terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Exposição do Salmo 3: Deus nos traz proteção e salvação contra os nossos muitos inimigos

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 05/02/2017.

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Exposição do Salmo 2: Deus reina sobre o mundo todo por meio do Seu Ungido

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 15/01/2017.

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Exposição do Salmo 1: A verdadeira felicidade é alcançada por meio da santidade

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 08/01/2017.

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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

A Origem de Tudo: Uma Exposição de Gênesis

1 Comentário

Sermões pregados por mim no Livro de Gênesis, na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI. Alguns desses sermões foram grandemente influenciados pelo livro Pregando Cristo a partir de Gênesis (Sidney Greidanus).

1. Gn 1.1-2.3: Deus é o Rei do Universo (03/05/2015) - Indisponível
2. Gn 2.4-3.24: Apesar do julgamento de Deus, há esperança de retorno ao Paraíso (10/05/2015)
3. Gn 4: Deus é fiel para dar continuidade à linhagem da semente da mulher até Cristo alcançar a vitória final (17/05/2015)
4. Gn 5.1-6.8: Somente Deus é capaz de resolver o problema do pecado por meio de julgamento e salvação (24/05/2015)
5. Gn 6.9-9.17: Deus faz um novo começo para continuar o Seu reino sobre a terra (31/05/2015)
6. Gn 9.18-29: Deus dará vitória à semente da mulher contra a semente da serpente (07/06/2015)
7. Gn 10: O Deus soberano tem um interesse especial em todas as nações (14/06/2015)
8. Gn 11.1-9: O Deus soberano pode destruir os reinos do mundo para restaurar o Seu reino na terra (21/06/2015)
9. Gn 11.10-26: Apesar do Seu julgamento, Deus preserva a semente da mulher para trazer bênção a todas as nações (28/06/2015)
10. Gn 11.27-12.9: O Senhor dá o mundo ao Seu povo para reivindicá-lo para o reino de Deus (05/07/2015)
11. Gn 12.10-20: A libertação do povo de Deus da escravidão do pecado é uma bênção (12/07/2015)
12. Gn 13: As promessas de Deus são para aqueles que vivem pela fé e não pela visão (19/07/2015)
13. Gn 14: Deus é o Rei Supremo que dá tudo ao Seu povo (26/07/2015)
14. Gn 15: Tão certo como Deus nos deu Cristo, Ele nos dará novos céus e nova terra (02/08/2015)
15. Gn 16: Deus ouve e vê as aflições do Seu povo (09/08/2015)
16. Gn 17: O Deus Todo-Poderoso estabeleceu um sinal de inclusão na Sua aliança (16/08/2015)
17. Gn 18: O Deus Triuno se revela como fiel em Suas promessas e justo em Seus juízos (23/08/2015)
18. Gn 19: A forma como recebemos a Deus define nosso destino no dia do juízo (30/08/2015)
19. Gn 20: Mesmo quando somos infiéis, Deus permanece fiel (06/09/2015)
20. Gn 21.1-7: A fidelidade do Senhor ao cumprir a Sua promessa de chamar miraculosamente à existência o Seu povo deve nos encher de alegria (13/09/2015)
21. Gn 21.8-21: Ainda que os descrentes também recebam bênçãos de Deus, apenas os filhos de Deus são herdeiros da promessa de salvação (20/09/2015)
22. Gn 21.22-34: Certamente o povo de Deus habitará na nova terra para todo o sempre (27/09/2015)
23. Gn 22.1-19: O Senhor provê um cordeiro como sacrifício para que o Seu povo possa viver (04/10/2015)
24. Gn 22.20-24: Deus, em Sua providência, prepara tudo o que é necessário para a preservação do Seu povo (11/10/2015) - Incompleto
25. Gn 23: Ainda que Deus já tenha começado a cumprir Sua promessa, a posse completa da nova terra ainda é futura (18/10/2015) - Incompleto
26. Gn 24: O Senhor dá continuidade ao Seu povo providenciando os futuros cônjuges para Seus servos (25/10/2015)
27. Gn 25.1-11: Os filhos da promessa, e não os filhos da carne, são o verdadeiro povo de Deus (01/11/2015)
28. Gn 25.12-18: Deus também é fiel às Suas promessas em relação ao futuro do ímpio (06/12/2015)
29. Gn 25.19-34: Deus soberana e graciosamente escolhe os menores para que sejam o Seu povo vitorioso (13/12/2015)
30. Gn 26.1-33: Deus nos abençoa com Sua presença como abençoou Abraão (03/01/2016)
31. Gn 27.1-45: Deus pode usar até o pecado para realizar o Seu plano de abençoar o Seu povo (10/01/2016)
32. Gn 26.34,35; 27.46-28.9: Quem é do povo de Deus deve se casar com quem também é do povo de Deus (17/01/2016)
33. Gn 28.10-22: O Senhor está sempre conosco (24/01/2016)
34. Gn 29: Somente Deus por meio de Cristo pode satisfazer nosso anseio por um amor verdadeiro (14/02/2016) - Indisponível
35. Gn 30.1-24: Deus cumpre Suas promessas de forma misteriosa (21/02/2016) - Indisponível
36. Gn 30.25-43: Deus cumpre Suas promessas ao Seu povo, apesar de toda oposição do Inimigo (28/02/2016)
37. Gn 31: O Senhor libertou o Seu povo da escravidão (06/03/2016)
38. Gn 32.1-21: A humildade é a principal característica daquele que está sendo transformado por Deus (13/03/2016)
39. Gn 32.22-32: Pessoas autossuficientes precisam ser mudadas em pessoas que dependem de Deus para que possam entrar no reino de Deus (20/03/2016) - Indisponível
40. Gn 33.1-17: Pessoas reconciliadas com Deus se reconciliam com seus inimigos, mas não com o mundo (27/03/2016) - Indisponível
41. Gn 33.18-34.31: O pecado deve receber uma punição apropriada (03/04/2016) - Indisponível
42. Gn 35.1-15: As promessas de Deus são para aqueles que servem ao verdadeiro Deus da forma como Deus deseja (10/04/2016) - Indisponível
43. Gn 35.16-29: O Rei supremo da Igreja e do mundo é o Leão da Tribo de Judá (17/04/2016)
44. Gn 36.1-37.1: O povo de Deus está separado do povo de Satanás e terá vitória sobre ele (25/09/2016)
45. Gn 37.2-36: Deus pode usar até o pecado da traição para cumprir Seu plano de salvação (02/10/2016)
46. Gn 38: Ainda que o pecado leve ao juízo, a graça de Deus triunfa sobre o pecado e suas consequências (09/10/2016)
47. Gn 39: O Senhor está conosco tanto na prosperidade quanto na adversidade ( 17/10/2016)
48. Gn 40: Deus cumpre o Seu propósito no Seu próprio tempo (23/10/2016)
49. Gn 41: Deus exaltou soberanamente o Seu servo sofredor como Rei para salvar o mundo da morte (30/10/2016)
50. Gn 42: Deus disciplina o Seu povo para salvá-lo (20/11/2016)
51. Gn 43-45: Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus (04/12/2016)
52. Gn 46-47: Deus está conosco em qualquer lugar e situação (11/12/2016)
53. Gn 48: Deus escolhe os desprezados para que sejam os preferidos (18/12/2016)
54. Gn 49.1-28: Deus é o Senhor do nosso futuro (25/12/2016)
55. Gn 49.29-50.26: O fim é apenas o começo (01/01/2017)

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

O Natal e os dias para ações de graças

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Alguém me perguntou se não seria correto separar um dia de ações de graças pelo nascimento de Jesus. Como minha resposta pode ser de interesse para outras pessoas, decidi publicá-la aqui:

Sobre as ações de graças, elas são mencionadas na Confissão de Fé de Westminster 21.5. O que isso significa? O Diretório de Culto de Westminster explica: “Na Bíblia não há nenhum Dia que seja ordenado para ser guardado como santo sob o Evangelho, senão o Dia do Senhor, que é o Sábado Cristão. Os dias de festa, comumente chamados de dias Santos, não tendo base na Palavra de Deus, não devem ser continuados. Contudo, é lícito e necessário, quando surgem ocasiões, separar um dia ou dias para Jejum Público ou Ações de Graças, à medida que as várias dispensações importantes e extraordinárias da providência de Deus ministrarem um motivo e oportunidade a seu povo” (Diretório de Culto de Westminster, p.66).

Ou seja, as ações de graças são dias separados para agradecermos por alguma coisa. Que coisa? Não poderíamos separar um dia para agradecermos pelo nascimento de Cristo? Não, isso não faria sentido, porque já temos 52 dias separados no ano para isso, todos os domingos do ano. Os dias de ações de graças são separados para agradecermos por alguma coisa que não agradecemos no culto comum a Deus, no dia do Senhor. Veja que o Diretório explica que esses dias para ações de graças são separados "à medida que as várias dispensações importantes e extraordinárias da providência de Deus ministrarem um motivo e oportunidade a seu povo". Os dias de ações de graças são separados para agradecer por coisas que Deus tem feito por Seu povo no decorrer da história, como Reforma Protestante, organização de uma igreja local e assim por diante. Não faz sentido ter um dia de ações de graças pelo nascimento de Jesus, se isso já é celebrado no culto dominical.

Se eu tivesse que separar um dia de ações de graças para celebrar a encarnação e o nascimento de Jesus, logo eu perceberia que seria incoerente separar um dia apenas para esse estágio da obra de Cristo. Então, eu iria querer separar um dia para cada estágio da obra de Cristo: um dia para a encarnação e o nascimento ("Natal"), um dia para a circuncisão, um dia para o batismo, quarenta dias para a tentação no deserto ("Quaresma"), uma semana para a paixão ("Semana Santa"), um dia para a entrada em Jerusalém ("Domingo de Ramos"), um dia para a morte ("Sexta-feira Santa"), um dia para o sepultamento ("Sábado de Aleluia"), um dia para a ressurreição ("Páscoa"), um dia para o Pentecostes, e sabe-se lá o que mais. Quando eu menos esperasse, já estaria com um calendário litúrgico completo, que não conta com o mínimo amparo do Novo Testamento, uma vez que não há nenhum mandamento, exemplo ou inferência que me leve a separar todos esses dias para comemorar as diferentes fases e diferentes estágios da obra de Cristo. Seria mais simples e bíblico celebrar a obra redentora completa de Cristo em todos os domingos, enfatizando em cada domingo o estágio que seja mais enfatizado na passagem da Escritura que será exposta naquele domingo, dentro da série de exposições que esteja sendo realizada.

Minha posição sobre o Natal

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Não sou contra:

1) A encarnação e o nascimento de Jesus. Ambos são estágios importantíssimos no estado de humilhação de Cristo.

2) A celebração da encarnação e do nascimento de Jesus. Toda a obra redentora de Cristo deve ser celebrada no culto, inclusive a encarnação e o nascimento, sem os quais a morte e a ressurreição não seriam possíveis.

3) Músicas e hinos que falam da encarnação e do nascimento de Jesus. Se podemos cantar no culto, além dos salmos, outros cânticos inspirados do Novo Testamento e outros cânticos não inspirados com fundamento bíblico, é claro que podemos cantar sobre a encarnação e o nascimento do Salvador.

4) Pregações sobre a encarnação e o nascimento de Jesus. Se a Bíblia fala da encarnação e do nascimento de Jesus, e se é dever do pregador anunciar todo o conselho de Deus, é óbvio que se deve pregar sobre essas fases da vida de Cristo.

Sou contra:

1) Uma festa específica (o Natal) para celebrar a encarnação e o nascimento de Jesus. Há apenas uma festa religiosa instituída sob o Novo Testamento: a Ceia do Senhor, que celebra a morte de Cristo. Ainda que toda a vida e a obra de Cristo tenham uma importância fundamental, certamente a cruz de Cristo é o cerne do evangelho.

2) Um dia específico (o dia de Natal) para celebrar a encarnação e o nascimento de Jesus. Há apenas um dia religioso instituído sob o Novo Testamento: o Dia do Senhor ou Domingo, dia da ressurreição de Jesus, onde celebramos toda a obra redentora de Cristo, inclusive Sua encarnação, nascimento, vida, morte, ressurreição, ascensão, sessão, derramamento do Espírito e segunda vinda.

3) Um calendário litúrgico com Advento, Natal, Quaresma, Páscoa, Pentecostes, Tempo Comum, etc., que não tem amparo no Novo Testamento. Se o calendário litúrgico do Antigo Testamento foi estabelecido pelo próprio Deus, incluindo todas as festas religiosas e dias santos, que autoridade teria eu, no Novo Testamento, de inventar meu próprio calendário litúrgico? O calendário litúrgico do Novo Testamento são os 52 domingos do ano.

Portanto:

1) Eu não separo um dia específico no ano para celebrar uma parte da obra redentora de Jesus (a encarnação e o nascimento), pois já tenho 52 domingos no ano para celebrar toda a obra redentora de Cristo, inclusive a encarnação e o nascimento.

2) Eu não separo um dia específico do ano para cantar sobre a encarnação e o nascimento de Jesus, pois eu posso fazer isso em 52 domingos do ano.

3) Eu não separo um dia específico do ano para pregar sobre a encarnação e o nascimento de Jesus, pois eu posso fazer isso em 52 domingos do ano. Quem prega expositivamente e sequencialmente pregará com alguma frequência sobre esses temas, sem necessidade de separar um dia (Natal) ou um mês (Advento) para isso. Eu pregaria sobre a encarnação e o nascimento de Jesus no dia 25 de dezembro se esses fossem temas que estivessem na sequência das exposições bíblicas. Mas não deixaria a sequência das exposições para pregar sobre a encarnação e o nascimento de Jesus no dia 25 de dezembro.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Exposição de Atos 16.25-34: Deus tem um interesse especial em salvar famílias

1 Comentário

Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 06/11/2016.

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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

A Igreja como Organização: Uma Exposição de 1 Timóteo

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Sermões pregados por mim na Primeira Carta de Paulo a Timóteo, na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI.

1. 1Tm 1.1,2: A Igreja é uma organização e um organismo (01/05/2016)
2. 1Tm 1.3-7: O verdadeiro ensino, ao contrário do falso, é proveitoso (08/05/2016) - Indisponível
3. 1Tm 1.8-11: A lei está em harmonia com o evangelho (15/05/2016)
4. 1Tm 1.12-17: Onde abundou o pecado, superabundou a graça (22/05/2016)
5. 1Tm 1.18-20: Nós devemos combater o bom combate (29/05/2016)
6. 1Tm 2.1-7: Nós devemos orar por todas as classes de pessoas no culto público (05/06/2016)
7. 1Tm 2.8-15: Homens e mulheres devem ter atitudes apropriadas no culto público (12/06/2016) - Indisponível
8. 1Tm 3.1-7: O presbítero deve cumprir certos requisitos para ocupar o ofício (19/06/2016) - Indisponível
9. 1Tm 3.8-13: O diácono deve cumprir certos requisitos para ocupar o ofício (26/06/2016)
10. 1Tm 3.14-16: A Igreja é uma organização importantíssima (03/07/2016) - Indisponível
11. 1Tm 4.1-5: Cinco questões sobre a apostasia (10/07/2016) - Indisponível
12. 1Tm 4.6-11: O ministro do evangelho deve ter a disciplina de um atleta (17/07/2016)
13. 1Tm 4.12-16: O ministro do evangelho deve exercer seu ministério com dedicação (24/07/2016)
14. 1Tm 5.1,2: O ministro do evangelho deve exortar os membros da Igreja como se exortasse os membros da sua família (31/07/2016)
15. 1Tm 5.3-16: A Igreja deve sustentar as viúvas de acordo com determinadas regras (14/08/2016)
16. 1Tm 5.17-25: Diretrizes a respeito dos presbíteros (21/08/2016)
17. 1Tm 6.1,2: O empregado deve respeitar o empregador (28/08/2016)
18. 1Tm 6.3-10: Os falsos mestres são conhecidos pelas especulações inúteis e pelo amor ao dinheiro (04/09/2016)
19. 1Tm 6.11-16: O homem de Deus deve viver de modo diferente dos falsos mestres (11/09/2016)
20. 1Tm 6.17-21: O cristão deve agir corretamente em relação às riquezas materiais e espirituais (18/09/2016)

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Como podemos ser saciados? Uma exposição de João 7.37-39

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Sermão pregado por mim na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI, no Dia do Senhor de 07/08/2016.

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O Problema do Mal: Uma Exposição de Habacuque

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Sermões pregados por mim no Livro de Habacuque, na Congregação Presbiteriana em José de Freitas-PI.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Paráfrase da Oração Dominical com as palavras do Breve Catecismo de Westminster

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Por Matthew Henry
Pai nosso, que estás nos céus, nós vimos a ti como filhos a um Pai capaz e pronto para nos ajudar.

Nós te suplicamos, santificado seja o teu nome; habilita a nós e a outros a glorificar-te em tudo aquilo em que tu te dás a conhecer, e disponha tudo para a tua glória.

Venha o teu reino; que o reino de Satanás seja destruído e que o reino da graça seja adiantado; que nós e os outros a ele sejamos guiados e nele guardados, e que cedo venha o reino da glória.

Faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; torna-nos, pela tua graça, capazes e desejosos de conhecer a tua vontade, de obedecer e submeter-nos a ela em tudo, como fazem os anjos no céu.

O pão nosso de cada dia dá-nos hoje; que da tua livre dádiva recebamos uma porção suficiente das coisas boas desta vida, e que gozemos com elas das tuas bênçãos.

E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores. Nós oramos para que, por amor de Cristo, tu nos perdoes gratuitamente os nossos pecados, e que, pela tua graça, nos habilites a perdoar de coração ao nosso próximo.

E não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal. Guarda-nos, ó Senhor, de sermos tentados a pecar, ou preserva-nos e livra-nos, quando formos tentados.

Pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Senhor, na oração, nós confiamos somente em ti, e desejamos te louvar em nossas orações, atribuindo a ti reino, poder e glória; e em testemunho do nosso desejo e certeza de sermos ouvidos através de Jesus Cristo, nós dizemos: Amém.

Por: Matthew Henry. 
Fonte: Trecho do capítulo 9 do livro Method For Prayer
Tradução: André Aloísio Oliveira da Silva

As Doutrinas da Graça

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Nós, reformados, cremos em certas doutrinas que enfatizam a soberania de Deus na salvação. Elas são conhecidas como “doutrinas da graça”, pois enfatizam que a salvação é pela graça de Deus e não pelas obras (Ef 2.8,9). Elas também são chamadas de “cinco pontos do calvinismo”. Elas são “do calvinismo”, porque são uma reafirmação da doutrina bíblica da salvação, conforme ensinada pelo reformador João Calvino no século XVI; elas são “cinco pontos”, porque consistem em cinco doutrinas declaradas em uma confissão chamada Cânones de Dort (1618-1619), em resposta às cinco doutrinas dos seguidores de Jacó Armínio, os “cinco pontos do arminianismo”. 

As doutrinas da graça, ou cinco pontos do calvinismo, são as seguintes:

1. Depravação Total: Todos os homens são pecadores (Rm 3.23; Sl 51.5), totalmente depravados em cada parte do seu ser (Jr 17.9; Mc 7.21-23; Rm 3.10-18; Ef 2.1-3): pensamentos, emoções e vontade (Gn 6.5,6; 1Co 2.14; Rm 8.7,8). Por tal motivo, ninguém pode fazer o bem aos olhos de Deus (Jr 13.23; Rm 3.12), ainda que algumas ações humanas possam parecer boas diante dos homens. Além disso, como a vontade humana também foi afetada, ninguém pode escolher ser salvo sem a graça de Deus (Jo 5.40; 6.44,65). O pecador não tem livre-arbítrio.

2. Eleição Incondicional: Deus escolheu em Cristo desde a eternidade, unicamente pelo Seu amor, graça e vontade, e para Sua própria glória, um número imenso e definido de pessoas para serem salvas dos seus pecados e terem a vida eterna (Ef 1.4-6,11). Essa eleição é chamada de incondicional porque ela não é baseada em nada presente nos próprios eleitos, como fé, boas obras ou perseverança que tenham sido previstas, mas é baseada totalmente na soberana vontade de Deus (Rm 9.11-18; 11.5,6; 2Tm 1.9). Deus não apenas escolheu os eleitos para a vida eterna, mas também preordenou todos os meios pelos quais isso seria possível (Rm 8.28-30). Deus não escolheu a todos e, também para Sua glória, Deus preordenou as demais pessoas para a condenação por causa dos seus pecados, o que é chamado de reprovação (Pv 16.4; Rm 9.17-22).

3. Expiação Limitada: Jesus se ofereceu na cruz como o único e perfeito sacrifício pelos pecados (Hb 10.12-14), para satisfazer a justiça de Deus (Rm 3.21-26), sofrendo a ira divina (Is 53.4-6), tornando-se maldição (Gl 3.13) e morrendo no lugar de pecadores (1Pe 3.18). Por ser verdadeiro Deus, tal sacrifício oferecido por Cristo é de valor e dignidade infinitos, plenamente suficiente para expiar os pecados do mundo inteiro. No entanto, esta expiação é limitada, no sentido de que o propósito de Deus com o sacrifício de Cristo foi expiar apenas os pecados dos eleitos (Mt 1.21; Jo 10.11,15,26-28; 17.6-9,19-21; At 20.28; Rm 8.31-34; Tt 2.14). Portanto, Jesus não morreu por todos os seres humanos literalmente, mas apenas pelos Seus escolhidos.

4. Graça Irresistível: Aqueles que Deus escolheu antes da fundação do mundo são chamados eficazmente por Sua Palavra e por Seu Espírito no tempo determinado por Ele (Rm 8.30; 2Tm 1.9), tendo suas mentes iluminadas para compreenderem o evangelho (1Co 2.12-16; Mt 11.25-27), nascendo de novo para que possam ver o reino de Deus (Jo 3.3,5; Tt 3.4,5) e tendo suas vontades renovadas (Ez 36.26,27) para que, livre e voluntariamente, venham a Cristo (Jo 6.37,44,65), através do arrependimento e fé, que são dons de Deus (At 11.18; Fp 1.29). Essa graça é chamada de irresistível porque é impossível a um eleito resistir ao chamado do Espírito Santo em seu coração, sendo ela o único motivo pelo qual alguns pecadores recebem o evangelho e outros não (Is 55.10,11; Jo 6.37,44,65). Mesmo que apenas os eleitos sejam chamados eficazmente, o evangelho deve ser pregado a todos os homens, para testemunho a todas as nações (Mt 28.18-20; Mc 16.15; Mt 22.14).

5. Perseverança dos Santos: Aqueles que foram eleitos e chamados por Deus não podem decair do estado de graça e perder a salvação; pelo contrário, eles estão eternamente salvos e perseverarão firmes até o fim (Jo 10.27-30; Fp 1.6; Rm 8.35-39). A perseverança deles não depende do seu próprio livre-arbítrio, mas da imutável eleição divina (Rm 8.29,30), da expiação realizada por Cristo que pagou todos os seus pecados (Rm 5.6-10), da atual intercessão de Cristo ao lado do Pai (Rm 8.31-34) e da permanência do Espírito Santo neles, que é o selo e penhor da sua herança (1Jo 3.9; Ef 1.13,14). Ainda que os eleitos não percam a salvação, eles podem cair em graves pecados, desagradando a Deus, entristecendo o Espírito Santo, escandalizando os outros e atraindo sobre si juízos temporais (Jo 18.15-18,25-27). Têm sua comunhão com Deus restaurada através do arrependimento e confissão (Jo 21.15-17).

quinta-feira, 21 de julho de 2016

O que é educação clássica?

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Por Susan Wise Bauer
A educação clássica conta com um processo tripartido de treinamento da mente. Os primeiros anos da escola são gastos na absorção de fatos, lançando sistematicamente os fundamentos para o estudo avançado. Nas séries intermediárias, os estudantes aprendem a pensar através de argumentos. Nos últimos anos da escola, eles aprendem a se autoexpressar. Esse padrão clássico é chamado de “trivium”.

Os primeiros anos de educação são chamados de “estágio gramatical” – não porque você gasta quatro anos fazendo Português, mas porque esses são os anos em que os blocos de construção para todos os outros aprendizados são lançados, assim como a gramática é o fundamento para a linguagem. Nos anos elementares da escola – o que nós comumente pensamos como os primeiros quatro anos do Ensino Fundamental – a mente está pronta para absorver informação. Crianças nessa idade, na verdade, acham a memorização divertida. Assim, durante esse período, a educação envolve não a autoexpressão ou a autodescoberta, e sim a aprendizagem de fatos: regras de fonética e soletração, regras de gramática, poemas, o vocabulário de idiomas estrangeiros, as histórias da História e literatura, descrições de plantas, animais e do corpo humano, os fatos da matemática – e a lista continua. Essa informação constitui a gramática, ou os blocos básicos de construção, para o segundo estágio da educação.

Por volta do quinto ano, a mente da criança começa a pensar mais analiticamente. Estudantes dos últimos anos do Ensino Fundamental são menos interessados em descobrir fatos do que em perguntar “por quê?”. A segunda fase da educação clássica, o “estágio lógico”, é um tempo quando a criança começa a prestar atenção à causa e efeito, ao relacionamento entre os diferentes campos relacionados do conhecimento, à forma pela qual os fatos se ajustam em uma estrutura lógica.

Um estudante está pronto para o estágio lógico quando a capacidade para o pensamento abstrato começa a amadurecer. Durante esses anos, o estudante começa álgebra e o estudo da lógica, e começa a aplicar a lógica em todos os assuntos acadêmicos. A lógica da escrita, por exemplo, inclui a construção de parágrafos e o aprendizado para defender uma tese; a lógica da leitura envolve a crítica e a análise de textos, não a simples absorção da informação; a lógica da história demanda que o estudante descubra por que a Guerra de 1812* foi travada, ao invés de simplesmente ler sua história; a lógica da ciência requer que a criança aprenda o método científico.

A fase final de uma educação clássica, o “estágio retórico”, constrói sobre os dois primeiros. Nesse ponto, o estudante do Ensino Médio aprende a escrever e falar com força e originalidade. O estudante de retórica aplica as regras da lógica aprendidas nos últimos anos do Ensino Fundamental à informação fundamental aprendida nos primeiros anos do Ensino Fundamental, e expressa suas conclusões em uma linguagem clara, vigorosa e elegante. Os estudantes também começam a se especializar no ramo do conhecimento que os atrai; esses são os anos para acampamentos de arte, cursos na faculdade, intercâmbios, ensino profissionalizante e outras formas de treinamento especializado.

Uma educação clássica é mais do que simplesmente um padrão de aprendizagem, entretanto. A educação clássica é focada na linguagem; a aprendizagem é realizada através de palavras, escritas e faladas, ao invés de imagens (figuras, vídeos e televisão).

Por que isso é importante? A aprendizagem através da linguagem e a aprendizagem através das imagens requerem hábitos muito diferentes de pensamento. A linguagem requer que a mente trabalhe pesado; ao ler, o cérebro é forçado a traduzir um símbolo (palavras na página) em um conceito. Imagens, tais como aquelas em vídeos e na televisão, levam a mente a ser passiva. Na frente de uma tela, o cérebro pode “sentar atrás” e relaxar; encarando uma página branca, a mente é mandada a arregaçar as mangas e voltar ao trabalho.

Uma educação clássica, então, tem dois aspectos importantes. É focada na linguagem. E ela segue um padrão específico tripartido: a mente precisa ser, primeiro, suprida com fatos e imagens, depois, receber as ferramentas lógicas para organização dos fatos, e, finalmente, equipada para expressar conclusões.

Mas isso não é tudo. Para a mente clássica, todo conhecimento é inter-relacionado. A astronomia (por exemplo) não é estudada de forma isolada; ela é aprendida lado a lado com a história das descobertas científicas, o que conduz ao relacionamento da igreja com a ciência e dali para as complicações da história da igreja medieval. A leitura da Odisseia conduz o estudante à consideração da história grega, a natureza do heroísmo, o desenvolvimento do épico, e o entendimento humano do divino.

Isso é mais fácil de dizer do que de fazer. O mundo está repleto de conhecimento, e encontrar as ligações entre os campos de estudo pode ser uma tarefa que confunde a mente. Uma educação clássica enfrenta esse desafio tomando a história como seu esboço organizador – começando com os antigos e prosseguindo com os modernos em história, ciência, literatura, arte e música.

Nós sugerimos que os doze anos de educação consistam de três repetições do mesmo padrão de quatro anos: Antiguidade, Idade Média, Renascença e Reforma, e Tempos Modernos. A criança estuda esses quatro períodos de tempo em níveis variados – simples nos primeiros quatro anos, mais difícil do quinto ao oitavo ano (quando o estudante começa a ler as fontes originais), e tomando uma abordagem ainda mais complexa do nono ao décimo segundo ano, quando o estudante trabalha através desses períodos de tempo usando fontes originais (de Homero a Hitler) e também tem a oportunidade de seguir um interesse particular (música, dança, tecnologia, medicina, biologia, escrita criativa) com profundidade.

As outras áreas de assunto do currículo estão ligadas aos estudos históricos. O estudante que está estudando a história antiga lerá a mitologia grega e romana, os contos da Ilíada e Odisseia, escritos medievais antigos, contos de fadas chineses e japoneses, e (para os estudantes mais velhos) os textos clássicos de Platão, Heródoto, Virgílio, Aristóteles. Ele lerá Beowulf, Dante, Chaucer, Shakespeare no próximo ano, quando ele estiver estudando história medieval e início da renascença. Quando os séculos dezoito e dezenove são estudados, ele começa com Swift (As Viagens de Gulliver) e termina com Dickens; finalmente, ele lê literatura moderna enquanto está estudando história moderna.

As ciências são estudadas em um padrão de quatro anos que corresponde aproximadamente aos períodos da descoberta científica: biologia, classificação e o corpo humano (assuntos conhecidos dos antigos); ciência da terra e astronomia básica (que floresceu durante o começo da renascença); química (que começou a ser bem sucedida no começo do período moderno); e então física básica e ciência da computação (assuntos bem modernos).

Esse padrão traz coerência ao estudo da história, ciência e literatura – assuntos que são muito frequentemente fragmentados e que causam confusão. O padrão estende-se e aprofunda-se à medida que o estudante progride em maturidade e aprendizado. Por exemplo, um estudante do primeiro ano ouve você ler a história da Ilíada de uma das versões ilustradas disponíveis em qualquer biblioteca pública. Quatro anos depois, o estudante do quinto ano lê uma das adaptações populares para os últimos anos do Ensino Fundamental – The Trojan War [A Guerra de Troia], de Olivia Coolidge, ou The Tale of Troy [O Conto de Troia], de Roger Lancelyn Greene. Quatro anos se passam, e o estudante do nono ano – face a face com a própria Ilíada – mergulha de cabeça, destemido.

A educação clássica é, acima de tudo, sistemática – em contraste direto com a natureza dispersa e desorganizada de tanta educação secundária. Esse estudo sistemático e rigoroso tem dois propósitos.

O estudo rigoroso desenvolve virtude no estudante. Aristóteles definiu virtude como a habilidade de agir de acordo com o que alguém sabe ser correto. O homem virtuoso (ou mulher) pode forçar a si mesmo a fazer o que ele sabe ser correto, mesmo quando isso vai contra suas inclinações. A educação clássica continuamente exige que um estudante trabalhe contra suas inclinações mais básicas (preguiça, ou o desejo de assistir mais meia hora de TV) a fim de alcançar um objetivo – o domínio de um assunto.

O estudo sistemático também leva o estudante a participar do que Mortimer Adler chama de “Grande Conversação” – a conversação contínua de grandes mentes através das eras. Muita educação moderna é tão eclética que o estudante tem pouca oportunidade de fazer conexões entre eventos passados e a enchente da informação atual. “A beleza do currículo clássico”, escreve o professor clássico David Hicks, “é que ele demora-se sobre um problema, um autor, ou uma época tempo suficiente para dar, mesmo ao estudante mais jovem, a chance de exercitar sua mente de uma forma acadêmica: fazer conexões e traçar desenvolvimentos, linhas de raciocínio, padrões de ação, simbolismos recorrentes, tramas e motivos”.

* A Guerra de 1812, ou a Guerra Anglo-Americana, foi uma guerra entre os Estados Unidos e o Reino Unido e suas colônias (N.T.)

Por: Susan Wise Bauer. Website: www.welltrainedmind.com
Tradução: André Aloísio Oliveira da Silva

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Fé, Esperança e Amor

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“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor” (1Co 13.13). A Bíblia frequentemente apresenta lado a lado a fé, a esperança e o amor. Essas três virtudes, conhecidas como “virtudes teologais”, porque têm sua origem em Deus, estão presentes em todos os cristãos e resumem o que é o Cristianismo. Mas das três, a maior é o amor.

A fé é “a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem” (Hb 11.1). Ter fé é crer naquilo que não pode ser visto, por ser invisível: “Bem-aventurados os que não viram e creram” (Jo 20.29). Mais especificamente, a fé é dirigida ao Deus invisível (1Tm 1.17), Pai, Filho e Espírito Santo, como professamos no Credo Apostólico. Assim, a fé é importantíssima. Ela é o único instrumento da salvação (Rm 3.28) e sem fé é impossível agradar a Deus (Hb 11.6). Mas quando estivermos diante desse Deus Triuno e contemplarmos a Sua face (Ap 22.1-5), a fé não mais será necessária, pois será substituída pela visão.

A esperança, assim como a fé, também é dirigida àquilo que não pode ser visto. Mas no caso da esperança, isso não pode ser visto porque ainda é futuro. A esperança espera aquilo que ainda não chegou: “Ora, esperança que se vê não é esperança; pois o que alguém vê, como o espera? Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o aguardamos” (Rm 8.24,25). Ter esperança é esperar pelo cumprimento das promessas de Deus na volta de Jesus, o qual é a nossa esperança (1Tm 1.1). Manifestamos essa esperança ao orarmos pelas promessas de Deus, como na Oração Dominical (Mt 6.9-13): “venha o teu reino”. Mas quando aquilo que aguardamos vier e as promessas de Deus se cumprirem, a esperança também dará lugar à visão.

O amor é a maior das três virtudes. Primeiro, ele não só é dirigido a Deus, ao qual devemos amar de todo coração, mas também ao próximo, ao qual devemos amar como a nós mesmos (Mc 12.30,31). Assim, o amor é o resumo da Lei, dos Dez Mandamentos (Êx 20.1-17). Além disso, ao contrário da fé e da esperança, “o amor jamais acaba” (1Co 13.8). Mesmo no mundo futuro prosseguiremos e cresceremos em amor a Deus e ao próximo, eternamente. Ainda mais, o amor é algo que está presente também em Deus. “Deus é amor” (1Jo 4.8), e ao amarmos, estamos imitando o próprio Deus (Ef 5.1,2). Assim, o amor derramado em nossos corações pelo Espírito Santo (Rm 5.5) é o dom supremo.

Essas são as três virtudes fundamentais de todo cristão. Portanto, nos momentos de dúvida, tenha fé em Deus; nos momentos de ansiedade, tenha esperança nas promessas de Deus; mas, principalmente, tenha um amor absoluto por Deus e intenso por todos.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Recomendação: Livro Poesias do Caminho (Davi Luan Carneiro)

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O irmão Davi Luan Carneiro, colaborador do blog Teologia e Vida, publicou um livro recentemente: Poesias do Caminho, disponível na Amazon.com.br.

"Poesias do Caminho" é uma joia da espiritualidade cristã. Quem já leu algum escrito de Davi Luan Carneiro sabe que ele é poético por natureza na sua forma de escrever, mesmo ao escrever prosa. Ao escrever esses poemas, portanto, ele está expressando da forma mais plena aquilo que está no seu coração, de uma forma espiritualmente arrebatadora. Ao lê-lo, sentimos como se as suas palavras fossem as nossas próprias, pois as afeições espirituais que expressam são aquelas que estão no coração de todos os verdadeiros cristãos. São poemas que falam de diversos temas da teologia e da vida, como o amor e a glória de Deus, o pecado, a obra de Cristo, a salvação, a vida cristã, a Igreja, a Bíblia, a família, tudo de uma perspectiva calvinista. Leia e maravilhe-se!
 

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