklin Ferreira e Allan Myatt)
God is Love (Gerald Bray)
Verdades que Transformam (James Kennedy)

Prolegômenos
Symphonic Theology- The Validity of Multiple Perspectives in Theology (Vern Poythress)

Bibliologia
A Visão Puritana das Escrituras (Derek Thomas)
O conceito bartiano das Escrituras (Pierre Courthial)
Todo o Conselho de Deus: lógica e claramente deduzido das Escrituras (Ryan McGraw)

Teontologia
Os Atributos de Deus (A.W. Pink)
Deus é Soberano (A.W.Pink)
O Conhecimento de Deus (J.I. Packer)
A Paixão de Deus por Sua Glória (John Piper; Jonathan Edwards)
O Ser de Deus e os Seus Atributos (Heber Carlos de Campos)

Trindade
Tratado sobre a Santíssima Trindade (Hilário de Poitiers)
A Trindade (Agostinho)
Tratado sobre o Espírito Santo (Basílio de Cesaréia)
Comunhão com o Deus Trino (John Owen)
An Unpublished Essay on Trinity (Jonathan Edwards)
* The Christian doctrine of God: one being, three persons (Thomas F. Torrance)
* The Promise of Trinitarian Theology (Colin E. Gunton)
A doutrina de Deus (Gerald Bray)
The Holy Trinity: In Scripture, History, Theology and Worship (Robert Letham)
O que é a Trindade? (R.C. Sproul)
* Paradox and Truth: Rethink Van Til on the Trinity (Ralph Smith)
* Father, Son and Holy Spirit: Relationships, Roles and Relevance (Bruce A. Ware)
Calvin, classical Trinitarianism, and the aseity of the Son (Brannon Ellis)
Pai, Filho e Espírito Santo: a Trindade e o Evangelho de João (Andreas J. Köstenberger; Scott R. Swain)
Deleitando-se na Trindade: uma introdução à fé cristã (Michael Reeves)
* The Holy Trinity: Understanding God's Life (Stephen R. Holmes)
* Traces of the Trinity: Signs of God in Creation and Human Experience (Peter J. Leithart)

Antropologia
Criados à Imagem de Deus (Anthony Hoekema)

Cristologia
A Glória de Cristo (John Owen)
Por quem Cristo morreu? (John Owen)
O “Antigo” Evangelho (J.I. Packer)
A obra consumada de Cristo (Francis Schaeffer)

Pneumatologia
O Espírito Santo (John Owen)
Teologia do Espírito Santo (Frederick Dale Bruner)
O Mistério do Espírito Santo (R.C. Sproul)
O Espírito Santo (Sinclair Ferguson)
Batismo e Plenitude do Espírito Santo (John Stott)
A Profecia no Novo Testamento (George W. Knight)
Línguas: Sinal de maldição e de benção do pacto (O. Palmer Robertson)

Soteriologia
Redenção Consumada e Aplicada (John Murray)
Salvos pela Graça (Anthony Hoekema)
A Doutrina da Justificação (Arthur W. Pink)
Por que são salvos os homens? (Charles Spurgeon)
Conversões: Psicológicas e Espirituais (D.M. Lloyd-Jones)
Firmes (John Piper e Justin Taylor)

Eclesiologia
A Igreja de Cristo (James Bannerman)
A Igreja Apostólica (Thomas Witherow)
Governo Bíblico de Igreja: O governo pelos oficiais da Igreja segundo a Bíblia (Kevin Reed)
O Sistema Presbiteriano (W.H. Roberts)
* Avante, soldados de Cristo (John MacArthur; Joel Beeke)
* Apóstolos: verdade bíblica sobre o apostolado (Augustus Nicodemus Lopes)
O Batismo Infantil (John Sartelle, John Evans, Paulo Anglada e Joseph Pipa)
* 9 marcas de uma Igreja saudável (Mark Dever)

Escatologia
* Pós-Milenismo (Loraine Boettner)
A Bíblia e o Futuro (Anthony Hoekema)
Mais que vencedores (William Hendriksen)
Uma Refutação Bíblica ao Dispensacionalismo (A. W. Pink)

Filosofia
O Mundo de Sofia (Jostein Gaarder)
De Tales a Dewey (Gordon H. Clark)
Questões Últimas da Vida: uma introdução à filosofia (Ronald Nash)
* Questões Últimas (Vincent Cheung)
* Contornos da Filosofia Cristã (L. Kalsbeek)

Cosmovisão
Calvinismo (Abraham Kuyper)
Raízes da Cultura Ocidental (Herman Dooyeweerd)
A Morte da Razão (Francis Schaeffer)
O Deus que intervém (Francis Schaeffer)
O Deus que se revela (Francis Schaeffer)
Como viveremos? (Francis Schaeffer)
Tempos Pós-Modernos (Gene Edward Veith Jr)
Cosmovisão Cristã (Philip Ryken)
* A Criação Restaurada (Albert M. Wolters)
* O Crente no Mundo de Deus (Cornelius Platinga Jr)
* A Visão Transformadora (Brian J. Walsh, J. Richard Middleton)
O Cristão e a Cultura (Michael Horton)
O futuro do Calvinismo (Leandro Antônio de Lima)

Apologética
The Defense of the Faith (Cornelius Van Til)
* Apologética para a Glória de Deus (John Frame)
* Apologética na Conversação (Vincent Cheung)
* Confrontações Pressuposicionalistas (Vincent Cheung)
* A Luz das Nossas Mentes (Vincent Cheung)
* Ortodoxia (G. K. Chesterton)
Cristianismo e Liberalismo (J. Greshan Machen)
* O Delírio de Dawkins (Alister McGrath e Joanna McGrath)
Deuses Falsos (Timothy Keller)
Desejo e Engano (Albert Mohler Jr.)
Brilhe a sua luz (Leandro Antônio de Lima)
Como tudo começou: uma introdução ao Criacionismo (Adauto Lourenço)

Vocação
Deus em Ação (Gene Edward Veith, Jr.)
Vocação: preparo para o ministério pastoral
A Vida Religiosa dos Estudantes de Teologia (B.B. Warfield)

Ministério Pastoral
O Pastor Aprovado (Richard Baxter)
Lições aos Meus Alunos- Vol.1 (Charles Spurgeon)
Lições aos Meus Alunos- Vol.2 (Charles Spurgeon)
Lições aos Meus Alunos- Vol.3 (Charles Spurgeon)
Um Ministério Ideal- Vol.1 (Charles Spurgeon)
Um Ministério Ideal- Vol.2 (Charles Spurgeon)
Amado Timóteo (Thomas K. Ascol)
Um Trabalho de Amor: prioridades pastorais de um puritano (J. Stephen Yuille)
O ministério pastoral segundo a Bíblia (John Armstrong)
Coração de Pastor (John Sittema)
* O pastor mestre (Peter White)
* Gilead (Marilynne Robinson)

Liderança
O chamado para líderes cristãos (John Stott)
A Cruz e o Ministério Cristão (D.A. Carson)
Liderança Cristã (Roger L. Smalling)

Pregação
A Arte Expositiva de João Calvino (Steven J. Lawson)
The Art of Prophesying (William Perkins)
* Sobre a preparação e a entrega de sermões (John A. Broadus)
Pregação e Pregadores (D.M. Lloyd-Jones)
O Perfil do Pregador (John Stott)
Eu creio na pregação (John Stott)
Pregando toda a Bíblia como Escritura Cristã (Graeme Goldsworthy)
Pregação Cristocêntrica (Bryan Chapell)
O Pregador Contemporâneo e o Texto Antigo (Sidney Greidanus)
Pregando Cristo a partir do Antigo Testamento (Sidney Greidanus)
Pregando Cristo a partir de Gênesis (Sidney Greidanus)
* Pregando e Ensinando a Partir do Antigo Testamento (Walter C. Kaiser Jr.)
A Verdade na Prática (Dan Doriani)
Pregação Pura e Simples (Stuart Olyott)
Ministrando como o Mestre (Stuart Olyott)
Introdução à Pregação Reformada (Paulo Anglada)
A Supremacia de Deus na Pregação (John Piper)
Deus não está em silêncio (R. Albert Mohler, Jr.)

Aconselhamento
Conselheiro Capaz (Jay E. Adams)
Manual do Conselheiro Cristão (Jay E. Adams)
Introdução ao Aconselhamento Bíblico (John MacArthur; Wayne A. Mack)
Cura para o Coração (Howard Eyrich William Hines)
Instrumentos nas mãos do Redentor (Paul David Tripp)
Vícios: um banquete no túmulo (Edward T. Welch)
Superando a Tristeza e a Depressão com a Fé (Richard Baxter)
Depressão: a tenebrosa noite da alma (Edward T. Welch)

Evangelização e Missões
Breve Teologia da Evangelização (Herminstein Maia Pereira da Costa)
O Evangelho e a Evangelização (Mark Dever)
A Tocha dos Puritanos: evangelização bíblica (Joel Beeke)
Evangelização e ministério pastoral (Elias Medeiros)
A Evangelização e a Soberania de Deus (J.I. Packer)
* Alegrem-se os povos (John Piper)
Paulo, Plantador de Igrejas: Repensando Fundamentos Bíblicos da Obra Missionária (Augustus Nicodemus Lopes)

Culto
O Diretório de Culto de Westminster
O que é um culto reformado? (Daniel R. Hyde)
Adoração Reformada (Terry L. Johnson)
Um caminho melhor (Michael Horton)
O Princípio Regulador no Culto (Paulo Anglada)
* O Culto Cristão (J.J. von Allmen)
* An outline of Christian worship: its development and forms (William D. Maxwell)
* A Liturgia Reformada (Charles W. Baird)
* Adoração na igreja primitiva (Ralph P. Martin)

Espiritualidade
* Confissões (Agostinho)
* Imitação de Cristo (Tomás de Kempis)
A Verdadeira Vida Cristã (João Calvino)
A Prática da Piedade (Lewis Bayly)
O Peregrino (John Bunyan)
A Peregrina (John Bunyan)
Vivendo com o Deus Vivo (George Smeaton e John Owen)
O que todo cristão precisa saber sobre a tentação e a mortificação do pecado (John Owen)
Comunhão com o Deus Trino (John Owen)
A Genuína Experiência Espiritual (Jonathan Edwards)
A verdadeira obra do Espírito (Jonathan Edwards)
* Mudança para o futuro: Pia Desideria (Phillip Jacob Spener)
Santidade (J.C. Ryle)
* O Dom Supremo (Henry Drummond)
* Vida em Comunhão (Dietrich Bonhoeffer)
Os Quatro Amores (C.S. Lewis)
* A Biblioteca de C.S. Lewis (James Stuart Bell e Anthony P. Dawson)
Verdadeira Espiritualidade (Francis Schaeffer)
Disciplinas Espirituais (Donald S. Whitney)
Em Busca de Deus (John Piper)
Plena Satisfação em Deus (John Piper)
* Teologia da vida cristã: as dinâmicas da renovação espiritual (Richard F. Lovelace)
Mundanismo (C.J. Mahaney)
Humildade: Verdadeira Grandeza (C.J. Mahaney)
Poesias do Caminho (Davi Luan Carneiro)

Oração
A Method for Prayer (Matthew Henry)
A Guide to Prayer (Isaac Watts)
Thoughts on Public Prayer (Samuel Miller)

Casamento e Família
Casamento, Divórcio e Novo Casamento na Bíblia (Jay Adams)
Quando pecadores dizem “Sim” (Dave Harvey)
O homem segundo o coração de Deus (Dan Doriani)
Esposa Excelente (Martha Peace)
Mulheres em Apuros (Martha Peace)
A vida cristã no lar (Jay Adams)
A Família da Aliança (Harriet Van Groningen)
Adoração no lar (Joel R. Beeke)
Família na Igreja (Joel Beeke)
O Evangelho para os Filhos da Aliança (Joel R. Beeke)
Pastoreando o coração da criança (Tedd Tripp)
Instruindo o coração da criança (Tedd Tripp; Margy Tripp)
Uma Esperança Adiada: a adoção e a paternidade de Deus (J. Stephen Yuille)

Biografias Cristãs
* Confissões (Agostinho)
Graça abundante ao principal dos pecadores (John Bunyan)
A Vida de David Brainerd (Jonathan Edwards)
As Firmes Resoluções de Jonathan Edwards (Steven J. Lawson)
O Diário de Simonton (Ashbel Green Simonton)
O Legado da Alegria Soberana (John Piper)
O Sorriso Escondido de Deus (John Piper)
Completando as Aflições de Cristo (John Piper)

Ficção Cristã
O Peregrino (John Bunyan)
A Peregrina (John Bunyan)
O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (J.R.R. Tolkien)
O Senhor dos Anéis: As Duas Torres (J.R.R. Tolkien)
O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei (J.R.R. Tolkien)
O Hobbit (J.R.R. Tolkien)
O Silmarillion (J.R.R. Tolkien):
As Crônicas de Nárnia: O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa (C.S. Lewis)
As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian (C.S. Lewis)
As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada (C.S. Lewis)
As Crônicas de Nárnia: A Cadeira de Prata (C.S. Lewis)
As Crônicas de Nárnia: O Cavalo e Seu Menino (C.S. Lewis)
As Crônicas de Nárnia: O Sobrinho do Mago (C.S. Lewis)
As Crônicas de Nárnia: A Última Batalha (C.S. Lewis)
Cartas do Inferno (C.S. Lewis)
* Gilead (Marilynne Robinson)
A Fuga (A. Van der Jagt)
Uma Jornada na Graça (Richard Belcher)
As Crônicas de Aedyn: Os Escolhidos (Alister McGrath)

Leitura
Como Ler Livros (Mortimer J. Adler; Charles Van Doren)

quinta-feira, 17 de março de 2016

A Santíssima Trindade

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Introdução

A doutrina da Trindade pode ser definida da seguinte forma, de acordo com o Breve Catecismo de Westminster (perguntas 5 e 6), que resume o ensino bíblico sobre o assunto: “Há um só Deus, o Deus vivo e verdadeiro. Há três pessoas na Divindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo, e estas três pessoas são um Deus, da mesma substância, iguais em poder e glória”. Em outras palavras, a doutrina da Trindade consiste em três afirmações: 1) Há um só Deus; 2) O Pai, o Filho e o Espírito Santo são, cada um, totalmente Deus; 3) O Pai, o Filho e o Espírito Santo são pessoas distintas que se relacionam umas com as outras. Vamos examinar cada uma dessas afirmações.

1. Há um só Deus

A Bíblia como um todo deixa muito claro que só há um Deus: “Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR” (Dt 6.4). Essa passagem é citada em Mc 12.28-34, onde ela é explicada no sentido de que Deus “é o único, e não há outro senão ele”.

Isso significa que não há vários deuses, não há três deuses, há apenas um Deus.

2. O Pai, o Filho e o Espírito Santo são, cada um, totalmente Deus

Ao mesmo tempo em que a Bíblia afirma que só há um Deus, ela também declara que o Pai é Deus, que o Filho é Deus e que o Espírito Santo é Deus.

Que o Pai é Deus está declarado em toda a Bíblia. Um exemplo é Jo 17.3, onde Jesus, orando ao Pai, diz o seguinte: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”.

O Filho também é Deus. Ele é identificado com Deus (Jo 1.1-3; 20.28; Rm 9.5; Fp 2.6; Tt 2.13; 1Jo 5.20), recebe nomes divinos (Is 9.6; Is 6.1-3,9-10 e Jo 12.39-41; Jl 2.32 e Rm 10.9-15), tem atributos divinos (Jo 1.1; Mt 28.20; Jo 2.24; Is 9.6; Hb 13.8), realiza obras divinas (Jo 1.3; Hb 1.3; Mt 2.7-10; Jo 5.19-29) e recebe adoração (Jo 5.22,23; Hb 1.6).

O Espírito Santo também é Deus. Ele é identificado com Deus (At 5.3,4), recebe nomes divinos (Ex 17.7 e Hb 3.7-9; 1Co 3.16; 2Tm 3.16 e 1Pe 1.21), tem atributos divinos (Sl 139.7-10; Is 40.13,14 e Rm 11.34; 1Co 2.10,11; 1Co 12.11; Rm 15.19; Hb 9.14) e realiza obras divinas (Gn 1.2; Jó 33.4; Sl 104.30; Jo 3.5,6; Tt 3.5; Rm 8.11).

Assim, o Filho e o Espírito Santo não são criaturas, mas são o Criador, o próprio Deus. O Filho e o Espírito Santo são iguais ao Pai em Sua essência, em Seus atributos.

Ao falar que os três são Deus, não devemos pensar que cada um deles é a terça parte de Deus, como se Deus pudesse ser dividido em três partes. Não. Cada um deles é totalmente Deus, cem por cento Deus. Entre os atributos de Deus está o de que Deus é espírito (Jo 4.23,24), o que significa, entre outras coisas, que Deus não tem corpo (Lc 24.39) nem partes, e não pode ser dividido. Portanto, o Pai é totalmente Deus, o Filho é totalmente Deus e o Espírito Santo é totalmente Deus.

3. O Pai, o Filho e o Espírito Santo são pessoas distintas que se relacionam umas com as outras

Ao dizermos que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são, cada um, totalmente Deus, alguém poderia pensar que esses nomes representam apenas papeis que uma mesma pessoa desempenha em momentos diferentes. Às vezes, Deus atua como Pai, às vezes, como Filho, às vezes, como Espírito Santo, como um ator que faz vários papeis em vários filmes. Porém, isso é um erro.

A Bíblia declara que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são pessoas distintas. Isso fica muito claro no batismo de Jesus (Mc 1.9-11). Quando Jesus sai da água, o Espírito Santo desce sobre Jesus como pomba, e o Pai fala dos céus. Os três aparecem ao mesmo tempo como pessoas distintas.

Alguém poderia dizer que o Espírito Santo não é uma pessoa, mas uma força. Porém, a Bíblia o identifica com uma pessoa, ao lhe dar pronomes e termos pessoais (Jo 16.14; 14.26; 15.26; 16.7), ao lhe atribuir características pessoais (Rm 8.16; At 16.7; Ef 4.30; At 8.29) e ao colocá-lo lado a lado com o Pai e o Filho, que são pessoas, na fórmula batismal e na bênção apostólica (Mt 28.19; 2Co 13.13).

O que distingue o Pai, o Filho e o Espírito Santo são justamente as relações que eles mantêm uns com os outros. O Pai é o Pai do Filho (Ef 1.3), o Filho é o Filho do Pai (2Jo 3) e o Espírito Santo é o Espírito do Pai (Mt 10.20) e do Filho (Gl 4.6). Essas relações são eternas, mas um reflexo delas pode ser visto no batismo de Jesus. A relação mútua do Pai e do Filho é caracterizada por amor: o Pai ama ao Filho e o Filho é amado pelo Pai: “Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo” (Mc 1.11). No Sl 2.7 (aplicado a Jesus em Hb 1.5), essa relação é descrita como uma geração: “Proclamarei o decreto do SENHOR: Ele me disse: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei”. Em outras palavras, o Pai gera o Filho e o Filho é gerado do Pai. A relação do Espírito com o Pai e com o Filho é caracterizada como um vínculo de amor entre ambos. O Pai envia do céu o Espírito Santo sobre o Filho, como uma demonstração do Seu amor pelo Filho (Mc 1.10). O Espírito Santo, então, repousa sobre Jesus e O unge como Cristo (Mc 1.10), para que o Filho também possa enviar o Espírito (Jo 14.16,26; 15.26; 16.7), como uma demonstração de amor em resposta ao amor do Pai (Lc 10.21; Jo 14.31). Desse modo, o Espírito Santo procede ou sai eternamente tanto do Pai quanto do Filho (Ap 22.1; cf. Jo 7.37-39), o que é chamado de procedência.

Mas as relações entre as três pessoas não chamam a atenção apenas para a diversidade existente entre elas, mas também para a Sua unidade. Só existe um Filho se existir um Pai, e só existe um Pai se existir um Filho. A própria relação entre eles indica que um não pode existir sem o outro (1Jo 2.23). Além disso, o amor do Pai pelo Filho é infinito e os aproxima ao ponto de eles habitarem um no outro: “O Pai está em mim, e eu estou no Pai” (Jo 10.37; cf. Jo 14.8-11). E o Espírito Santo também participa dessa habitação mútua, pois onde o Espírito está, aí também estão o Pai e o Filho (Jo 14.16-18,20,23). Desse modo, Pai, Filho e Espírito Santo se relacionam tão intimamente que eles habitam uns nos outros.

Conclusão

Portanto, há um só Deus, mas esse Deus é três pessoas, Pai, Filho e Espírito Santo, cada uma das quais é Deus. Ainda que não possamos compreender perfeitamente essa doutrina, esse é o ensino da Escritura e esse é o verdadeiro Deus a quem devemos glorificar e desfrutar para sempre (Ap 22.1-5).
 

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